Cris Galo apresenta o Fala Galo na Geral e traz as principais notícias do Atlético
Cris Galo apresenta o Fala Galo na Geral, o único programa 100% alvinegro das suas manhãs e com muita informação sobre o Atlético.
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Por: Angel Baldo
Tentando escapar da zona de rebaixamento, o Vasco terá dois desfalques para encarar o Atlético no próximo domingo, às 11h, no Maracanã, em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O atacante argentino Luca Orellano recebeu o terceiro cartão amarelo no empate contra o RedBull Bragantino e cumprirá suspensão automática, já o treinador Ramón Díaz recebeu o cartão vermelho após invadir o campo para reclamar de uma falta em Gabriel Pec.
Após quatro jogos com portões fechados em São Januário, o clube carioca conseguiu liminar na Justiça que derrubou a punição do STJD.
Por: Angel Baldo
Nas últimas semanas, uma polêmica ganhou força nas redes sociais: É PROIBIDO ASSISTIR JOGOS EM PÉ? O FalaGalo bateu um papo rápido Bernardo Farkasvölgyi, arquiteto responsável pelo projeto da Arena MRV, que respondeu essa questão!
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Por Max Pereira @Pretono46871088 @MaxGuaramax2012
A desorganização tática do Atlético e, em consequência, a incapacidade de criar e as dificuldades de marcar gols em alguns momentos são terríveis e têm sido a marca atleticana nesses últimos tempos. O time venceu, mas não convenceu. E existe um porquê.
A diferença de sprint, de dinâmica, de força física e mental tem sido brutal em relação aos adversários.
O bate boca entre jogadores do Atlético que por vezes acontece é produto, ora dos problemas de posicionamento, ora das escolhas erradas. Enquanto os adversários vêm jogando futebol, o Atlético vem batendo cabeça.
O Bahia como todo e qualquer adversário nos últimos tempos levou flagrante e absurda vantagem nas disputas físicas, como o pé de ferro, e na segunda bola, com o Atlético perdendo praticamente todos os rebotes defensivos e ofensivos.
Arbitragem, como esperado, bastante ruim, mas não pode ser debitada a ela a futebol extremamente pífio do Atlético.
O Galo é hoje dentro de campo a resultante desastrosa de uma política e de uma gestão fora dos gramados absolutamente temerárias e equivocadas.
Mais ou menos com essas palavras resumi para alguns amigos o que foi, para mim, o primeiro tempo contra os baianos. O segundo tempo foi apenas menos ruim. Para o atleticano Gilberto Almeida, para quem o Atlético teve apenas uma virtude, esforço, entrega e raça, vencer foi um grande lucro.
Ainda no intervalo, o companheiro Angel Baldo aqui do Fala Galo externou-me a sua preocupação: “Tô temendo o pior, meu amigo. Continuar assim, Série B é logo ali”.
Venceu jogando mal. E qualquer análise tática que prescinda de considerar variáveis dos bastidores atleticanos fatalmente cairá no vazio, pois nada de útil e de construtivo produzirá para o clube.
E por que, independentemente do resultado, o Atlético não vem apresentando um bom futebol? O grande Gilberto, com extrema felicidade, defende que o Galo dos tempos atuais joga à base do improviso, sem planejamento, sem criação e sem efetividade ofensiva.
“Ah! Bataglia e Otávio estão batendo cabeça no meio de campo atleticano e parece que um está marcando o outro. Os adversários agradecem”, se ressentem vários atleticanos nas redes sociais.
Mas porque os jogadores alvinegros às vezes mais se atrapalham do que se ajudam? Por que os jogadores atleticanos têm mostrado falta de confiança quando em jogadas ofensivas poderiam ter matado o jogo? Por que tanto medo de errar?
Algumas substituições feitas por Felipão, inimagináveis e surpreendentes para milhões de galistas espalhados pelo mundo, por vezes têm corrigido alguns problemas pontuais e dado alguma solidez defensiva ao time, como aconteceu diante do Palmeiras em São Paulo e do Bahia no Mineirão.
E, por falar em robustez defensiva, a bem da verdade e da justiça é forçoso reconhecer que o miolo de zaga mais uma vez jogou com sobriedade, ratificando a significativa melhora no jogo aéreo que tem mostrado nos últimos jogos.
Se não tem faltado vontade e luta para ninguém, as oscilações técnicas e de rendimento individual são frequentes. Em outras palavras, vários jogadores atleticanos têm sido tecnicamente bastante irregulares, o que potencializa a desorganização tática.
