Muito futebol e pouca mídia! Essa frase é muito comum para descrever bons jogadores, mas que pouco aparecem nas manchestes de jornais ou vídeos nas redes sociais. Assim é o guineano Mamady Cissé, de 18 anos e que tem atuado com frequência na equipe de sparring do Atlético.
Contratado inicialmente para a equipe Sub-20 do Atlético, o atleta foi um dos poucos nomes que se salvaram da desastrosa temporada da equipe Sub-20, rebaixada no Campeonato Brasileiro. “Constante”, como classificou uma fonte do Fala Galo, Cissé atua em várias posições e isso tem sido um facilitador, além de ter sido um ponto que chamou a atenção da comissão técnica da equipe profissional comandada pelo argentino Jorge Sampaoli.
“Ele é constante. Foi um dos poucos que se salvaram no Sub-20, joga em várias posições. Ele é muito veloz e técnico. Não é estravagante, faz o que precisa ser feito muito bem. Chamou a atenção da comissão técnica. Será, em breve, promovido ao elenco profissional”, disse uma fonte do Fala Galo.
CUIDADOS ESPECIAIS:
Assim que chegou, o Atlético contratou um intérprete para acompanhar Cissé durante as atividades, já que o atleta fala francês. Cissé ainda passou por um processo de ganho de massa muscular: “Foi feito um trabalho exclusivido e ele já ganhou cerca de 5kg desde que chegou”.
DA NIGÉRIA PARA VESPASIANO:
Mamady Cissé chegou ao Maior de Minas em Maio após ser observado pelos olheiros do Atlético em um torneio no continente africano. O atleta atuava pelo 36 Lion FC, da Nigéria. Pela equipe Sub-20 do Galo já foram 22 jogos e um gol anotado.
A quarta-feira amanheceu com uma bomba para o torcedor alvinegro. Em uma publicação feita pelo jornalista e advogado argentino Marcelo Bee Sellares, o mesmo afirmou que o Galo tem 45 dias para efeturar um pagamento superior aos 2 milhões de euros ao Nottingham Forest, referente ao meia Gustavo Scarpa, contratado em dezembro de 2023.
O Fala Galo então foi atrás para saber qual a real situação. Ao pesquisar no site oficial Football Tribunal, vimos que a decisão era do dia 14 de julho, então entramos em contato com o departamento jurídico do Atlético e tivemos um retorno que esclarece a situação:
“O processo movido pelo Nottingham Forest perante a FIFA já foi julgado. Contudo, apresentamos apelação ao CAS, que atualmente aguarda as manifestações do Nottingham Forest e da própria FIFA em relação às nossas razões recursais. Na sequência, será designada a data para a audiência. Enquanto o processo permanecer pendente de julgamento pelo CAS, a decisão anteriormente proferida pela FIFA encontra-se suspensa, sem a possibilidade de aplicação de sanções ao Atlético”.
O melhor lugar do mundo é dentro de um abraço. Mas a sociedade está descartável. Um dia, meu pai me disse, olhando para mim com o olho arregalado e grande: “Meu filho, desde a hora que você passa por aquele portão será avaliado — do jeito de andar ao modo de mascar chicletes — por melhores que sejam as suas intenções e resultados.”
Pois é! Diante do cenário descartável no qual estamos inseridos, em que temos a “obrigação” de trocar de celular a cada dois anos, as pessoas também se tornaram descartáveis.
Não é sobre ser cobrado ou criticado, é sobre ser descartado por qualquer avaria ou mau desempenho humano que cometemos. Ninguém está ileso ao “não serve mais, está velho, banana que já deu cacho”.
Damos vereditos “científicos” no achismo e só descartamos. Acho que nos identificamos várias vezes como vítimas e como “atiradores de pedra”. E, mais uma vez, não tem nada a ver com a crítica, e sim com a crueldade e o descarte daquilo que é necessário ao mercado da “notícia” que vende mais.
