Atlético e Flamengo tomaram conhecimento dos donos do apito para a finalíssima da Copa do Brasil 

Foto: Reprodução
Matéria: Cris Aráujo

 

Na última quarta-feira (30), a CBF definiu os árbitros das finais da Copa do Brasil entre Galo e Flamengo. A ida será no domingo (03) Maracanã as 16 horas, com mando do time carioca, já a volta será na Arena MRV, no dia 10, também as 16 horas. 

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Rafael Klein será o professor na partida de ida, o gaúcho de 34 anos apitou jogos da Série A, Série B, Série D e Copa do Brasil, e apitou quatro partidas do Galo no ano. 

Vale lembrar que Klein apitou o polêmico Atlético e Botafogo, pelo primeiro turno do Brasileirão deste ano, onde ele expulsou o zagueiro Igor Rabello, na derrota do Galo por 3 a 0, no Nilton Santos. 

Os auxiliares serão o goiano Bruno Raphael Pires e o paranaense Bruno Boschilia. A quarta árbitra será a paulista Edna Alves Batista, e a cabine do VAR será de Caio Max Augusto Vieira, e seu assistente será o sergipano Cleriston Clay Barreto. 

A partida de volta será de Raphael Claus, de 45 anos. O paulista apitou cinco jogos do Galo, e não foi marcado por polêmicas nestes jogos. Assim como Klein, Claus é constantemente escalado para torneios da CONMEBOL e jogos nacionais. 

Os auxiliares serão Neuza Ines Back, Danilo Ricardo Simon Manis, já a quarta árbitra será a paulista Edna Alves Batista, já o VAR será de Daiane Muniz e seu assistente Fabricio Porfirio, toda a equipe é do estado de São Paulo, assim como Claus. 

Vale lembrar que os confrontos contra o time rubro-negro são marcados por erros de arbitragem a favor da equipe carioca, como nos jogos de 1980 e 1981, o que gerou preocupações do presidente Sérgio Coelho, que pediu ‘’jogo limpo’’ nas finais. 

Já Marcos Braz, vice-presidente de futebol do Flamengo, retrucou e ironizou. Eu acho que o Flamengo tem que ficar preocupado exatamente quando essas narrativas começam. Já começou lá no Atlético, falar de arbitragem, de anos 1980. Quando começa essa narrativa, o jogo acaba sendo penalizado. O trio de arbitragem, o VAR, todos chegam ainda mais pressionados nos jogos”. 

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