A Massa Atleticana agora tem um novo ponto de encontro na capital das Gerais. Em um ambiente familiar com petiscos deliciosos e cerveja gelada, o 1908 Beer e Burger está mais do que bem localizado. Quer um atrativo maior do que uma VISTA PRIVILEGIADA DA ARENA MRV?!
Na Rua das Ostras, número 49, no bairro Santa Maria, o 1908 Beer e Burger fica a poucos metros da casa do Atleticano e está para lá de preparado para receber a torcida Alvinegra para acompanhar os jogos do Galo.
Nesta quarta-feira (31), a casa já estará funcionando e já deixa o convite para assistir o duelo entre Atlético e Corinthians, às 21h30, degustando os melhores rótulos de cerveja e um burger matador.
🐔 1908 Burguer é o novo Point da Massa Atleticana em Belo Horizonte!
😀 Ambiente familiar com petiscos deliciosos, cerveja gelada e uma VISTA PRIVILEGIADA DA ARENA MRV!
Alvinegro ainda deve ao Bruxo cerca de R$ 4 milhões
Por Hugo Fralodeo
Convivendo com graves problemas financeiros, o Atlético tem mais um motivo para se preocupar. Por conta da dívida com o ex-camisa 10 Ronaldinho, as contas do Clube estão bloqueadas. Informação dada inicialmente pela rádio Itatiaia.
A dívida tem origem ainda em 2014, quando o ídolo deixou a Cidade do Galo, e chegou a superar os R$ 8 milhões. Com um acordo firmado em 2021, o Atlético vinha pagando parcelas mensais no valor de R$ 200 mil. No entanto, o Clube deixou de cumprir o compromisso a partir de outubro de 2022, quando ainda restavam cerca de R$ 4,2 milhões a pagar.
Na tentativa por um novo acordo, o Atlético propõe pagar valores próximos aos R$ 2 milhões, sem o acréscimo de correções. No entanto, o valor atualizado da dívida sem novo acordo e parcelamentos está em R$ 4,4 milhões.
É duelo decisivo, é promessa de jogão, é Copa do Brasil. Virando mais uma vez a chave, os comandados de Chacho Coudet partem para uma sequência de três jogos consecutivos fora de casa depois de duas partidas no Mineirão.
A primeira parada do Galo é em São Paulo, para decidir com o Corinthians quem avança às quartas de final da Copa do Brasil. Com a vantagem obtida na vitória por 2 a 0 no Mineirão, há duas semanas, o Alvinegro se classifica até com uma derrota por um gol de diferença.
Assim como na fase anterior, não há a utilização do critério do gol qualificado. Portanto, qualquer gol que o Atlético venha a marcar na Neo Química Arena não terá peso dobrado. No caso do Corinthians devolver uma vitória por dois gols de diferença, empatando o confronto no placar agregado, a decisão irá direto para os pênaltis.
De olho na grana
Pela classificação na terceira fase, o Galo já garantiu nos cofres R$ 5,4 milhões (R$ 2,1 milhões por entrar na terceira fase + R$ 3,3 milhões pela classificação às oitavas). Caso siga para as quartas, o Alvinegro somará mais R$ 4,3 milhões na premiação. Os semifinalistas recebem mais R$ 9 milhões. Para o campeão, além da taça, a bagatela de R$ 70 milhões, enquanto o vice leva R$ 30 milhões.
Corinthians
Vanderlei Luxemburgo tem os desfalques de Cantillo, Gustavo Mosquito e Paulinho, no departamento médico, além de Giovane e Guilherme Biro, que estão com a Seleção Brasileira sub-20 disputando o mundial da categoria. O treinador corintiano deve manter a mesma equipe que entrou em campo no final de semana.
Provável escalação: Cássio; Bruno Méndez, Gil, Murillo e Matheus Bidu; Adson, Fausto Vera, Roni e Maycon; Róger Guedes e Yuri Alberto. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Sem contar com os lesionados Allan e Pedrinho, além de Alan Kardec, Guilherme Arana e Igor Rabello, qu seguem no trabalho de transição física, Chacho Coudet levou força máxima para a capital paulista. No entanto, por conta da sequência de viagens que tem pela frente, alguns jogadores podem ser preservados.