Diante desse cenário, Hulk — o atleta que mais desempenhou e apresentou números no futebol brasileiro desde que retornou ao país —, após subir a régua e não voltar apenas para dormir em “berço esplêndido” como vários, é cobrado pela régua alta que ele mesmo elevou.
Para não ficar num discurso raso, Givanildo é o atual artilheiro do Galo na inconstante temporada de 2025, com 16 gols e 20 participações diretas nos tentos. São 130 gols do décimo maior goleador do CAM e, até aqui, oito títulos.
O paraibano é o que mais marcou na Arena MRV, com 18 gols, e no novo Mineirão, com 59 gols. Hulk é o maior goleador brasileiro em atividade, com 446 gols — o nono do mundo — e que tem cerca de 200 assistências na carreira, desconsiderando amistosos. Não faltam números, mas paro por aqui para não virar ode às estatísticas.
Mas, ao contrário da “onda”, assim como abraçou Ronaldinho Gaúcho, Keno e aqueles que estavam em baixa, a Massa jamais vai deixar de abraçar, acolher e gritar o nome do Hulk na arquibancada.
Mais que um “chato” para alguns, Givanildo incutiu no Atlético o desejo ativo por vencer e pela honra ao escudo. Aos que esquecem: foi ele quem, como embaixador, incentivou vários garotos e recém-chegados a treinarem mais e a focarem.
Hulk é necessário. É o cara que te empurra a vencer e que contraria o senso comum de fingir ser amigo. É quem luta em Minas Gerais, que vive atrás das montanhas do eixo. Hulk não veio ao Brasil “mamar nas tetas dos brasileiros”; veio para marcar seu nome. E, por isso, gravou com exemplo sua história no Atlético e no futebol mundial. Precisamos de mais “chatos” assim.
O melhor lugar do mundo — já dizia o Jota Quest — é dentro de um abraço. E isso nunca vai lhe faltar, herói. Mas nunca se esqueça de uma mensagem importante:
Para os insensíveis e ingratos, para os que não são seus pais ou amigos, nós sempre seremos apenas números que apresentamos. De qualquer forma, seja por amor ou matemática, Givanildo entrega TUDO que pode — ou até mais. Quem quiser guardar no coração, ok. Mas quem quiser salvar na planilha, não faltarão argumentos para defendê-lo.
Mas, contudo, a memória ainda é curta e, por isso, somos, sim, descartáveis. Nada do exposto acima tem a ver com a necessária cobrança que todos merecemos. Porém, o humano Givanildo, que elevou sua própria régua de cobrança, é vítima de sua própria medidora de excelência, que amplificou também a expectativa de sempre “salvar”.
Acontece — e nem todos entendem — que há horas em que os heróis também choram e precisam apenas de um abraço silencioso e de um grito generoso da arquibancada do clube que sempre honrou.
Preservar Guará, Mário de Castro e Kafunga foi a pavimentação da existência do CAM até a chegada de outros craques e o advento de Reinaldo. Preservar Hulk é nada mais do que zelar pela maior instituição de Minas Gerais, o Clube Atlético Mineiro. Portanto, é mais que um “gostar”, é um dever cívico da atleticanidade.
Hulk não vive o seu melhor momento. Acho que nem ele contesta isso. Mas o que parte da torcida tem feito nas redes sociais não combina com o caráter forjado desde 1908 por todos nós, atleticanos. Na internet, tudo ganha holofote. As críticas desrespeitosas que Hulk tem recebido não representam a MASSA. Mas ainda assim, chegam até ele e sua família. E machucam. Machucam quem tanto fez por nossa camisa.
E pensar que em 2021 ele chegou aqui aos 34 anos prometendo tirar o Galo da fila do Brasileirão. Sim, ele disse que vinha para isso. E cumpriu. Carregou o time quase que literalmente nos ombros. O Brasileiro era um sonho coletivo — até para quem havia vivido o título de 1971. A festa foi inesquecível. Crianças, jovens, veteranos… até quem já não estava mais aqui fez parte de alguma forma. Todos juntos, todos felizes, e por quê? Porque Hulk cumpriu o que prometeu.