É fato que Felipão tem pouco tempo de trabalho e isso precisa ser levado em consideração. Mas, é verdade também que o estilo de jogo do veterano treinador, ao mesmo tempo que significa uma mudança radical na forma de jogar do time, o que demanda tempo para o grupo assimilar, também projeta um futebol nada plástico, nada bonito de se ver, reativo na maioria dos confrontos e de muita pegada.
Tenho repetido à exaustão que o que acontece dentro de campo é consequência direta do que acontece fora dele.
Assim, a inexistência de um futebol coletivo eficiente, particularmente na articulação e na construção das jogadas e a baixa autoestima e a insegurança dos jogadores que, não obstante não deixarem de lutar um segundo sequer, os têm levado a fazer um excessivo número de escolhas erradas e a finalizar mal, desperdiçando oportunidades incríveis de marcar, têm raízes fincadas intramuros do clube que requerem acurada investigação, atitude e enfrentamento de quem comanda os destinos alvinegros.
Não existe causa sem efeito e, por obvio a recíproca é mais do que verdadeira.
Os recorrentes atrasos de pagamento dos salários e das premiações, a política do desfazimento de ativos que levou o clube a reduzir e mudar temerariamente o elenco, a fritura e as trocas intempestivas de treinadores desde o fim de 2021, a chegada de alguns novos atletas de características bem diferentes dos que saíram e que precisam de um tempo para se adaptar que varia para cada um, o disse me disse que coloriu o entorno de várias saídas e a forma como elas aconteceram, as cobranças raivosas e agressivas de torcedores, organizados ou não, para cima de vários jogadores e de alguns treinadores como o Turco Mohamed e argentino Coudet e o desgaste físico do elenco, que tem provocado várias contusões, algumas recidivas, formam um conjunto de fatos que, não obstante o profissionalismo e a notória entrega dos jogadores, têm se conjugado pesadamente contra a harmonia e o desempenho do time em campo.
Mais do que nunca é preciso não permitir que está magra vitória contra o Bahia esconda o que de ruim tem acontecido com o Atlético.
É compreensível que um torcedor apaixonado e passional como o atleticano se deixe levar pela raiva e pela frustração de um futebol nada convincente como este que o Atlético vem praticando.
Os ataques a este ou a aquele jogador são naturais e não surpreendem a quem conheça o Galo e a Massa minimamente. Paulinho é hoje um dos alvos mais frequentes.
Sobre isso, o atleticano Roberto Gallo, cirúrgico como sempre, assim se manifestou:
“O Galo fez dois gols com a bola rolando (sem considerar bola parada) nos últimos oito jogos. Ambos do Paulinho, que segundo alguns ‘experts’, é o problema do Atlético”.
Claro que Paulinho, assim como nenhum outro jogador, é o problema do clube. Nem o maior e nem o menor.
A partir de agora o Atlético tem, dentro de campo, uma única missão: a de pontuar no segundo turno do brasileirão para não correr riscos de rebaixamento. O que vier além disso será um enorme lucro.
E, fora das quatro linhas uma dupla tarefa:
Primeiro, a de prover o time de condições objetivas para fazer uma campanha minimamente consistente no Brasileirão.
E, segundo, o de planejar a próxima temporada, de forma a não repetir os erros e as políticas que fizeram o clube desde a conquista da Supercopa no início de 2022, a praticar um futebol irritante e irregular e, nos últimos anos, a se desfazer de ativos e de jogadores temerariamente e a acumular uma dívida estratosférica e sufocante.
Mais do que nunca é preciso repensar o Atlético. E esta é uma missão de todo e qualquer atleticano, de dentro e de fora do clube. Não é uma tarefa para um salvador da pátria. Não basta constituir uma SAF e achar que tudo estará resolvido. As concepções e os métodos deverão ser repensados e radicalmente modificados. O Glorioso precisa convencer também fora do campo.
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*Este texto é de inteira responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do FalaGalo*
Por Betinho Marques e Hugo Fralodeo
Além dos cânticos nas arquibancadas que transformarão a casa do Galo em um caldeirão, a Arena MRV está ganhando a sua voz. O narrador Jaime Júnior, que trabalhou no grupo Globo por 15 anos, será o locutor oficial dos eventos no estádio do Atlético.
Fazendo o que mais gosta, realizado, livre e se sentindo feliz, JJ será a voz que anunciará as entradas em campo, as escalações, gritará gol do Galo de forma totalmente “parcial” e pulsará com o estádio.
Tendo, inclusive, já participado do Lendas do Galo, segundo evento-teste da Arena, no último dia 16 de julho com uma empolgação peculiar, a perspectiva de boa “química” com a Massa já é muito grande.
