A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu a escala de arbitragem para o duelo entre Atlético x Mirassol, válido pela 25ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. A partida acontecerá no próximo sábado (27/09), às 21h (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte.
O dono do apito será Rafael Klein, da Federação do Rio Grande do Sul. Rafael da Silva Alves e Tiago Augusto Kappes Diel, que também são da Federação do Rio Grande do Sul, serão os auxiliare. O VAR será comandado por Paulo Henrique Schleich Vollkopf, que pertence a Federação do Mato Grosso.
Será a quarta partida que Rafael Klein apita do Galo na temporada. A primeira foi o empate sem gols contra o Corinthians na Arena MRV, em jogo válido pela 10ª rodada do Campeonato Brasilerio. As outras duas foram pela Copa do Brasil – Vitória nos pênaltis contra o Flamengo pelas oitavas e derrota para o Cruzeiro no Mineirão nas quartas.
O departamento de base do Atlético acertou a contratação do meia-atacante Miller Pietro, de 16 anos e que estava no Sport Recife. Considerado uma das grandes joias da base do Leão, Pietro teve o seu contrato rescindido no início da semana, fato que acabou gerando revolta de alguns torcedores do Sport nas redes sociais.
O Fala Galo entrou em contato com uma fonte, que elogiou o atleta e afirmou que o mesmo era monitorado por equipes europeias. Pietro chega inicialmente para a equipe Sub-17, comandada pelo téncico Henrique Teixeira.
“Pietro é um belíssimo atleta. Muito habilidoso, com uma visão de jogo privilegiada. Ele era observado de perto por grandes equipes europeias e nós agimos rápido para trazê-lo”, destacou uma fonte ao Fala Galo.
“Nós já monitoravamos ele. Outros clubes brasileiros como Botafogo, Flamengo, Santos e Grêmio também estavam de olho. Era comum ver olheiros dessas e outras equipes nos jogos do Sport para observar Pietro”, concluiu.
Pietro deixa o Leão com as conquistas da Copa Nordestinho e a Copa Pernambuco Sub-17. Antes do Leão, o atleta passou pelo Água Santa, do interior de São Paulo.
A informação da contratação do meia-atacante foi anunciado primeiramente pela página especialistazada em base Galinho Informativo, do redator Rhuan Kaick e confirmada pelo Fala Galo.
A Academia de Futebol do Galo segue em ritmo acelerado de crescimento e consolida sua presença no cenário internacional. Após o sucesso das primeiras unidades no Brasil, o projeto agora avança para os Estados Unidos, com duas unidades já em funcionamento e outras sete em processo de implementação.
Atualmente, as unidades Orlando (FL) e Harrison (NJ) já estão operando, oferecendo a metodologia exclusiva do Galo, reconhecida pela formação de atletas de alto nível e pelo compromisso com a excelência no ensino do futebol.
Além dessas, outras sete unidades estão em fase de implantação:
Jacksonville (FL)
Silver Spring (MD)
Boca Raton (FL)
Kearny (NJ)
Massachusetts (MA)
Massachusetts II (MA)
Newark (NJ)
Com essa expansão, a Academia reforça seu objetivo de levar a paixão pelo futebol e a metodologia do Atlético Mineiro para diferentes culturas, criando oportunidades para jovens talentos e fortalecendo a marca Galo no exterior.
“Nosso propósito é internacionalizar a experiência do Galo, oferecendo uma formação completa que une técnica, disciplina e valores do clube. A presença nos Estados Unidos é estratégica para consolidar nossa marca e abrir portas para novos talentos”, destaca Sidnei Loureiro, CEO da Licenci Esportes, empresa que faz toda a gestão do projeto.
A Academia de Futebol do Galo segue investindo em tecnologia, capacitação e estrutura para garantir que cada unidade mantenha o padrão de qualidade que é marca registrada do clube.
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A categoria de base do Atlético encerrou sua trajetória na Copa Gramado Laghetto na semifinal. O torneio permitiu mostrar um desempenho interessante dos crias da base, que tiveram três vitórias e 17 gols marcados em cinco partidas.
O campeonato permitiu que alguns atletas pudessem demonstrar sua qualidade técnica em campo e ter mais tempo de jogo. Entre os atletas está João Guilherme, recém-chegado do Ibrachina, foi sua primeira participação em uma competição com o Manto da Massa.