A tendência é que o comandante argentino faça alterações em todos os setores, mantenha no time titular apenas Everson, Hulk e os argentinos Zaracho e Pavón, que estarão suspensos na próxima rodada do Campeonato Brasileiro.
Provável escalação: Everson; Saravia, Bruno Fuchs, Mauricio Lemos e Dodô; Edenílson (Otávio), Zaracho, Igor Gomes e Patrick; Pavón (Vargas) e Hulk. Técnico: Eduardo Coudet
Lesionados: Allan, Pedrinho, Alan Kardec (transição), Guilherme Arana (transição), Igor Rabello (transição)
Suspensos: –
Pendurados: –
FICHA TÉCNICA: Corinthians x Atlético Motivo: Volta das oitavas de final da Copa do Brasil Data e Horário: Quarta-feira, 31 de maio de 2023 – 21h30 Local: Neo Química Arena
ARBITRAGEM: Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA – GO) Auxiliares: Bruno Boschilia (FIFA – SC) e Victor Hugo Imazu dos Santos (SC) VAR:Rodrigo Nunes de Sá (VAR/FIFA – RJ)
As 48 horas que antecederam o jogo do Atlético pela Libertadores contra o Xará Paranaense foram marcadas, como sempre acontece antes de jogos decisivos do Atlético, com especulações sobre saídas de jogadores importantes e queridos pela Massa.
As bolas da vez foram o volante Allan e meia Zaracho, com destaque maior para o primeiro. Allan seria alvo de um possível interesse do Flamengo de Sampaoli. E não sem surpresa a especulada ida do atleta para o rubro-negro carioca ganhou mais espaço e importância que o jogo contra o Furacão, tanto nas mídias, quanto nos corações atleticanos.
Em um conhecido jogo de recados e de testes, só faltou a notícia da apresentação do volante atleticano na Gávea. Enquanto alguns conhecidos perfis na Internet garantiam que as negociações entre o staff do jogador e a direção rubro-negra avançavam, ora o Atlético negava ter recebido qualquer proposta, ora o clube, também por meio de manjados formadores de opinião, mandava dizer ao comando flamenguista que por 10 milhões de euros podia vir buscar o jogador. Patético, mas típico do Atlético.
Allan e Arana, inativos já há longo tempo em razão de lesões graves e vindos de cirurgias delicadas, não são hoje, por óbvio, plano A de nenhum clube da Europa, o chamado mercado primário. E o Atlético sabe disso. Empurrá-los para mercados secundários e até para clubes brasileiros, adversários diretos ou não, seria a solução de quem sempre alardeia aos quatro ventos que precisa vender e vender.
Claro que estes 10 milhões de euros significam apenas um referencial de negócio e que o clube carioca e qualquer outro interessado, em razão do estado de penúria financeira do Glorioso publicizado pelo próprio Atlético e também da natividade do jogador, fariam ou farão contrapostas oferecendo valores menores que, ao cabo de alguma negociação, fatalmente seriam aceitos pelo desesperado e endividado Galo mineiro. Coisas do mercado da bola e, claro, temperadas pela política tiro no pé desse Galo maluco e inconsequente.
Se comparamos com os valores apurados por Flamengo, Palmeiras e Vasco nas vendas de seus volantes, respectivamente João Gomes, Danilo e Andrey, os valores sinalizados pelo Atlético como referência para liberar Allan são bem baixos. Não se vê nenhum outro clube no Brasil e até fora do país de pires na mão como o Atlético, anunciando que precisa vender e vender.
Essa política suicida e burra, por óbvio, desvaloriza os atletas atleticanos. E essa crônica e estúpida perda de valor de mercado de seus atletas, além de ter levado o Atlético a se notabilizar como um mau vendedor, tem feito, ao longo dos tempos, empresários e jogadores se ressentirem com o clube e muitas contratações melarem.
