A Massa precisava de uma boa notícia e ela chegou! O Atlético acaba de anunciar a renovação do contrato de Hulk por mais dois anos, até o final de 2026.
O vínculo anterior do artilheiro tinha duração somente até o fim da atual temporada, mas, nos últimos dias, tanto Clube quanto jogador já admitiam conversas para a extensão.
Hulk fica no Galo até 2026 – Foto: Pedro Souza / Atlético
Tendo chegado à Cidade do Galo no início de 2021, Hulk fez e segue fazendo história com o número 7 às costas do Manto. Com 178 jogos disputados, o ídolo está a apenas um do seu centésimo gol pelo Alvinegro. O Incrível ainda distribuiu 33 assistências.
Na galeria de títulos, três Campeonatos Mineiros (2021 – 2023), um Campeonato Brasileiro (2021), uma Copa do Brasil (2021) e uma Supercopa do Brasil (2022).
Entre as diversas premiações individuais, os prêmios de craque do Brasileirão e Bola de Prata de 2021, craque da Copa do Brasil de 2021, melhor atacante das edições de 2021 e 2023 – ano em que foi líder de assistências – do Brasileirão e as artilharias da Copa do Brasil e do Brasileirão de 2021 e dos Campeonatos Mineiros de 2022 e 2023.
O Atlético acaba de lançar a camisa da nova coleção da Adidas de treino.
O novo Manto segue na cor cinza, como o utilizado em 2022 e 2023, mas agora em dois tons e com detalhes em amarelo na parte lateral e das costas. As tradicionais três listras da marca alemã nas mangas continuam na cor branca, assim como a marca dos patrocinadores, incluindo o ‘B’ da Betano, patrocinadora máster, antes em laranja. A grande novidade, porém, é a utilização do Galo Volpi ao invés do escudo.
Foto: Divulgação / Atlético
Desde o último dia 14, os torcedores já podiam adquirir em pré-venda as novas camisas, calções, calças e agasalhos de atletas e da comissão técnica da coleção de viagem, concentração e treino. A partir desta sexta-feira (23), as Lojas do Galo abrirão a venda das camisas de treino.
No início da madrugada desta quinta-feira (22), o ônibus da delegação do Fortaleza foi atacado por um grupo de torcedores do Sport, após o empate por 1 a 1 entre as duas equipes pela Copa do Nordeste, em Recife.
Pela manhã, o Atlético foi às redes sociais para manifestar solidariedade ao Leão do Pici e às vítimas do ataque:
O Galo se solidariza com o @FortalezaEC, cuja delegação foi vítima de um ataque covarde e inadmissível ao seu ônibus na noite de ontem. A vida em sociedade não tem espaço para atos de violência como os ocorridos. Desejamos pronta recuperação aos feridos e força a todos os atletas…
“O Galo se solidariza com o Fortaleza, cuja delegação foi vítima de um ataque covarde e inadmissível ao seu ônibus na noite de ontem. A vida em sociedade não tem espaço para atos de violência como os ocorridos. Desejamos pronta recuperação aos feridos e força a todos os atletas e comissão técnica”.
O atentado
Enquanto a delegação do Fortaleza retornava de São Lourenço da Mata, onde fica a Arena Pernambuco, a Recife, um grupo de torcedores do Sport emboscou o ônibus que conduzia dirigentes, comissão técnica e jogadores do Leão do Pici, atirando bombas de fabricação caseira e pedras.
Ao menos seis atletas foram feridos no ataque. Após o ocorrido, o ônibus se dirigiu para um hospital, onde as vítimas foram atendidas e receberam apoio de dirigentes e a equipe médica do Sport, que repudiou a atitude do grupo de torcedores e se prontificou a cooperar nas investigações e na busca pela identificação dos envolvidos.
A delegação do Leão do Pici já desembarcou na capital do Ceará nesta manhã. O Fortaleza, ainda, informou que os jogadores feridos serão assistidos em suas residências pelos médicos do clube.
O Fala Galo traz um resumão com tudo de mais importante que rolou no noticiário do Atlético nesta quarta-feira, 21 de fevereiro. Confira aqui as principais notícias deste dia que marcou o a despedida de Rodrigo Caetano do Atlético.
De acordo com Gustavo Scarpa, que vinha sendo escalado pelo lado esquerdo, tal posicionamento pode ter prejudicado seu início no Alvinegro. Em entrevista à rádio Itatiaia, o meia, inclusive, revelou um papo com Felipão para ser deslocado para o outro lado.