De acordo com o atacante, poder competir pelo Galo pela primeira vez foi uma experiência especial: “Essa foi minha primeira vez competindo com a camisa do Atlético. Fico muito satisfeito com o que pude fazer nesse campeonato. Não conseguimos chegar ao título, mas acredito que fizemos um bom trabalho — e ainda há mais por vir.”
Durante a campanha, João Guilherme iniciou todas as partidas como titular, tendo seis participações em gols, três gols e três assistências, participando de 35% dos gols feitos pelo Maior de Minas.
Com foco no Mineiro e para a próxima fase do Brasileiro Sub-17, João disse que os trabalhos seguem intensos e visa a reta final dos dois campeonatos: “Estamos com duas competições muito importantes em jogo ainda. Os treinos não param. Vamos brigar pelos dois títulos e espero poder contribuir ao máximo para a equipe, pensando jogo a jogo para chegar aos nossos objetivos.”, concluiu o cria da base.
É inegável que o atacante Hulk é um dos grandes jogadores da história do Atlético. Em 272 jogos, o atacante soma 178 participações em gols, além, claro, das conquistas importantes como o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil em 2021.
Na atual temporada, o desempenho do atleta, quando analisado de forma ‘cheia’, não é ruim. São 44 jogos disputados, 16 gols marcados e quatro assistências contribuídas, porém, a situação fica um pouco ‘complicada’ quando os sete gols anotados no Campeonato Mineiro são excluídos.
A clássificação na bácia das almas contra o Bolívar, fez o atacante chegar ao nono jogo consecutivo sem marcar. O último gol aconteceu na vitória por 2 a 1 contra o Godoy Cruz, na Arena MRV, em jogo válido pela ida das oitavas de final da Copa Conmebol Sul-Americana.
Logo após a partida, o atacante de 39 anos respondeu se pretende ficar no Atlético em 2026: “Eu tenho mais um ano de contrato e respeito muito o Galo. A prioridade é ficar, mas se não tiver que ficar, vai ser uma conversa, vamos ver, vamos esperar”, disse Hulk.
“A maior virtude do ser humano é apontar o dedo, é criticar. Isso aí é uma coisa que eu levo para minha vida, a gente sabe que criticar é a coisa mais fácil do mundo, então é algo que não tira a minha paz. Eu não me apego aos números, aos recordes… Quando eu faço o gol, eu não sou o melhor do mundo, quando eu perco, também não sou o pior. Tenho a conciência tranquila, mesmo jogando mal, mesmo não correspondendo, eu tento dar o meu melhor. Então as críticas são naturias…”, acrescentou o atacante.
A relação de Gustavo Scarpa com a torcida do Atlético é “oito ou oitenta”. Parte da torcida não gosta do meia, enquanto outra parcela o defende com unhas e dentes. Mas o fato é um: o camisa 10 tem sido muito importante na temporada, seja com gols ou assistências. Scarpa teve participação decisiva em todos os gols marcados pelo Galo, nos últimos quatro jogos.
No período, o Atlético empatou fora de casa com o Bolívar (2 a 2), venceu os bolivianos, em BH (1 a 0), e empatou com o Santos, na Arena (1 a 1). Gustavo Scarpa distribuiu assistências em todos os gols Alvinegros. O time passou em branco nos clássicos contra o Cruzeiro, e na derrota para o Vitória. Só que, se contarmos o gol do jogador contra o Grêmio, os números ficam ainda mais impressionantes: participação direta em cinco dos últimos seis gols do clube.
Considerando todo o ano, o meia chegou à marca de dez assistências. Contando as partidas de Copa, ele é o melhor garçom de todo o futebol brasileiro, com seis passes para gol. Com tudo isso dito, uma coisa é certa: quando Scarpa participa do jogo, o Atlético marca gols. Para a Massa Atleticana, isso significa a esperança por uma retomada do Galo em 2025.
Com gol solitário de Bernard, o Atlético venceu o Bolíviar e avançou para às semifinais da Copa Conmebol Sul-Americana. Com a classificação, o Maior de Minas garantiu R$ 20,4 milhões em premiações na segunda competição mais importante do continente.
No início da temporada, a diretoria atleticana colocou como meta, chegar nas semifinais da Copa Sul-Americana.
