O Atlético segue buscando um técnico para substituir Cuca, demitido na última sexta-feira (29/08) após vexame contra o Cruzeiro na Arena MRV. A cúpula alvinegra analisa vários nomes e um deles é o do argentino Luis Zubeldía, de 44 anos e que está sem clube desde que deixou o São Paulo, na segunda quinzena de junho.
O jornal O Tempo Sports entrou em contato com o empresário do treinador, que negou qualquer contato por parte do Atlético. Contudo, destacou que, se houver interesse do Maior de Minas, Zubeldía analisará a proposta.
Zubeldía é uma das várias possibilidades para substituir Cuca, mas é um dos nomes com maior rejeição por parte dos torcedores ao lado do português Pedro Caixinha. Outros nomes que foram ventilados são Pedro Martins, Fernando Seabra, Ramón Díaz e Jorge Sampaoli. Os dois últimos foram descartados, segundo a Rádio Itatiaia e o Globoesporte.
Perde para o São Paulo, mas era estratégia. Deixa zagueiro sair na única hora que não podia. Traz zagueiro que não pode jogar, fica sem direção, sem volante.
Sem volante, o rival caminha como em um conto da Disney, livre no meio-campo, até que, “sem querer”, chuta. Mais um gol sofrido em escanteio. Cuca triste, torcida p#ta. Cuca opera, torcida hiberna, esperando um novo ar.
Cuca recebe alta e vai. Maior campeão, mas dessa vez não deu liga no doce. Faço o café, penso em cochilar, mas quem virá? Ouço um grito desesperado:
“CHAMA O CARECA, VOLTE O SAMPAOLI”
Calafrios, náuseas e vômitos tomam a Cidade do Galo. Relatos de movimentos de terra e acomodações das placas tectônicas. A tal escala Richter marca perto de sete — e para a torciduGalo isso é legal, já que “quem ficar parado vai tomar um tá ligado”. Para parte da administração, no entanto, isso acabaria com os grupos de “bom dia”.
A Massa grita Sampaoli como um recado: queremos alguém que represente, que lute por nós como se fosse um de nós. Talvez não seja necessariamente o Sampaoli, mas alguém mais Leandro Donizete ou Pierre à beira do gramado, mais próximo do povo.
A sensação de água parada, de conforto, de morno e quietinho demais, tá colocando a Massa em inércia. Estão desligando o povo do Galo — e isso é crime imaterial contra a humanidade.
A Massa quer gente com lastro de Galo, com calor humano, sangue nas veias. Sangue não é seiva. Falta um pouco de camisa desabotoada, cabelo despenteado pelo vento, suor, falta de voz de tanto xingar depois de perder um clássico. Falta o café de pedreiro coado na hora e passado na garrafa térmica. Cápsula de café, bolha de rede e palavras sóbrias quando o mundo tá caindo para o Galudo… isso é coisa de inteligência artificial.
Perdeu clássico? Conversa nenhuma, sô! É “poucas ideias”: olheira, atitude, quase nada de concordância verbal, pouco plural e sem sorriso até o barco virar. É assim que o Atlético é quando perde. Serenidade é o escambau.
Galo não é confraria de amiguinhos. Galo é água profunda, movimento, agito, sinal de vida, trânsito, entrada e saída. O Galo é louco e vingador — não é morno, nem corno, nem sonso.
O Atlético precisa de um líder. Líder. Precisa de alguém que pareça um Galo onde for, que represente o torcedor. É hora de liderança que não vem de curso de coach, mas da capacidade inata de não ser super simpático e sim de pulsar. Não tem a ver com geografia, mas com Galosofia.
Vou ali coar um café de pedreiro raiz e brigar com quem falar do Galo. Às vezes, brigo até comigo nesses dias, sentindo o gosto da pinga que nunca tomei. Não me empurra, sombra. Tá rindo de quê? O Galo perdeu, p#rra, não tem treinador, a janela fechando e sem volante. Fecha a cara e bom dia é o Carvalho. Água parada não é Galo, é dengue. Bom dia é o Carvalho.