Mineiro de Matozinhos e formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Caratinga, Jaime Júnior é Atleticano, narrador, apresentador, comentarista e repórter. Fora o período fazendo trabalhos pontuais no SporTV e no Premiere, ele foi contratado pela Globo Minas em setembro de 2011, se desligando da emissora no último mês de abril de 2023. Curiosamente, sua última transmissão na empresa foi no clássico com o América que confirmou o Tetracampeonato Mineiro do Galo.
A expectativa é que Jaime conecte a atmosfera da Massa e retransmita esse fervor ao campo, fazendo com que o efeito de “caldeirão” projetado desde a concepção do estádio se torne prática, visível e emocionante.
Todos os indícios dão conta que Atlético e Santos, no próximo dia 27 de agosto, inaugurem este novo tempo na nova casa do Galo com ele na “área”.
Bem-vindo, Jaime Júnior!
Inté, garoto!
Jamais será só futebol. Não somente pelo encontro que torna indistinguível classes sociais, crenças e quaisquer diferenças ou semelhanças entre todos nós. Quem veste o preto e o branco é Atleticano. Não importa se gosta mais ou menos de jogador V ou P, se treinador L ou E está à frente do time, qual o camisa 10 da vez, se tem camisa 10, se está com três zagueiros em campo, se tem 1, 100, 10.000 ou um Mineirão lotado, quando entram 11 em campo nos representando, tudo fica irrelevante.
Para mim, para você e para outros tantos, ir ao Mineirão empurrar o Galo para cima dos adversários é algo sagrado, que passa de geração em geração, mantendo vivo nossos ideais. Estranho pensar que, para muitos tantos outros – afinal, somos quase 10 milhões – a corriqueira passada pela catraca do Gigante da Pampulha é ainda um sonho. Aliás, se você pensar na ansiedade que está sentindo para poder torcer na Arena MRV, você vai se transportar para os sonhos de quem só viu o Atlético pela tela ou pelos olhos da turma do radinho.
Após o Galo bater o Bahia neste domingo (13), quando Silvana e sua galera passavam pela esplanada para deixar o Mineirão, chamou a atenção a visão de um rapaz ajoelhado, de frente para o Gigante, com os braços abertos apontando para os céus. Curiosa com o que viu, ela se aproximou do moço e quis saber o motivo de tal gesto. Já devidamente apresentada a Allan, Silvana ouviu a história que agora nos conta:
“O sonho dele era estar no Mineirão. Só de estar ali fora, ouvindo o jogo e o barulho lá de dentro, ele já estava muito emocionado”.
Não é tão incomum quanto pode parecer. Afinal, todo Atleticano sente algo diferente, tão desmedido, que nem nós podemos mensurar, quando estamos reunidos em nome do Galo. Eu mesmo, já ouvi a história de uma menina que se sentou próxima ao Gigante e se emocionou durante um clássico que era jogado a poucos metros dela, fora do estádio, mas dentro do jogo, feliz de estar tão perto do Atlético. A alma Alvinegra da turma não poderia deixar Allan “só” com a sensação de ter feito parte daquele tão trivial Atlético x Bahia pelo Brasileirão.
Além de ser convidado para torcer da arquibancada em um próximo jogo, Allan recebeu um presente simbólico e inesquecível. Júnior, filho de Silvana, em um gesto puramente Atleticano, tirou a camisa que vestia para vestir e dar ainda mais pertencimento e alegria a Allan:
“Nós precisamos realizar pelo menos um pouquinho mais desse sonho. Prometi a ele que vou levá-lo no próximo jogo. Eu não tinha nenhuma camisa que pudesse dar a ele, mas meu filho estava usando uma camisa de um dos Consulados, tirou e deu a ele, que ficou muito feliz e agradecido”.
Confira as palavras do Allan, que realizou o seu sonho!#FalaGalo pic.twitter.com/WsMHfR2iHV
— Fala Galo (@Falagalo13) August 14, 2023
Este foi só o primeiro capítulo desta história que continuará a ser contada por Allan e Silvana. Fique ligado no FalaGalo para acompanhar o que vem pela frente. O Clube Atlético Mineiro somos nós, o Galo é de todos, é do povo e de mais ninguém.
Por: Betinho Marques
Conforme informado há pouco no FalaGalo pelo Twitter, o PL 623/2023, de liberação da Arena MRV, será apreciado no máximo até o dia 16 agosto em segundo turno. A expectativa é que esteja tudo pronto para o prefeito Fuad Noman sancionar no dia 18 do mês corrente. O processo já está concluso para apreciação, carecendo apenas a confirmação da data.