Fase de grupos: US$ 900 mil (R$ 4,9 milhões) Vitória na fase de grupos: US$ 115 mil (R$ 631 mil) Playoff: US$ 500 mil (R$ 2,8 milhões) Oitavas de final: US$ 600 mil (R$ 3,4 milhões) Quartas de final: US$ 700 mil (R$ 3,8 milhões) Semifinal: US$ 800 mil (R$ 4,3 milhões)
Nesta quarta-feira (24), o Atlético venceu o Club Bolívar por 1 a 0, na Arena MRV, em Belo Horizonte, e se classificou para a semifinal da CONMEBOL Sul-Americana. O gol foi marcado por Bernard, no segundo tempo. O clube mineiro aguarda o vencedor de Independente Del Valle e Once Caldas, que ainda se enfrentam. O clube colombiano tem a vantagem por ter vencido o primeiro duelo por 2 a 0, fora de casa.
Muitos erros e pouco futebol marcam a etapa inicial
O técnico Jorge Sampaoli mandou a campo um time com três zagueiros. Iván Román na direita, Lyanco centralizado e Vítor Hugo pela esquerda. Alan Franco e Alexsander como volantes. Scarpa e Arana nas alas, Igor Gomes na armação, com Reinier e Hulk no ataque. Entretanto, o Atlético, muito espaçado, teve dificuldades para criar jogadas e sair da pressão do Bolívar na Arena MRV. O time boliviano manteve as linhas altas e impediu a troca de passes no campo ofensivo.
A primeira chegada de perigo foi dos visitantes. Aos 12 minutos, Cataño arriscou de fora da área e mandou rente à trave. Everson apenas acompanhou.
Pouco depois, Alexsander se machucou em dividida e deu lugar a Bernard. Com a mudança, Igor Gomes recuou para atuar mais próximo de Franco, enquanto Bernard se posicionou mais perto do ataque.
O Galo seguiu sem conseguir finalizar. Até a meia hora, não levou perigo ao gol adversário. A estratégia de Jorge Sampaoli não surtiu efeito, e o treinador pediu mudanças: menos saídas curtas na defesa e mais ligações diretas para o setor ofensivo. O time também passou a marcar em bloco mais baixo, tentando explorar os contra-ataques.
A primeira finalização atleticana só aconteceu aos 46 minutos. Scarpa dominou na entrada da área e chutou rasteiro. A bola desviou na defesa e saiu em escanteio, encerrando um primeiro tempo de muita dificuldade para os donos da casa.
Foi um primeiro tempo de pouco futebol por ambas partes. A equipe atleticana pouco chegou na área adversária, faltou ser mais vertical, buscar os espaços. Já o Bolívar, conseguiu chegar por mais vezes ao ataque, mas sem efetividade. Mesmo após um primeiro tempo de pouca inspiração, os times voltaram sem mudanças para a etapa final.
Galo sofre, mas Bernard decide nos minutos finais
Aos 8 minutos, o Atlético enfim criou perigo. Hulk puxou contra-ataque e rolou para Bernard, que foi travado. Na sobra, Scarpa bateu firme, mas acertou a rede pelo lado de fora.
O Galo cresceu no jogo, adiantou a marcação e passou a acelerar as trocas de passes. Com triangulações rápidas, conseguiu envolver a defesa boliviana e encontrar espaços, que já não conseguiu marcar sob pressão na saída de bola atleticana.
Dois minutos depois, quase saiu o gol. Bernard inverteu para Arana, que cortou para dentro e tabelou na área. O lateral finalizou rasteiro e viu a bola passar rente à trave de Lampe. O time mineiro passou a ter um alto volume de jogo, mas pecando nas tomadas de decisão no último terço do campo.
Aos 17, Sampaoli fez a sua segunda alteração. Sacou Reinier para a entrada de Rony. Hulk e Bernard passaram a jogar lado a lado, com o camisa 33 no comando do ataque.
Sampaoli fez as últimas alterações no time. Tirou Iván Román, Hulk e Arana para as entradas de Fausto Vera, Biel e Caio Paulista. Mesmo com as mudanças, manteve o esquema com três zagueiros. Vera passou a atuar pela direita, Biel assumiu a ala direita e Caio Paulista ficou pela esquerda.
Aos 37, Biel partiu em velocidade, entrou na área e foi calçado por Cataño. O camisa 77 caiu na área, e o árbitro Facundo Tello marcou pênalti. Mas ao consultar o VAR, foi informado que a falta foi fora da área. Na sequência do lance, Scarpa bateu falta com perigo, mas a bola foi para fora.
Aos 40, Cauteruccio enfiou a bola para Dorny Romero, que dominou cara a cara com Everson e chutou em cima do goleiro, que mandou a bola para escanteio.