A relação Atlético e mercado da bola ao longo dos tempos seria cômica se não fosse trágica. Segundo a atleticana Luciane Soares da Grupa, antenada e lúcida como sempre, está para nascer um time que mais joga contra seus ativos do que o Atlético.
Enquanto alguns perfis e formadores de opinião, assumindo a função de porta-vozes do clube, continuam anunciando que se o Atlético receber a tal proposta de 10 milhões de euros do Flamengo mais que venderá Allan imediatamente, o entregará embrulhado para presente na casa do presidente rubro-negro, como alardeou um sorridente comunicador, o ritual de “notícias” e de recados quando surge alguma notícia relativa a determinado interesse de alguém em relação a este ou a aquele jogador atleticano, é sempre seguido à risca:
Primeiro, fulano está sendo sondado. Segundo, o tal jogador estaria insatisfeito e quer sair do Galo, e, terceiro, “acho melhor liberá-lo, já que ele não está querendo ficar mesmo”, é a decisão “vendida” como a mais razoável e inteligente a ser tomada nesses casos.
Mas, o propalado caos financeiro no qual o Atlético se meteu e as perspectivas sombrias derivadas desta situação têm trazido imensas preocupações a um número cada vez maior de atleticanos que, sem a preocupação de fazer qualquer tipo de caça às bruxas, se reserva o direito de buscar respostas e entender o que de fato estaria acontecendo intramuros do clube, mais especificamente sobre como o Galo não consegue se libertar deste até então irrefreável endividamento.
Cada vez mais é possível ver e ler nas redes sociais manifestações e troca de opiniões e até mesmo de farpas bastante interessantes que mostram que o atleticano está cada vez mais reflexivo e cioso em relação às coisas do clube. Mas, como alguns galistas reconhecem, ainda é bem forte o sentimento de patinho feio nas mentes e nos corações atleticanos o qual, para muitos, tem sido uma das principais causas dos problemas do Atlético.
Enquanto este complexo de vira latas não desaparecer o próprio atleticano jogará contra a valorização do clube e não entenderá a importância e nem saberá cobrar da gestão do clube de forma proficiente e as coisas no Glorioso continuarão longe de melhorem. Para muitos torcedores, o Atlético será eternamente um time quebrado se não mudar a forma de tratar os seus ativos.
Hoje vendem o fulano por 10, amanhã cedem ciclano por 5 e depois liberam beltrano por 3 ou 2 e se ninguém questionar, que moral terá o torcedor para reclamar e perguntar porque o clube nunca consegue estancar as dívidas que o asfixiam e inviabilizam e assim controlar as suas finanças? Como exigir, então, que o clube faça contratações de ponta? Com que dinheiro?
Não por outra razão, sempre defendi que o clube repensasse e mudasse radicalmente suas estratégias no mercado da bola. Mas, essa mudança só será possível se acontecer nos interiores do clube uma revolução de conceitos e de métodos de gestão, possibilitando ao Atlético manter os times que montar. Se o clube não tem dinheiro para manter o time que montou, ele errou desde o início no planejamento e na montagem do elenco.
Se, de um momento para outro, um clube se vir na contingência de ter que se desfazer de seus ativos para pagar despesas correntes, incluindo salários, como sói acontecer com o Atlético, é sinal que ele precisa identificar os erros havidos e fazer as correções de rota e os ajustes necessários. Recuperar a saúde financeira e mudar o seu perfil de negociador, implica em resgatar o respeito perdido. Atrair grandes investidores e maximizar e diversificar suas receitas serão meras consequências. Assim, alinhar discurso e prática é fundamental. É o alicerce da credibilidade.
Vender, comprar, emprestar e até liberar jogadores graciosamente são operações que fazem parte do mundo do futebol. O como fazer e as implicações do negócio, mensurando e sopesando os resultados financeiros e esportivos são cuidados indispensáveis ao bom gerir.
Assim como as estratégias do Atlético no mercado da bola seriam cômicas se não fossem trágicas, as concepções e os métodos de gestão do clube se mostram claramente equivocados e desastrosos. Os desafios são muitos, é verdade. Mas, só tem uma maneira de ver o Atlético subir efetiva e consistentemente de patamar: começar a mudar. E isso vale para todos os atleticanos, dentro e fora do clube.