Luis Zubeldía é um dos nomes que estão na lista de técnicos analisados pelo Atlético. Assim como Pedro Caixinha, Zubeldía tem uma grande rejeição dos torcedores atleticanos nas redes sociais.
Vendo toda a repercussão, o comentarista e analista Caio Alves (perfil oficial), da ESPN Brasil, publicou em sua conta no X, o antigo Twitter, uma breve analise sobre o treinador argentino de 44 anos.
CONFIRA ABAIXO
De todos os nomes divulgados pela imprensa, só não está abaixo de Pedro Caixinha. Se não são do mesmo nível, é ligeiramente superior.
Estudei jogos de Lanús e LDU para entender o que o São Paulo poderia esperar e, de acordo com o que foi praticado no Brasil, há um padrão muito claro sobre como pensa o futebol.
Basicamente, é um técnico estável em todas as fases. Não gosta de assumir riscos com bola, ataca pelos corredores laterais e pratica jogo longo quando entende que precisa se estabelecer no campo rival rapidamente (o que ocorre com frequência). Sempre priorizará o individual ao coletivo.
Suas equipes se moldam através dos protagonistas técnicos. Se são desfalques ou não desempenham, o time deixa de dar respostas. Defensivamente, assim como com bola, se acomoda e não se expõe. Não tem o hábito de atuar com o bloco alto ou pressionar próximo ao gol. Prefere agir quando o adversário está em seu campo.
O uso da base é bastante duvidoso. Não se fecha sobre promover jovens, mas é inegociável a ideia de dar chance aos que treinam e jogam bem. Não fazer uma boa semana de treino e se garantir “apenas” em campo não elevará o nível na hierarquia.
Em geral, suas equipes competem. Tem bom trato humano e é carismático — sobretudo com funcionários, o que deixa o clima ameno. Não é, no entanto, a melhor alternativa para clubes ricos e/ou com o objetivo de conquistar títulos.
O Internacional acionará o Atlético na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) para cobrar uma dívida de € 250 mil, cerca de R$ 1,5 milhão, referente a transferência do volante Patrick.
Em janeiro de 2023, o Maior de Minas acertou a contratação do atleta junto ao São Paulo. Na ocasião, o Galo desembolsou R$ 8 milhões por 80% dos direitos dos direitos do Pantera.
O Internacional alega que não recebeu a sua parte, com isso, decidiu acionar o Galo na CNRD. A informação foi antecipada pelo jornalista Lucas Collar, do canal Vozes do Gigante.
O Fala Galo procurou o Atlético, que retornou dizendo que esse assunto será tratado internamente.
Tentando “juntar os cacos”, após o vexame, na Copa do Brasil, onde foi derrotado pelo maior rival, por 2 a 0, o Atlético visita o Vitória, neste domingo (31), às 18h30, no Barradão, em busca de reagir na temporada. Você confere todas as informações, possíveis escalações, estatísticas e arbitragem a partir de agora.
Atlético tenta reorganizar a casa após demissão de Cuca e sequência negativa
Vivendo seu pior momento na temporada, o Atlético está há três jogos sem vencer no Brasileirão. Em cinco jogos, a equipe mineira tem um triunfo e um empate. Além de ser a pior equipe entre as dezenove da competição, pós parada para a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. O Galo ocupa somente a 12ª colocação, com 24 pontos. Unida a campanha abaixo do esperado na Série A, a derrota para o Cruzeiro, na última quarta-feira, culminou com a demissão do técnico Cuca, aumentando ainda mais a pressão por bons resultados. Com isso, quem comandará a equipe será auxiliar técnico permanente, Lucas Gonçalves.
Sobre desfalques, o zagueiro Lyanco ainda é duvida, já que continua em fase de recuperação da lesão na coxa direita. Ruan Tressoldi, contratado no início do mês, está sem condicionamento físico, e também está fora da partida.
A grande novidade fica para a volta do artilheiro, Hulk. O vingador alvinegro cumpriu suspensão na última rodada e está à disposição da comissão técnica, assim como o argentino, Cuello.