De lá para cá, títulos com o time, números individuais que o colocaram entre os maiores da história. Hulk já havia se tornado eterno. Mas suas atitudes fora de campo só reforçaram esse conceito Pergunte a qualquer atleticano que mora fora de BH qual jogador mais dá atenção em hotéis e aeroportos… a resposta será sempre a mesma. Hulk respeita o atleticano. Sua família virou atleticana. Seu Gilvan, o pai, é praticamente a personificação do Galo Doido! Resumindo, Givanildo se tornou um de nós!
E isso tudo fica ainda mais especial quando lembramos da nossa essência atleticana. A ATLETICANIDADE!
Em tempos de podcasts, reels e lives, já perdi a conta de quantos cortes vi de jogadores, técnicos, dirigentes, jornalistas e ex-atletas exaltando a paixão, a intensidade, a FORÇA da torcida do GALO. Sempre foi o nosso diferencial, reconhecido por todo o futebol brasileiro.
Antes as discussões de futebol aconteciam nas escolas, faculdades, nos botecos e no trabalho. Era preciso estar com alguém para falar de bola. E é justamente isso que torna o futebol tão apaixonante! Quem gosta, entende. Ou pelo menos acha que entende… e, claro, adora expor sua opinião numa roda de conversa.
As redes sociais mudaram esse jeito de viver o futebol. O torcedor está sozinho, mas fala para muitos! A informação chega mais rápido, em diferentes formatos e abordagens. Tudo bem, cada um absorve o que lhe interessa. Mas há um ponto que mudou demais: o barulho que uma parcela pequena da torcida consegue fazer. Desrespeito, polêmica e agressões dão mais engajamento. Infelizmente…
Não vi Reinaldo em sua plenitude. Vi Éder já experiente. Não vi Cerezo. Mas vi Victor se tornar santo. E, graças a Deus, pude presenciar o Bruxo desfilar sua arte com a camisa do Galo. E eu vi Hulk…
Na pandemia tive o prazer de entrevistá-lo para a extinta Rádio da Massa. Mesmo à distância, deu para sentir o quanto ele valoriza o Atlético e, acima de tudo, ele entende o efeito que o Galo causa em nós. Ele falou como se fosse um atleticano desde sempre, entendendo quem somos, quais rivais não suportamos e o que é inegociável para nós.
Hulk, você ainda está aqui. E eu acredito: essa fase ruim vai passar. Mas, justamente por isso, é hora de reforçar o que talvez nunca seja dito o suficiente: obrigado. Não há medida para a gratidão que sinto por tudo o que já fez, faz e ainda fará por nós. Você sabe que tê-lo do nosso lado fez o atleticano feliz — mas, acredite, esse sentimento é maior do que você pode imaginar.
Ah, e quanto às críticas: quando feitas com critério e respeito, fazem parte. Filtre-as, use-as a seu favor. Mas, pelo amor de Deus, treine sua mente para ignorar os comentários sem memória e sem respeito. Eles não traduzem — nunca traduzirão — o sentimento real do atleticano por você.
O Atlético ficou no empate sem gols, contra a equipe do Juventude, nesta terça-feira (30), na Arena MRV, em Belo Horizonte. O Atlético ocupa a 13ª posição, com 29 pontos, já a equipe jaconeira, “estacionou” na 17ª colocação, com 23 pontos. Confira agora, todos os detalhes da partida.
Pouco repertório ofensivo de ambas equipes marca o primeiro tempo
Com vários desfalques, o técnico Jorge Sampaoli armou o Atlético com três zagueiros. Lyanco atuou centralizado, Iván Román ficou pela direita e Vítor Hugo pela esquerda. Scarpa e Caio jogaram como alas, Franco e Igor Gomes formaram o meio-campo, com Bernard aberto à direita, Biel à esquerda e Rony na referência do ataque.