Enquanto isso, o time dentro de campo continua sua cruzada nessa temporada brigando não só contra os adversários de cada jogo, mas também contra si próprio. O maior adversário do Atlético é com certeza ele próprio. O jogo contra o Palmeiras, um adversário de respeito, foi sem nenhuma dúvida o maior desafio do time atleticano nesta temporada até o momento e mostrou que há ainda há muito trabalho pela frente.
O Corinthians é a bola da vez. A Arena Neo Química vai se transformar em um campo de batalha e toda a região de Itaquera vai tremer. Menos mal que o time atleticano já mostrou que é de briga. Ah! E o disse me disse continua rolando a todo vapor. Duvida? Pergunte ao Nathan Silva, segundo reza a lenda, o mais novo alvo do Turco Antônio Mohamed.
Enquanto os jogadores atleticanos, de decisão em decisão, jogo a jogo, têm diante de si a difícil missão de continuar exorcizando os seus demônios e resgatar de vez a autoestima e a confiança ainda balançadas, o clube, fora das quatro linhas, tem a missão mais importante de sua história: a de se reinventar, deixando de ser uma geratriz incorrigível de crises.
Aliás, se o Atlético de dentro de campo continuar avançando nas competições ele pode salvar a si mesmo e, assim, mudar o Atlético de fora do campo. Parece surreal, mas não é. Tudo isso são coisas do Atlético que seriam cômicas, se não fossem trágicas.
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Este texto é de inteira responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do portal FalaGalo.
Conforme apurado por Silas Gouveia, do Fala Galo, o Atlético está finalizando as tratativas para concretizar a saída iminente de Nathan Silva para o Pumas do México. Nathan deve deixar o clube e jogar no time de Turco Mohamed.
A distribuição percentual dos direitos econômicos do atleta estão em: 75% do Atlético e 25% do jogador. A princípio, os valores totais do negócio estariam na casa de 4 milhões de euros (cerca de R$ 21 milhões). No entanto, ainda há imprecisões da quantidade de dinheiro que entraria nos cofres do Alvinegro, já que, o Atlético-GO tem um acordo de levar 10% de uma eventual venda do zagueiro – acordo feito em 2021 quando Cuca pediu a liberação de Nathan do Dragão.
De qualquer forma, com as cifras mencionadas, o Alvinegro ultrapassaria a meta do ano de arrecadação com vendas de atletas, que é de R$ 80 milhões – até aqui foram R$ 65 milhões em transações na temporada.
Revelado pelo Galo, Nathan Silva atuou em 94 jogos pelo time principal, marcando 3 gols e conquistando 4 títulos, entre eles o tão sonhado Campeonato Brasileiro em 2021.
A janela do México abre em 22 de junho e seguiremos atualizando…
Pumas, do México, comandado por Antonio Mohamed, é o clube interessado no zagueiro
Por Angel Baldo, Betinho Marques, Hugo Fralodeo e Silas Gouveia
Conforme noticiado pelo FalaGalo na noite desta segunda-feira (29), o zagueiro Nathan Silva pode estar de malas prontas para o futebol mexicano. O Pumas, do México, clube treinado por Antonio Turco Mohamed, que comandou Nathan em sua curta passagem pela Cidade do Galo, entre janeiro e julho de 2022 , é o grande interessado em tirar o jogador de 26 anos da Cidade do Galo.
Conforme informação dada pelo jornalista Fred Ribeiro, do ge, e confirmada pelo FG, após os primeiros contatos, o Atlético tenta subir o valor da negociação, que parte dos 3 milhões de euros (cerca de R$ 16 milhões). Os direitos econômicos de Nathan são dividos entre o Galo, que detém 65%, o próprio jogador, que tem os 25%, e o Atlético-GO, que ficou com 10% no acordo que trouxe o zagueiro de volta à Cidade do Galo.