Sendo assim, o time titular do Atlético para encarar o Vitória tem: Everson; Natanael, Vitor Hugo (IvánRomán), Junior Alonso e Guilherme Arana; Alan Franco, Alexsander e Gustavo Scarpa; Rony (Reinier), Cuello e Hulk. Técnico: Lucas Gonçalves.
Vitória tenta reação no Z4 após goleada histórica e aposta em ídolo como técnico interino
Já o momento do Vitória é ainda pior. A equipe ocupa a décima sétima colocação, com 19 pontos, e a primeira no Z4. Na última rodada, sofreu uma goleada histórica de 8 a 0 para o Flamengo, o que culminou na demissão do técnico Fábio Carille. Além disso, o clube baiano não vence há seis jogos seguidos. O último triunfo foi contra o Bragantino, em casa, por 1 a 0, no dia 20 de julho. De lá para cá, foram quatro empates e duas derrotas.
Para o confronto de domingo, o Vitória aposta no técnico interino Rodrigo Chagas, ídolo do clube, para afastar o risco de rebaixamento. O treinador terá os retornos do volante Baralhas e do meia Matheusinho, recuperados de lesão. O zagueiro Camutanga, de volta após empréstimo, também está à disposição. Já o lateral-direito Raúl Cáceres avançou na transição física e pode ser relacionado.
Por outro lado, Renzo López, Claudinho, Romarinho, Rúben Ismael e Jamerson seguem fora, além do volante Dudu, que não foi registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.
Sendo assim, o provável Vitória para encarar o Atlético tem: Lucas Arcanjo; Paulo Roberto (Raúl Cáceres), Lucas Halter, Zé Marcos (Camutanga) e Ramon; Baralhas, Pepê (Ronald Lopes) e Matheuzinho; Erick, Osvaldo e Renato Kayzer. Técnico: Rodrigo Chagas.
Arbitragem e transmissão
O duelo terá arbitragem de Alex Gomes Stefano, do Rio de Janeiro. Os auxiliares serão Rodrigo Figueiredo Henrique Correa, também do Rio, e Alex dos Santos, de Santa Catarina. No comando do VAR estará Marcio Henrique de Gois, de São Paulo. A partida terá transmissão exclusiva pelo canal Premiere (Pay-Per-View).
Estatísticas sobre o confronto
Se a missão é se reorganizar em meio à crise, o Atlético terá pela frente um adversário historicamente difícil em seus domínios. A última vitória do clube no Barradão ocorreu em 2008, por 1 a 0, com gol do então recém-promovido Pedro Paulo. Desde então, o Vitória leva vantagem: foram cinco triunfos e dois empates nos confrontos em Salvador.
29/4/2009 – (Oitavas de final da Copa do Brasil) – Vitória 3 x 0 Atlético;
19/7/2009 – (12ª rodada do Campeonato Brasileiro) – Vitória 0 x 0 Atlético;
26/5/2010 – (4ª rodada do Campeonato Brasileiro) – Vitória 4 x 3 Atlético;
7/9/2013 – (19ª rodada do Campeonato Brasileiro) – Vitória 1 x 1 Atlético;
11/6/2017 – (6ª rodada do Campeonato Brasileiro) – Vitória 2 x 0 Atlético;
26/8/2018 – (21ª rodada do Campeonato Brasileiro) – Vitória 1 x 0 Atlético;
20/6/2024 – (10ª rodada do Campeonato Brasileiro) – Vitória 4 x 2 Atlético.
No histórico do confronto, Atlético e Vitória já se enfrentaram 55 vezes. O time mineiro soma 24 vitórias, contra 14 do rubro-negro baiano, além de 17 empates. O Galo marcou 88 gols e sofreu 63. A maior vitória alvinegra no Barradão aconteceu no Brasileirão de 1995, por 3 a 0, com gols de Renaldo, Careca e Elpídio Silva. O triunfo mais expressivo do Vitória em casa foi em 2009, pela Copa do Brasil, também por 3 a 0, com gols de Victor Ramos, Renan Silva (contra) e Neto Baiano.
Após demitir o técnico Cuca na última sexta-feira (29/08), o Atlético agiu rápido no mercado e abriu negociação com o argentino Luis Zubeldía, ex-técnico do São Paulo. Segundo informações da ESPN Brasil, os membros da diretoria alvinegra terão uma reunião com o treinador.