Desde os primeiros minutos, o Galo tentou pressionar a saída do Juventude, que atuou com três defensores. Aos oito minutos, a melhor chance da primeira etapa. Scarpa levantou em cobrança de falta, Rony desviou de cabeça e a bola explodiu na trave de Jandrei.
A equipe mineira encontrou dificuldades para superar a linha de cinco formada pelos gaúchos. As triangulações eram rápidas, mas previsíveis. Até os 30 minutos, o Atlético criou pouco. Quando a bola chegava aos atacantes, a defesa adversária já estava bem posicionada.
O Galo ainda teve outra chance de marcar antes do intervalo. Em nova jogada de bola parada. Scarpa cruzou, Iván Román escorou e Rony finalizou para defesa de Jandrei. No rebote, Luan Freitas bateu para fora, mas o lance foi anulado por impedimento.
O primeiro tempo teve poucas ações ofensivas. O Atlético encontrou dificuldade para penetrar na área do Juventude e levou perigo apenas em bolas paradas. A equipe gaúcha permaneceu fechada durante os 45 minutos, com linhas baixas, tentando aproveitar erros do Galo e apostar nos contra-ataques, mas sem êxito.
Com mais ofensividade, Atlético insiste, mas não transforma pressão em gol
O Atlético voltou do intervalo com passes mais rápidos e, logo aos três minutos, Biel recebeu de Bernard e cruzou para Rony, que acertou o travessão de Jandrei.
Aos 11, o time desperdiçou nova chance. Bernard levantou da direita, Biel se esticou, mas não alcançou a bola. Na sequência, o técnico Jorge Sampaoli fez a primeira alteração: tirou Biel para a entrada de Reinier.
Dois minutos depois, o Juventude ameaçou pela primeira vez. Igor Formiga arriscou de fora da área, mas Gabriel Delfim defendeu em dois tempos.
Melhor nos 15 minutos iniciais, o Galo criou mais oportunidades, ocupou o campo ofensivo, mas voltou a pecar na tomada de decisão. Rony, em especial, acumulou chances desperdiçadas.
Precisando da vitória, Sampaoli desfez a linha de três zagueiros. Iván Román deu lugar a Natanael, que assumiu a lateral direita, enquanto Gabriel Menino entrou na vaga de Igor Gomes. Scarpa recuou para organizar o meio-campo. Pouco depois, Bernard foi substituído por Dudu.
Aos 45 minutos, Rony e Lyanco caíram na área e pediram pênalti. Na sequência, Lyanco fez a falta e gerou uma pequena confusão. O árbitro Lucas Casagrande mandou seguir e aplicou cartão amarelo ao zagueiro, que será desfalque contra o Fluminense na próxima rodada.
A equipe alvinegra ainda tentou abrir o placar nos minutos finais, mas esbarrou na falta de repertório ofensivo e os erros de passe.
O Atlético agora se prepara para encarar a equipe do Fluminense, no sábado (4), às 18h30, no Maracanã, no Rio de Janeiro, pela 27ª rodada do Brasileirão.
Estatísticas da partida
Posse de bola: Atlético 67% x 33% Juventude;
Finalizações: Atlético 13 x 6 Juventude;
Finalizações certas: Atlético 1 x 2 Juventude;
Total de passes: Atlético 644 x 244 Juventude;
Cartões amarelos: Jadson (aos 36 minutos do primeiro tempo); Alan Franco (aos 12 minutos do segundo tempo), Marcelo Hermes (aos 22 minutos do segundo tempo), Iván Román (aos 27 minutos do segundo tempo), Lyanco (aos 45 minutos do segundo tempo – Suspenso para a partida contra o Fluminense) e Alan Ruschel (aos 47 minutos do segundo tempo);
O técnico Jorge Sampaoli definiu a equipe que começa o jogo contra o Juventude, na Arena MRV, em Belo Horizonte. Com vários desfalques importantes, o argentino fez o básico e manda a campo um Galo ofensivo.