Tendo iniciado o ano no banco de reservas, Nathan Silva assumiu a titularidade na vitória por 2 a 0 sobre o Alianza Lima, no início de maio, e não deixou mais o time, a não ser quando foi preservado diante do Coritiba, na 7ª rodada do Brasileirão. Desde que Nathan pasou a formar dupla com Jemerson, o Galo segue invicto. No total, o defensor tem 15 jogos na temporada.
Revelado pelo Atlético em 2017, o prata da casa rodou por alguns clubes até retornar à Cidade do Galo, em 2021, para sagrar-se Campeão Brasileiro, também sendo parte das conquistas da Supercopa do Brasil de 2022 e dos Campeonatos Mineiros de 2022 e 2023. Nathan Silva também foi parte do elenco que conquistou o Estadual de 2017. Com 94 jogos pelo profissional, ele acumula três gols marcados e duas assistências.
Duelo vale vaga nas quartas de final da Copa do Brasil
Por Hugo Fralodeo
Mais uma vez na estrada, o Galo parte rumo a três jogos fora de BH. A primeira parada é em São Paulo, mais precisamente na Neo Química Arena, onde os comandados de Coudet enfrenam o Corinthians, às 21h30 desta quarta-feira (31), no jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.
Depois do treino que finalizou a preparação para o compromisso, o Atlético divulgou a lista dos jogadores relacionados para a viagem à capital paulista.
Os desfalques ficam por conta dos lesionados Allan e Pedrinho, além de Alan Kardec, Gilherme Arana e Igor Rabello, qu seguem no trabalho de transição física. Mauricio Lemos, que cumpriu suspensão no Brasileirão, e a dupla Zaracho e Pavón, que estão suspensos para a próxima rodada do campeonato, estão liberados para atuar na Copa do Brasil e compõem a relação.
Confira a lista completa:
Goleiros: Everson, gabriel Delfim e Matheus Mendes
Zagueiros: Bruno Fuchs, Jemerson, Mauricio Lemos, Nathan Silva e Réver
Laterais: Mariano, Saravia, Dodô e Rubens
Meio-campistas: Battaglia, Otávio, Edenílson, Hyoran, Igor Gomes, Patrick e Zaracho
Dirigente explicou a não marcação de pênalti a favor do Galo e a anulação do gol de Rony
Por Hugo Fralodeo
No empate por 1 a 1 entre Atlético e Palmeiras, no último domingo (28), além de muita intensidade e disputa no Mineirão, o jogo ficou marcado pelas polêmicas da arbitragem. Consenso só que nenhum dos dois lados ficou totalmente satisfeito, sobretudo em relação aos dois principais lances mais importantes: o gol invalidado de Rony e a não marcação de um pênalti para o Galo após a bola bater na mão de Marcos Rocha dentro da área.
Nesta terça-feira (30), Wilson Seneme, presidente da comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), comentou os dois lances, explicando as decisões da arbitragem.
Gol anulado
Logo aos 7 minutos da primeira etapa, Gustavo Gómez lançou a bola do campo de defesa do Palmeiras e encontrou Rony, que disputou a bola com a defesa do Galo. Depois do perde-ganha, o atacante palmeirense virou uma bicicleta e acertou o ângulo de Everson. No entanto, após revisão do Árbitro de Vídeo, o gol foi anulado.
Primeiro, Seneme sanou a dúvida pela escolha da câmera utilzada para a análise. De acordo com o dirigente, os árbitros trabalham com as imagens disponibilizadas pela emissora dententora de direitos da transmissão:
“Alguem pode perguntar por quê não colocou uma câmera mais em linha reta. A transmissão é que dá os ângulos que o VAR pode usar. O limite do VAR está dentro disso. A única câmera além da utilzada na análise que pegaria um vsual melhor para essa jogada seria a câmer do meio-campo. No momento do passe, não há dentro do quadro os jogadores que estão disputando a bola. A limitação desta câmera impede o uso dela. Por isso foi buscado o recurso da outra”.