Foto: Pedro Souza / Atlético
Na mesma entrevista, o camisa 6 comentou o episódio em que Scolari discutiu com torcedores presentes no desembarque da delegação que viajou a Brasília para enfrentar o Itabirito. O meia conta que o assunto “passou meio que batido” pelo elenco.
Felipão de saída?
Diante do clima ruim entre trenador e torcida, surgiu a especulação de que Scolari – que antes do início da temporada revelou planejar sua aposentadoria para o final do ano – estaria cogitando entregar o cargo à direção do Atlético.
Em entrevista coletiva concedida à tarde, na Arena MRV, Rodrigo Caetano se despediu oficialmente do Atlético. O ex-diretor de futebol, além de explicar sua decisão em aceitar a “convocação” da CBF, fez um balanço do seu período à frente do futebol do Clube.
Foto: Pedro Souza / Atlético
Negociação de Sávio
O executivo falou, entre outros assuntos, sobre a negociação de Sávio com o City Football Group, que causa, mesmo depois de quase dois anos, dúvidas na Massa, sobretudo pelo valor e seu rendimento no Girona, da Espanha, seu clube atual.
Sávio comemora gol pelo Atlético no Mineirão – Foto: Pedro Souza / Atlético
Mais um desfalque?
Em campo, o time segue a preparação para enfrentar o América, no próximo sábado (24), no Independência, em clássico válido pela 7ª e penúltima rodada da fase de classificação do Campeonato Mineiro.
Foto: Pedro Souza / Atlético
Com Mauricio Lemos, Igor Rabello, Zaracho e Mariano no departamento médico, Scolari pode ter mais um desfalque. Com um quadro febril com origem viral, o atacante Isaac foi ausência nos últimos treinos e não tem presença garantida na partida.
Rodrigo Caetano, novo coordenador executivo geral de seleções da CBF, se despediu oficialmente do Atlético em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (21).
Além de explicar o por quê de resolver deixar a Cidade do Galo e aceitar a “convocação” para trabalhar com a Seleção Brasileira e fazer um balanço de sua gestão no Clube, o ex-diretor explicou a negociação de Sávio, considerado a principal joia da base do Alvinegro nos últimos anos, que causa, mesmo depois de quase dois anos, dúvidas na Massa, sobretudo pelo valor e seu rendimento no Girona, da Espanha, seu clube atual.
“Eu gostaria muito que o torcedor e a imprensa entendessem que, do lado de cá vai sempre se tentar a melhor negociação, mas também tem que combinar com aquele que vai pagar. Naquele momento, ninguém fez a negociação do Savinho de forma a se contentar pelo preço. Não é o preço que está em discussão, o que está em discussão é que nós queríamos que ele ficasse mais tempo”.
Sávio comemora gol pelo Atlético no Mineirão – Foto: Pedro Souza / Atlético
“Foi o momento do desabrochar dele. Mas, infelizmente, o Clube atravessava uma necessidade gigantesca. Então, é aquela história, quando você não precisa vender, o preço sobe. Não dá para dissociar o caso do Savinho de todo um contexto. Claro, se dissocia, porque é interessante esse tipo de discussão”.
Já acertado com o Manchester City, o atacante renderá mais algum dinheiro ao Galo. Por isso, Caetano acredita que a negociação, então, ficará mais vantajosa no recorte final:
“Nessa segunda transferência vai entrar mais um recurso para o Clube e, consequentemente, toda a negociação vai ficar um pouco mais favorável”.
Após recusar ofertas de outros clubes ingleses e da Alemanha, o Manchester City, principal clube sob o guarda-chuva do City Football Group, que pagou ao Atlético, no meio de 2022, cerca de R$ 35 milhões pelo jovem de 19 anos, fechou a contratação de Sávio para a temporada 24/25.
Segundo informações do jornalista italiano Fabrizio Romano, especialista no mercado de transferências, a operação gira na casa dos € 30 milhões (R$ 160 milhões). Vale ressaltar que o Atlético ainda manteve 12,5% dos direitos de Sávio, podendo receber até 14% do valor total da negociação, por conta do mecanismo de solidariedade da FIFA.