A escalação foi definida com: Gabriel Delfim; Ivan Román, Lyanco, Vitor Hugo e Caio Paulista; Alan Franco; Igor Gomes e Gustavo Scarpa; Bernard, Rony e Biel.
DESFALQUES IMPORTANTES
Um dos principais desfalques para o duelo contra o Juventude é o do paredão Everson, que cumpre suspensão pelo terceiro cartão amarelo, com isso, o jovem Gabriel Delfim ganha uma chance no gol alvinegro. Já na linha defensiva, Sampaoli optou pelo chileno Iván Román no lugar do também suspenso Junior Alonso.
Quem também está fora da partida é o ídolo Hulk, que recebeu o terceiro amarelo por reclamação contra o Mirassol. Quem começa no seu lugar é o atacante Biel.
O banco de reservas do Maior de Minas é composto por: Robert (goleiro); Ruan Tressoldi (zagueiro), Natanael e Saravia (Laterais-direito); Fausto Vera e Gabriel Menino (volantes); Reinier e Iseppe (meias); João Marcelo, Isaac, Cadu e Dudu (atacantes).
Tentando manter a boa sequência e o bom futebol praticado na partida contra o Mirassol, no último sábado (27), o Atlético recebe o Juventude, nesta terça-feira (30), às 21h30, na Arena MRV, em Belo Horizonte, em confronto válido pela 26ª rodada do Brasileirão. O Galo ocupa a 14ª posição, com 28 pontos, e uma vitória diante os gaúchos pode colocar os mineiros em uma zona mais tranquila na tabela, com possibilidades de brigar por uma vaga no G6 que se classifica para a CONMEBOL Libertadores do ano que vem. A partida será transmitida pelo SporTV (TV Fechada) e Premiere (Pay-Per-View).
Galo busca manter embalo diante da torcida, apesar da longa lista de ausências
O Atlético chega para este confronto embalado pela boa sequência de jogos que fez em casa, vencendo o Bolívar, pela CONMEBOL Sul-Americana e o Mirassol, na última rodada do Brasileirão. Apesar do técnico Jorge Sampaoli sempre realizar mudanças em seus times, de acordo com o adversário, portanto, cravar os titulares é tarefa complicada. O que se sabe é que o argentino terá “dor de cabeça” para escalar a equipe. Ao todo são nove desfalques. Confira a lista:
Por suspensão: Everson, Junior Alonso, Guilherme Arana e Hulk;
Por lesão: Alexsander (lesão no ligamento colateral medial do joelho direito), Cuello (lesão ligamentar e fratura do tornozelo esquerdo), Patrick (fratura na região lombar), Caio Maia (lesão ligamentar no joelho direito) e Júnior Santos (dores no quadril).
A única mudança praticamente confirmada é a entrada do goleiro Gabriel Delfim no lugar de Everson. Caso o técnico opte por manter a formação com três zagueiros, o jovem Iván Román surge como favorito para herdar a vaga de Alonso, mas Ruan Tressoldi pode fazer a sua estreia com a camisa alvinegra. No setor ofensivo, Rony, Bernard, Biel e Reinier brigam por duas posições, aumentando a disputa pela titularidade. A tendência, porém, é que a equipe mantenha a mesma estrutura tática utilizada nas últimas rodadas.
Portanto, o provável time titular do Atlético para encarar o Juventude tem: Gabriel Delfim; Ivan Román, Lyanco e Vitor Hugo; Natanael (Saravia ou Gustavo Scarpa), Alan Franco, Igor Gomes, Gustavo Scarpa (Bernard) e Caio; Rony (Bernard) e Biel (Reinier). Técnico: Jorge Sampaoli.
