Por Léo Pedrosa
Sérgio Coelho, atual presidente do Atlético, deverá se manter na cadeira mesmo após a conclusão da transição do futebol para o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o que aconteceu nesta quarta-feira (1).
Antes cotado para ocupar a função de CEO do futebol – cargo que não deve mais existir -, atuando junto com o diretor Rodrigo Caetano, Coelho abdicou da ideia e, junto com seu vice, José Murilo Procópio, será candidato à reeleição para novo mandato no próximo triênio na votação prevista para a primeira quinzena do mês de dezembro, segundo o futuro CEO da SAF, Bruno Muzzi, contou ao Fala Galo na zona mista da Arena MRV após a vitória sobre o Fortaleza.
Conclusão da SAF
Pouco antes da bola rolar na casa da Massa, depois de quase quatro meses da aprovação em reunião do Conselho Deliberativo, o Atlético anunciou a conclusão do processo de implementação e venda das ações da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Clube à Galo Holding.
Desde o último dia 10 de outubro, quando o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) deu o aval para sua conclusão, a operação dependia apenas de detalhes burocráticos, o que foi ajustado ao longo das últimas três semanas. Agora, o Atlético recebe da Galo Holding o aporte de R$ 500 milhões* à vista e R$ 314 milhões em conversão das dívidas com a família Menin e Ricardo Guimarães, em troca de 75,3% de ações da SAF.
* Os R$ 100 milhões do FIGA ainda não foram captados.