Registrado no Troyes, da França, Sávio desembarcou na Europa para atuar no PSV, da Holanda, por empréstimo, chegando ao Girona para a temporada 23/24. No clube catalão, o atacante acumula sete gols e sete assistências em 28 jogos, sendo preponderante na campanha de vice-liderança do Campeonato Espanhol.
Na última sexta-feira (16), a saída de Rodrigo Caetano da direção de futebol do Atlético foi anunciada oficialmente. De lá para cá, muita água rolou. Inclusive, Victor, antigo gerente, já assumiu o departamento de futebol do Clube.
Na tarde desta quarta-feira (21), no entanto, o novo coordenador executivo geral de seleções da CBF se despediu da imprensa e da Massa, em sua última entrevista coletiva, concedida na Arena MRV, onde fez um balanço de seus três anos de gestão do departamento d futebol do Clube.
Caetano conta que as eliminações nas copas foram responsáveis por seus piores momentos, mas que prefere ver o lado positivo de sua passagem, citando a conquista do Brasileirão de 2021 como o ápice dos seus três anos na Cidade do Galo:
“Momentos difíceis, tivemos. Eliminações, talvez, que não esperávamos, principalmente nas copas. Mas, eu preferiria fazer um balanço muito mais positivo, porque, no futebol, no esporte de alto rendimento, principalmente coletivo, as decepções e derrotas são muito maiores do que os êxitos, no nosso país, inclusive. Nós temos muitos clubes em condições de conquistar o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Então, não é normal ganhar bastante em um espaço muito reduzido. Às vezes, nós todos somos induzidos a esse erro, que é normalizar isso. Para mim, os maiores e melhores momentos foram esses, de conquistas. O Campeonato Brasileiro tem uma marca, vou carregar para sempre, pelo tempo que o Galo não ganhava e pela forma como foi”.
Rodrigo Caetano e família na festa d encomendação do título Brasileiro de 2021, no Mineirão – Foto: Pedro Souza / Atlético
O executivo destaca, porém, o trabalho feito para manter o departamento de futebol do Clube em alta e competitivo:
“A gente é contratado com a missão de acertar muito mais do que errar, mas erramos. A gente tentou construir alguns processos nesse período todos, independente de elenco e das conquistas. Saio com o dever cumprido de ter consolidado processos que vão envolvendo todo o departamento de futebol, de excelente estrutura física, de contratação, prospecção e realocação de atletas. Com o passar dos anos, nós conseguimos fazer pequenos, médios e grandes negócios. A vinda de atletas sempre foi dentro do orçamento. Mantivemos uma estrutura de logística impecável”.
Mais especificamente sobre o processo de contratações, o ex-diretor enumera fatores que justificam eventuais jogadores que não deram certo no Clube:
“Por mais que você tenha um processo de contratação extremamente evoluído, nós contratamos pessoas. Gera-se uma expectativa, mas, por algum motivo, uma lesão, uma falta de adaptação, o atleta não consegue entregar, isso faz parte. Mas acho que a gente acertou muito mais”.
Por fim, Caetano revela que não conseguir ter mantido um treinador de um ano para o outro em nenhum dos últimos três anos pode ser considerado seu maior erro no Atlético:
“Em relação aos erros, é claro que a gente erra e passa por algumas escolhas equivocadas que não vou ficar nominando, com certeza foi não ter dado continuidade de um ano para o outro, de uma temporada para outra, com os mesmos treinadores, porque o reinício é sempre muito doloroso. Mas, enfim, são coisas inerentes ao futebol”.
Anunciado em 6 de janeiro de 2021 para o lugar de Alexandre Mattos, Rodrigo Caetano deixa a Cidade do Galo após pouco mais de três anos, com 27 contratações e seis títulos conquistados: três Campeonatos Mineiros (2021, 2022 e 2023), a Copa do Brasil e o Brasileirão de 2021, além da Supercopa do Brasil de 2022.
Na última sexta-feira (16), a saída de Rodrigo Caetano da direção de futebol do Atlético foi anunciada oficialmente. De lá para cá, muita água rolou. Inclusive, Victor, antigo gerente, já assumiu o departamento de futebol do Clube.
Na tarde desta quarta-feira (21), no entanto, o novo coordenador executivo geral de seleções da CBF se despediu da imprensa e da Massa, em sua última entrevista coletiva, concedida na Arena MRV.