Contudo, o chefe da arbitragem conta que o software utilizado no VAR corrige a imagem para que a linha fique reta em relação aos jogadores no lance:
“O software corrige como se a câmera estivesse em linha reta com os dois jogadores (Rony e Nathan Silva). Por isso, o árbitro trabalhou com o que podia, dentro do que tinha e de maneira correta”.
Então, Seneme analisa o lance e mostra que o atacante palmeirense realmente estava em posição irregular no momento do passe:
“Nós podemos observar que tem um espaço entre a linha traçada no ombro do Rony e a linha que está no Nathan Silva. Isso caracteriza o impedimento. Por mais que seja um golaço, e realemente é, essas marcações nos garantem que a revisão foi muito bem feita e o gol teve de ser anulado”.
Pênalti não marcado
Do lado Atleticano, o grande motivo de reclamação foi um pênalti que não teria sido marcado a seu favor. Na segunda etapa, quando o placar já marcava 1×1, Hulk recebeu a bola na entrada da área e arrematou, após um desvio, a bola acabou pegando na mão de Marcos Rocha.
O árbitro de campo entendeu como lance normal e a cabine do VAR teve teve bastante tempo para analisar, uma vez que o Atlético teve uma posse de bola estensa e o jogo demorou a ser paralisado.
Analisando o lance, Seneme primeiramente explica que o movimento de rocha foi considerado como natural, pois, de acordo com a arbitragem, o braço do lateral só abre por conta do impacto da bola:
“As jogadas de mão sempre são muito polêmicas, mas para nós, neste caso não. Já vimos como referência, o movimento natural ou antinatural. O jogador do Palmeiras recolhe os braços para proteger o seu corpo, o que seria o movimento natural. Ela pega na mão dele, é verdade, mas o braço só abre em função do impacto da bola, de tão forte que foi”.
“Se ele estivesse já com o braço aberto, aí poderia caracterizar a infração, porque ocuparia mais espaço, uma ação de bloqueio. Podemos justificar o movimento dentro das regras do jogo essa ação de defesa. Nada a marcar, corretamente a decisão do Bráulio. Ele demonstra isso para o Hulk, que reclamou do toque. É uma pena que a câmera ficou meio obstruída, mas era o que tínha para esse jogo”.
A partir das 15h desta terça-feira (30), as camisas de Paulinho, Maurício Lemos, Everson e Hulk, além da braçadeira de capitão da campanha de conscientização do Autismo utilizadas na vitória sobre o Athletico-PR, há um mês, no Independência, estarão disponíveis para receber lances no leilão do Instituto Galo, no site da Play for a Cause.
As camisas – que serão autografadas pelos craques – têm lance inicial em R$ 900 e a braçadeira – autografada pelo artilheiro – em R$ 600, e o leilão vai até o próximo dia 12 de junho. O valor líquido arrecadado será destinado a projetos que visam a conscientização e apoio ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).
No dia 30 de maio de 2013. São Victor do Horto foi canonizado ao isolar de bico o pênalti cobrado por Riascos, garantindo o Galo nas quartas de final da Copa Libertadores, que seria erguida pelo Alvinegro quase dois meses depois.
Dez anos passados do milagre, a Massa, como também não poderia ser diferente, ainda mantém bastante vívida a lembrança de um dos maiores momentos da história Atleticana. Eternizado em canções, fotos, tatuagens, autógrafos, camisas e até em garrafas de cachaças, São Victor “batizou” uma geração inteira com seu nome.
Hoje, no mesmo 30 de maio, mas de 2023, nasceu em Uberlândia, às 7h24, com 51 cm e pesando 3,370 kg, Victor Marani Nunes Baldo, filho de Mishelle Marani e Angel Baldo, que celebram a materialização de seu amor no momento mais esperado de suas vidas.
Coincidência? Não, seria só a realização simultânea de dois ou mais acontecimentos. Destino? Também não, aí seria só uma providência, ação das leis naturais. Acaso? Muito menos, seria um acidente. Sorte? Menosprezo à alma do Atleticano. Não sabemos bem ao certo o que é, apenas que há coisas que só acontecem no universo do Clube Atlético Mineiro.
“Enquanto houver uma criança Atleticana, o Galo será imortal”.
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