🚨 Atenção! 🚨
PL de liberação da Arena MRV
será apreciado até no máximo dia 16 de agosto em segundo turno. A expectativa é que esteja pronto para o prefeito sancionar no dia 18 do mês corrente. #FalaGalo | Via @rmarques13#FalaGalo pic.twitter.com/VCFCvrHaRn— Fala Galo (@Falagalo13) August 8, 2023
Antecipado no início de julho pelo FG, o Santos deve mesmo realizar a partida de estreia contra o Atlético na sua nova casa. Há uma expectativa de que Galo x Peixe marque esta abertura oficial na Arena MRV, a princípio, no dia 27 de agosto, um domingo.
Neste momento, o clube acelera os preparativos para poder receber o evento, que pode marcar além do início das atividades do estádio, um jogo de camisas gigantes, com uma homenagem a Pelé – o Brasileirão de 2023 homenageia o atleta do século – após a morte da lenda e resgata também o vínculo do seu pai, Dondinho, que chegou a jogar no Atlético em 1940 e, por uma lesão grave no menisco, não prosperou na profissão de atleta.
Apesar de ter sido considerado excelente jogador e que marcava muitos gols, aquela lesão mudou seus planos. “Na verdade eu torcia para o Atlético Mineiro porque meu pai, seu ‘Dondinho’, jogou lá” – declarou Pelé em uma oportunidade.
Por Hugo Fralodeo
No final da manhã desta sexta-feira (4), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a escala de arbitragem para a 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na partida do Atlético, que visita o São Paulo, às 16h de domingo (6), no Morumbi, Rodrigo José Pereira de Lima, árbitro filiado à Federação Pernambucana, foi o escalado.
Pereira de Lima será auxiliado por Francisco Chaves Bezerra Júnior, também da Federação de Pernambuco, e Rodrigo Figueiredo Henrique Correa, do quadro da FIFA e da Federação Carioca. Rodolpho Toski Marques (VAR-FIFA), da Federação Paranaense, estará na cabine do VAR.
Douglas Marques das Flores (Quarto Árbitro), José Macellin (Assessor), Lilian da Silva Fernandes Bruno (AVAR 1), Alisson Sidnei Furtado (AVAR 2) e Giuliano Bozzano (Observador de VAR) completam o quadro de arbitragem.
Esta será a terceira partida do Atlético apitada por Pereira de Lima na atual edição do Brasileirão. Anteriormente, ele apitou a vitória sobre o Coritiba, no Couto Pereira, e a derrota sofrida para o Corinthians, no Mineirão, partidas válidas pela 7ª e 14ª rodadas, respectivamente.
Por Hugo Fralodeo
Quando o Atlético entrar no gramado do Morumbi para enfrentar o São Paulo, às 16h deste domingo (6), pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, será com algo que se tornou incomum já há algum tempo: sem Everson puxando a escalação do time.
Suspenso pelo acúmulo de amarelos, o Paredão foi advertido com o terceiro cartão no final do primeiro tempo da derrota sofrida para o Flamengo, por retardar a cobrança de um tiro de meta no final do primeiro tempo, quando o Atlético ainda vencia o rubro-negro por 1 a 0.
Presente em todas as partidas da atual temporada, Everson desfalca o Galo depois de uma sequência de 51 jogos, somando os 44 de 2023 e os sete últimos compromissos de 2022. A última vez que o Alvinegro começou um jogo com outro goleiro a não ser Everson foi há quase dez meses, no dia 9 de outubro de 2022, quando Rafael foi titular da meta no empate sem gols com o Ceará, no Mineirão, válido pela 31ª rodada do Brasileirão.
Desta vez, Matheus Mendes terá a missão de substituir o Paredão. O prata da casa, por sua vez, não atua desde maio de 2021, quando foi o titular do empate por 1 a 1 com o Tombense, jogo que garantiu o Atlético na final do Campeonato Mineiro daquele ano.
Por: Angel Baldo
Se no profissional a movimentação para novos reforços foi nula, na base, o diretor Erasmo Damiani segue trabalhando e buscando jovens com alto potencial. A bola da vez é o ponta-direita Jadson Lima, que pertence ao Cuiabá e chega por empréstimo com passe fixado ao maior de Minas.
Intervalo de jogo na Arena Pantanal:
Cuiabá 1×0 América-MG. Esse foi o gol do primeiro tempo, marcado pelo Jadson (2005). Segundo dele nesse Brasileiro Sub-20. Ele também já estreou no profissional do time mato grossense.
O cruzamento foi do lateral direito Gustavo Café (2003). pic.twitter.com/7FlHtc1Tec— José Gustavo Felix (@zegustavo97) March 23, 2023
Jadson, de 17 anos, estava atuando na equipe sub-20 do Dourado e chegou a ser levado para compor o grupo principal em alguns jogos na temporada. Pelo Brasileirão sub-20, o velocista atuou em nove partidas e marcou dois gols.