Antes de mais nada, Caetano, além de agradecer torcida, diretoria, investidores, imprensa, jogadores e funcionários, explicou os motivos que o levaram a decidir por deixar a Cidade do Galo e aceitar a “convocação” para trabalhar com a Seleção Brasileira.
O executivo conta que foi uma decisão muito difícil de se tomar, detalha os motivos para tanto, mas revela que a escolha precisava ser feita:
”Essa minha decisão foi muito particular, mas muito difícil. Foi pessoal e profissional, porque, óbvio, todo profissional que milita dentro do esporte almeja representar seu país e o órgão máximo do futebol brasileiro, assim como no vôlei, no basquete”.
“No momento que veio esse convite eu estava no clube que talvez tenha sido minha maior identificação. Aí, são inúmeros fatores. Claro que as conquistas aproximam e fidelizam o torcedor, a forma como eu fui acarinhado… o Galo tem, dentre muitos patrimônios, sua torcida, a Arena, a sede, os clubes, a Cidade do Galo e tem um patrimônio importante que são seus funcionários, que muitas vezes trabalham de forma invisível, mas que trabalham com um afinco e uma dedicação pelo Clube como eu vi em poucos. Tudo isso, somado ao esforço dos investidores, do presidente, até o último momento, na tentativa de uma continuidade aqui. Mas no fim, que bom, eles entenderam, que era um projeto pessoal de um dia poder representar o nosso país em uma outra condição”.
Concluindo, Caetano conta que deixa portas abertas na Cidade do Galo e celebra o reconhecimento ao seu trabalho no Clube:
“Eu tenho absoluta certeza que, por tudo isso, saio daqui com as portas abertas, com o sentimento de parte do dever cumprido, mas sob um olhar de quem, no tempo que ficou aqui, entregou muito comprometimento e trabalho. Acho que esse é o reconhecimento dos donos e do torcedor que me encontra nas ruas e da imprensa. Por tudo isso, a decisão foi muito difícil, mas ela precisava ser tomada”.
Relação com o Atlético
Sobre sua relação com o Clube, o ex-diretor fala com emoção, citando, inclusive, seus filhos, que incorporaram o sentimento Atleticano e eram presença constantes nas arquibancadas:
“A minha (relação com o Atletico) vai ser eterna. Eu estou em uma etapa da minha vida que a gente carrega para construir boas memórias e não tem como deletar esse momento que eu vivi aqui, até porque é muito difícil. Laços emocionais com o Clube, com os funcionários, com os próprios atletas. Foi muito difícil essa despedida. Ainda está sendo muito difícil”.
Rodrigo Caetano e família – Foto: Pedro Souza / Atlético
“Minha família já está toda no rio. Os pequenos já têm que estar estudando. Foram bem chateados e tristes, mas eu, como pai, tenho que dizer para eles que tenham calma, é por um período. Depois, quem sabe a gente volta. Marcou muito muito. Aqui em BH, qual era o lazer da minha família, o momento de alegria e de união? Nos jogos do Galo. Foi isso o tempo todo. Então, incorporou muito disso. Vão ter que se adaptar a uma nova vida, mas com a esperança de ser um até breve. É dessa forma que tentei trabalhar a cabeça deles para não ficar tão sofrido”.
Anunciado em 6 de janeiro de 2021 para o lugar de Alexandre Mattos, Rodrigo Caetano deixa a Cidade do Galo após pouco mais de três anos, com 27 contratações e seis títulos conquistados: três Campeonatos Mineiros (2021, 2022 e 2023), a Copa do Brasil e o Brasileirão de 2021, além da Supercopa do Brasil de 2022.
O clima entre Felipão e boa parte da Massa não anda dos melhores. Além do momento tecnicamente ruim do time do Atlético em campo, a postura ríspida adotada pelo treinador em entrevistas coletivas e algumas de suas escolhas têm causado insatisfação em boa parte da torcida Alvinegra.
A situação só piorou após viralizar um vídeo onde ele é visto discutindo com torcedores que pediam a escalação de Alisson como titular no desembarque da delegação que viajou a Brasília para enfrentar o Itabirito, no último sábado (17), e a tag ‘Fora Felipão’ ficar entre os assuntos mais comentados das redes sociais na tarde de segunda-feira (19).
Diante do cenário desfavorável, surgiu a especulação de que Scolari – que antes do início da temporada revelou planejar sua aposentadoria para o final do ano – estaria cogitando entregar o cargo à direção do Atlético.