Na zona de rebaixamento, ‘Papo’ terá mudanças e desfalques importantes
O Juventude vem de um empate contra o Internacional, por 1 a 1, em casa, e atualmente ocupa a 17ª posição, primeira equipe na zona de rebaixamento, com 22 pontos. O técnico Tiago Carpini deve promover mudanças na equipe. O meia Caíque e o atacante Gabriel Taliari estão suspensos. Jadson e Gilberto devem ser escolhidos. No meio-campo ainda tem a possibilidade de Sforza e Giraldo saírem jogando. Por fim, o bom e jovem atacante Ênio deve ganhar uma vaga no ataque, com Batalla, desfalque na última rodada, ficando como opção no banco de reservas.
Sobre desfalques, Carpini ainda não poderá contar os zagueiros Natã Felipe, Abner e Wilker Ángel, que se recuperam de lesões. Portanto, é provável que o treinador mantenha Rodrigo Sam e Luan Freitas, formando a dupla de zaga titular.
Sendo assim, o provável time titular do Juventude para encarar o Galo tem: Jandrei; Ewerthon, Luan Freitas, Rodrigo Sam e Marcelo Hermes; Jadson, Giraldo (Sforza), Mandaca e Lucas Fernandes; Ênio (Batalla) e Gilberto. Técnico: Tiago Carpini.
Retrospecto do confronto
Na história Atlético e Juventude já se enfrentaram por 26 vezes, com 16 vitórias do Galo, 5 empates e 5 vitórias do Juventude. O clube mineiro marcou 41 gols e sofreu 23. Dessas 16 vitórias, 9 foram em casa. A maior goleada do Atlético foram dois placares por 4 a 1, o primeiro, no dia 4 de agosto de 2001, pelo Brasileirão, no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Os gols do Galo foram marcados por Kim, Marques (2x) e Álvaro, e no dia 28 de novembro de 2007, em duelo válido pela penúltima rodada do Brasileirão, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte. Os gols alvinegros foram marcados por Leandro Almeida, Thiago Feltri, Marinho e Éder Luis.
Arbitragem
O comando da partida ficará a cargo de Lucas Casagrande (PR), auxiliado por Leila Naiara (DF) e Sidmar dos Santos (PR). Já o VAR será comandado por José Claudio Rocha Filho (SP).
Considerado o árbitro mais jovem do quadro da CBF, Lucas Casagrande tem 25 anos, e nesta temporada, comandou onze jogos do Brasileirão, distribuindo 58 cartões amarelos (média de 5.27 por partida) e dois vermelhos (média 0.09 por partida). Apitou São Paulo 2 x 0 Atlético, no MorumBIS, em São Paulo, no dia 25 de agosto. Ao todo, aplicou 37 faltas e 3 cartões amarelos, dois deles para jogadores do Galo (Igor Gomes e Everson).
O Atlético está promovendo uma ação social, para o jogo contra o Juventude, nesta terça (30), na Arena MRV. O clube irá doar ingressos sociais, para torcedores Alvinegros de baixa renda. As inscrições podem ser feitas até as 19h desta segunda (29), e a carga de bilhetes é limitada.
O projeto surge em meio a uma série de reclamações de torcedores, sobre o preço do “ticket médio” na Casa do Galo. Os protestos apontam valores muito altos para adquirir o ingresso, excluindo da Arena a parte mais humilde da Massa Alvinegra. Na abertura da venda de ingressos para o jogo contra o Bolívar, por exemplo, um bilhete para não sócios podia variar entre R$ 103 e R$ R$ 458. Essas cifras, além de outros gastos relacionados ao dia de jogo – como estacionamento e transporte – motivaram as reinvindicações dos torcedores.
A ação de ingressos sociais é exclusiva para o jogo desta terça-feira. Em caso de vitória contra o Juventude, o Galo pode não só se distanciar de vez da zona de rebaixamento, como voltar à metade de cima da tabela do Campeonato Brasileiro.
No último sábado (27), a Capitã Marvel da APAE promoveu mais um encontro solidário que uniu festa, emoção e senso de comunidade. Em celebração ao aniversário da querida Renata Vidal, a comemoração foi muito além de um parabéns: transformou-se em um verdadeiro ato de amor e união.