Na sequência, Fausto Vera deu um lançamento espetacular para Biel, que ao dominar foi derrubado. O árbitro não marcou a penalidade.
Nos minutos finais, Scarpa recebeu em profundidade, cruzou a bola na área para Bernard, que cabeceou sozinho e mandou para o fundo do gol. Classificando o Galo para a semifinal da CONMEBOL Sul-Americana. Com o triunfo, o Atlético encerra o jejum 7 jogos sem vencer. A última vitória tinha sido no dia 21 de agosto.
O Atlético volta as atenções para o Brasileirão, onde enfrenta neste sábado às 21h, o Mirassol, na Arena MRV, em Belo Horizonte. O Galo está na 15ª posição, com 25 pontos. Três a mais que o Vitória, primeira equipe na zona de rebaixamento. Já o clube paulista, vem fazendo uma campanha histórica, e ocupa a quarta colocação, com 42 pontos.
Estatísticas da partida
Gol: Bernard (aos 46 minutos do segundo tempo);
Posse de bola: Atlético 60% x 40% Club Bolívar;
Finalizações: Atlético 6 x 7 Club Bolívar;
Finalizações certas: Atlético 1 x 2 Club Bolívar;
Total de passes: Atlético 478 x 294 Club Bolívar;
Cartões amarelos: Igor Gomes (aos 19 minutos do primeiro tempo); Cataño (aos 34 minutos do segundo tempo), Fausto Vera (aos 36 minutos do segundo tempo), Biel (aos 43 minutos do segundo tempo),
Galo busca reação sob cobranças em meio a série sem vitórias na temporada
O Atlético continua em meio à panela de pressão. No fim de semana, o time perdeu para o Botafogo por 1 a 0, no Nilton Santos, e se aproximou da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O resultado aumentou a tensão sobre o elenco e sobre o técnico argentino Jorge Sampaoli, ainda sem vitórias desde a sua chegada.
Sendo assim, caso queira se classificar para a principal competição do continente, o Galo precisará encontrar o equilíbrio entre as competições, mas vive uma “faca de dois gumes”: a fuga do rebaixamento no Brasileirão e uma possível grande conquista continental. Mas, única certeza é que um triunfo diante os bolivianos, além de quebrar a sequência ruim do Atlético, pode marcar a virada de chave nos ânimos na Cidade do Galo.
Vale lembrar que até aqui, o Atlético não vence uma partida desde o confronto de volta das oitavas de final, contra o Godoy Cruz, por 1 a 0, em Mendoza, na Argentina. Estes números são ainda mais alarmantes quando estendemos para a campanha no campeonato nacional. O Galo não vence desde o dia 03 de agosto, quando bateu o Bragantino, em casa, por 2 a 1.
Para tentar mudar essa história, Sampaoli terá dor de cabeça para armar seu time titular, isso porque terá seis baixas. São elas: Natanael e Junior Alonso (Suspensão) Tomás Cuello (Fratura da fíbula esquerda, associada a ruptura dos ligamentos no tornozelo esquerdo), Saravia (em transição), Patrick Silva (fratura na região lombar) e Caio Maia (cirurgia no joelho direito).
Sampaoli deve apostar em um esquema que valoriza a posse de bola e a ocupação dos espaços. A defesa tende a ter três zagueiros: Lyanco, Vítor Hugo e Iván Román. Na proteção, Alan Franco segura a última linha e dá liberdade a Alexsander para participar da criação.
Na ala esquerda, a disputa segue aberta. Caio Paulista foi bem nos últimos jogos, mas Guilherme Arana deve começar, ampliando o campo e levando perigo ao ataque. Pela direita, Scarpa deve buscar as inversões, com Rony atacando em velocidade e Hulk como referência. A ideia é abrir o jogo pelos dois lados e dificultar a marcação rival. Sem a bola, a equipe pode recuar para uma linha de cinco defensores, com mais quatro à frente. No ataque, dois homens ficam prontos para acelerar os contra-ataques.
Portanto, o provável Atlético para enfrentar o Club Bolívar tem: Everson; Lyanco, Vítor Hugo, Iván Román; Alan Franco, Fausto Vera, Alexsander, Gustavo Scarpa e Guilherme Arana; Reinier e Hulk. Técnico: Jorge Sampaoli.