O estafe do treinador, no entanto, negou a informação, rechaçando qualquer possibilidade de Felipão se desligar do comando técnico do Clube. Enquanto isso, segue o trabalho interno na Cidade do Galo para blindar o grupo da pressão externa.
O clima entre Felipão e boa parte da Massa não anda dos melhores. Além do momento tecnicamente ruim do time do Atlético em campo, a postura ríspida adotada pelo treinador em entrevistas coletivas e algumas de suas escolhas têm causado insatisfação em boa parte da torcida Alvinegra.
A situação só piorou após viralizar um vídeo onde ele é visto discutindo com torcedores que pediam a escalação de Alisson como titular no desembarque da delegação que viajou a Brasília para enfrentar o Itabirito, no último sábado (17), e a tag ‘Fora Felipão’ ficar entre os assuntos mais comentados das redes sociais na tarde de segunda-feira (19).
Após Victor falar do tema em sua entrevista coletiva de apresentação oficial como diretor de futebol, Gustavo Scarpa comentou o assunto em entrevista à rádio Itatiaia. O meia fala do contexto da situação e revela que o episódio não foi algo muito repercutido no elenco:
”Olha, o Felipão, melhor do que eu, sabe que o futebol no Brasil é essa pressão externa. Às vezes, desnecessária. Às vezes, o pessoal acaba passando do ponto. Mas, acho que foi uma situação isolada. Voltando de viagem e tal. Acabou escutando para mudar jogador de posição, colocar outro jogador. Mas é um cara que é vitorioso demais”.
😬 No desembarque da delegação do @Atletico, o técnico Felipão acabou ofendendo alguns torcedores que cobravam titularidade para o jovem Alisson.
“Confesso que não foi um fato muito comentado. Passou meio batido e tal. Até porque, a gente sabe da nossa responsabilidade neste Campeonato Mineiro. Então, estamos focando mais nas coisas que vão nos ajudar dentro de campo do que ficar se apegando à pressão externa, porque não levar a gente a nenhum lugar”.
Único reforço do Atlético para este início de temporada, Gustavo Scarpa chegou com grande expectativa, começou jogando as quatro últimas partidas, mas ainda não conseguiu entregar uma grande atuação com o Manto.
Na vitória abre o Itabirito, no último sábado (17), no entanto, o meia, que jogou um pouco mais solto em campo, fez seu primeiro jogo completo no Galo e, apesar de ter admitido que ainda está abaixo em alguns aspectos, foi mais participativo.
De acordo com o meia, que vinha sendo escalado pelo lado esquerdo, tal posicionamento pode ter prejudicado seu início no Alvinegro. Em entrevista à rádio Itatiaia, o meia, inclusive, revelou um papo com Felipão para ser deslocado para o outro lado:
“Acredito que sim. Mas já conversei com o Felipão sobre o posicionamento e atuei pelo lado direito nos últimos dois jogos. A minha posição de origem vem sendo cada vez menos utilizada, que é o 10 bem centralizado. Eu prefiro jogar um pouco mais pelo lado direito do campo, não como um ponta direita, mas com uma certa liberdade do meio para o lado direito”.
Em Brasilia, Gustavo Scarpa fez seu primeiro jogo completo – Foto: Pedro Souza / Atlético
Nos seus primeiros jogos, Scarpa teve como um dos companheiros de setor, Zaracho, que também atua primariamente pelo lado direito. Com a lesão do argentino, Igor Gomes foi alçado à condição de titular e vinha revezado o lado com o camisa 6.
Em Brasília, com mais liberdade, conseguiu criar algumas boas jogadas, como no lance em que colocou Alisson em condições de marcar, na reta final da segunda etapa. Scarpa conta a influência em seu jogo que faz poder atuar pela direita, mas diz se adaptar à qualquer posição que for preciso ser colocado:
“Isso muda um pouco minha característica de jogo. Do lado direito, consigo chutar mais para o gol. Do lado esquerdo, escolho mais o cruzamento. Sem demagogia, do lado ou posição que estiver, eu sou profissional e preciso me adaptar. Às vezes é a posição que está sobrando e a gente tem que aproveitar”.
O próximo desafio de Scarpa com o Galo é neste sábado (24), no clássico diante do América, no Independência, em jogo válido pela 7ª e penúltima rodada da fase de classificação do Campeonato Mineiro.
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