O 13º aniversário reuniu corações dispostos a espalhar alegria, respeito e conforto às pessoas especiais que tanto inspiram. Cada abraço, sorriso e gesto reforçaram a força do bem quando caminhamos juntos.
A festa arrecadou produtos de limpeza e higiene pessoal, e contou com a presença dos Embaixadores do Galo, que levaram os mascotes InVictor e Galucho, representados por Fernando Canaã e Thiago Augusto. O FalaGalo também marcou presença com Betinho Marques, Nayara e Bernardo. E, como ponto alto da celebração, a chegada do Galo Doido arrancou aplausos e sorrisos de todos.
Com clima de família e gentileza, a confraternização refletiu o espírito da anfitriã, emocionada e grata. Renata não deixou de lembrar dos anjos que inspiraram o projeto – Pedro Maia e Gabriel. Garotos que, mesmo após a dura luta contra o câncer, deixaram um legado de atitude e amor presente na festa, com familiares e fotos espalhadas por cada canto.
O FalaGalo se sente honrado por estar ao lado de tanta gente boa e por poder contribuir, ainda que minimamente, com esse amor ao próximo tão bem representado pela Capitã Marvel.
Um dos maiores jogadores da história do Clube Atlético Mineiro, o atacante Hulk vive um momento delicado nos seus quase cinco anos atuando pelo Atlético – já são 10 jogos sem marcar ou ao menos participar de um gol.
Durante o programa SporTV News, do SporTV, que foi ao ar neste domingo (28/09), o comentarista Ricardo Gonzalez afirmou que o atacante de 39 anos já está sentindo a idade.
“Tomara, para o Atlético e para o torcedor, que não seja um estremecimento definitivo (relação entre clube e atleta), porque o Hulk é um ídolo do Galo e ainda tem muito a entregar (em campo). A questão é: a gente olha para o Hulk daquele tamanho, com aquela energia toda e acha que ele é eterno, mas não é. Por mais que ele seja um cara fisicamente privilegiado, a idade começa a pesar”, disse Gonzalez.
Gonzalez ainda destacou que Sampaoli acertou em começar com Hulk no banco de reservas na partida da ida das quartas de final da Copa Sul-Americana contra o Bolívar, em La Paz, na Bolívia.
“No jogo (de ida da Copa Sul-Americana) contra o Bolívar, eu acho que um grande mérito do Sampaoli, ao colocá-lo depois, não começar o jogo com ele, é colocar em cima da mesa uma discussão sobre como agir com o Hulk de agora para diante, já que ele jogando quarta e domingo começa a dar sinais físicos de conseguir mais o que conseguia até alguns meses atrás. E o Hulk depende muito do físico. Ontem nem conta (já que não jogou), mas ele está há nove jogos sem fazer gol. Isso é uma eternidade se tratando de Hulk”, acrescentou.
A TEMPORADA DE HULK
Se olharmos para os números cheios, a temporada do atacante não é tão ruim assim. Em 44 jogos disputados, Hulk soma 20 participações em gols – são 16 gols e quatro assistências. A situação fica ‘ruim’ se tirarmos os números do Campeonato Mineiro, onde o atacante alvinegro marcou sete gols em oito jogos.
É HORA DE GERIR A MINUTAGEM DO ATACANTE
O comentarista Ricardo Gonzalez ainda afirmou que chegou a hora do técnico Jorge Sampaoli gerir a minutagem concedida ao camisa 7 do Maior de Minas e usou um comparativo com Arrascaeta, do Flamengo, que enfrenta problemas físicos ao longo da temporada.
“Para você estabelecer um comparativo com outras equipes que possuem grandes jogadores e que não são os reis da parte física, o que o Flamengo às vezes faz com Arrascaeta: não o coloca todos os jogos, ou tira no segundo tempo, ou não começa com ele. Você faz um controle de minutagem que você estende não só a carreira do jogador, mas como o que ele pode entregar a curto prazo. Acho que o Atlético tem que pensar nisso com o Hulk”, finalizou.
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