La Academia tenta quebrar retrospecto ruim jogando no Brasil
Ao todo, o Club Bolívar já enfrentou clubes brasileiros, longe de seus domínios por 20 vezes, vencendo em apenas uma ocasião. Na fase de grupos da Libertadores de 2004, contra o Athletico Paranaense, em Curitiba. Para tentar diminuir essa desvantagem, o técnico Flávio Robatto terá somente um desfalque, o zagueiro Ignacio Garaglio foi expulso no segundo tempo, por uma entrada violenta em Caio Paulista. Seu provável substituto deve ser Santiago Echeverría.
Sendo assim, a provável escalação do Club Bolívar tem: Carlos Lampe; Jesús Sagredo, Miguel Torrén, Santiago Echeverría e José Sagredo; Leonel Justiniano, Robson Matheus, Carlos Melgar e Daniel Cataño; Batallini e Martín Cauteruccio.
Há 33 anos, vencia o Olimpia-PAR e conquistava a primeira edição da Copa Conmebol, precusora da Copa Conmebol Sul-Americana. O Maior de Minas fez uma competição impecável e superou equipes como Fluminense, Atlético Junior de Barranquilla-COL e El Nacional-EQU, além, claro, do próprio Olimpia.
A CAMPANHA
O Galo estreou contra o Fluminense pelas oitavas de final no Rio de Janeiro. A equipe comandada por Procópio Cardozo foi derrotada por 2 a 1. Na volta, o Galo não tomou conhecimento dos cariocas e aplicaram um humilhante 5 a 1.
Nas quartas de final, o adversário foi o tradicional Junior de Barrnaquilla, da Colômbia. Na ida, em solo adversário, um empate por 2 a 2. Na volta, o alvinegro passou o trator e venceu sem dificuldades por 3 a 0.
Na semifinal, o Galo encarou o temido El Nacional, na altitude de Quito, onde acabou perdendo por 1 a 0. Na volta, no Mineirão, vitória por 2 a 0 e vaga garantida na decisão da competição.
O adversário da decisão era o poderoso Olímpia, time sensação da América do Sul, que vinha de duas grandes conquistas recentes commo a Copa Conmebol Libertadores em 1990 e a Recopa Sul-Americana em 1991. No primeiro duelo, o Galo venceu no Mineirão com dois gols de Negrini, já na partida de volta, disputada em Assunção, o Atlético segurou a pressão adversária, perdeu por 1 a 0 e conquistou a inédita taça.
COMO O GALO SE CLASSIFICOU?
Diferente dos dias atuais, conseguir uma classificação para um torneio Sul-Americano nos anos 90 não era tão fácil. O Galo chegou a competição após terminar em 3º lugar no Campeonato Brasileiro de 1991.
FICHAS TÉCNICAS DOS DOIS JOGOS DA FINAL
ATLÉTICO 2 x 0 OLIMPIA (PAR) Motivo: Copa Conmebol – 1º jogo da final Data: 16/09/1992 Estádio: Mineirão Cidade: Belo Horizonte (MG) Gols: Negrini (30’) e (58’) Árbitro: Hernan Silva (CHI) Público pagante: 60.116 Renda: CR$ 589.715,00
Atlético João Leite (Humberto); Alfinete, Luis Eduardo, Ryuller e Paulo Roberto Prestes; Éder Lopes, Moacir, Negrini e Aílton; Sérgio Araújo e Claudinho. Técnico: Procópio Cardozo.
Olimpia Goygochea; Caceres, Ramires, Nunez e Soarez; Adolfo Hara, Vidal Sanabria, Jorge Campos e G. González (Meza); Amarillia (Samariego) e Miguel Sanabria. Técnico: Roberto Perfumo.
OLIMPIA (PAR) 1 x 0 ATLÉTICO Motivo: Copa Conmebol – Final – Jogo de volta Data: 23/09/2017 Estádio: Manuel Ferreira, Assunção, Paraguai Gol: Cavallero (44’ – 2ºT) Árbitro: Ernesto Felippe (URU)
Atlético João Leite; Alfinete, Luís Eduardo, Ryuller e Paulo Roberto Prestes; Éder Lopes, Moacir, Negrini (André) e Aílton (Toninho Pereira); Sérgio Araújo e Claudinho. Técnico: Procópio Cardozo.
Olimpia-PAR Goygochea; Caceres, Ramires, Nunez e Soarez; Adolfo Hara, Vidal Sanabria, Jorge Campos (Cavallero), G. González, Samariego, Miguel Sanabria. Técnico: Roberto Perfumo.
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