Zubeldía está livre no mercado da bola desde que deixou o São Paulo, na segunda quinzena de junho. O baixo desempenho e a pouca utilização das categorias de base foram alguns dos motivos que levaram a demissão do hermano.
O curioso disso tudo é, que na avaliação do Atlético, Jorge Sampaoli foi descartado por não dar tantas oportunidades para a base. Fato que contribuiu para a queda de Zubeldía no Tricolor Paulista.
O melhor trabalho do técnico foi na LDU de Quito, onde conquistou o Campeonato Equatoriano e a Copa Conmebol Sul-Americana em 2023. No clube paulista foram 85 jogos, com 38 vitórias, 27 empates e 20 derrotas. O aproveitamento foi de 58,1%!
TORCIDA É CONTRA
Após a divulgação do nome de Zubeldía, centenas de torcedores passaram a comentar negativamente uma possível vinda do argentino. Na plataforma X, o antigo Twitter, o nome do treinador foi um dos assuntos mais comentados no Brasil.
Nos comentários relacionados ao técnico Campeão da Copa Conmebol Sul-Americana com a LDU em 2023, é possível ver a fúria dos torcedores alvinegros contra a vinda do ‘hermano’.
“A sarrafo agora é Sampaoli, se aparecerem outro cara bom, beleza, mas se vierem com Caixinha ou Zubeldia vai ser catastrófico.. a torcida cansou da pensamento pequeno, operando no limite do aceitável, queremos excelência! E não só no futebol, na administração também, fora Muzzi!”, publicou o perfil @Galosofia_ (veja aqui).
“Demitir o Cuca, pra trazer Pedro Caixinha e Zubeldia, é trocar bosta por merda. Melhor deixar o interino até o final do ano e perder mais uma temporada, pelo menos assim não gasta dinheiro com rescisão de treinador”, destacou o perfil @cornetadela (veja aqui).
“Zubeldia não pelo amor de Deus. O Agostinho Carrara cara insuportável”, publicou o perfil @voidudinha (veja aqui).
O Atlético foi derrotado pelo Cruzeiro por 2 a 1 na tarde deste sábado (30/08), em jogo válido pela segunda rodada da fase final do Campeonato Mineiro Sub-20. Foi a segunda derrota do Galinho em dois jogos do Octagonal Final.
Os gols do Cruzeiro foram anotados por Felipe Morais e Murilo Rhikman ainda no primeiro tempo, já o gol do Galinho foi anotado pelo atacante Murillo na etapa final.
O JOGO
O duelo começou pegado e logo aos dois minutos, o Galinho sofreu um duro gol. Após cobrança de falta de Cauan Baptistella, Felipe Morais abriu o placar para a Raposinha. O Atlético não baixou a guarda e teve um bom volume de jogo, criando situações com Eric, aos 15 minutos e Samuel aos 23.
O Galinho seguiu pressionando e com um alto volume de jogo, mas sequia pecando na hora de finalizar. Aos 35 da etapa inicial, Eric teve mais uma chance, porém desperdiçou. Dois minutos depois, o meia teve outra oportunidade, mas também desperdiçou.
No futebol existe um velho ditado popular: “quem não faz, tomo”. E foi justamente isso que aconteceu aos 41 minutos. Em jogada tramada pelo lado direito da defesa alvinegra, Baptistella achou Murilo Rhikman, que saiu sozinho com Pedro Cobra, deslocando o goleiro para ampliar para o Cruzeiro.
No segundo tempo, o Cruzeiro começou tomando as iniciativas e o goleiro Pedro Cobra foi obrigado a trabalhar duas vezes. A primeira com Fernando e a segunda com Bruno Alves. Aos 11 minutos, Zé Phelipe teve boa chance de diminuir, mas chutou mascado.
O Atlético diminuiu o placar aos 22 minutos após jogada do meia-atacante africano Cissé dominou livre e encontrou Murillo, que tirou do goleiro e marcou para o Galinho. O alvinegro seguiu pressionando, mas sem a efetividade necessária para emparar o jogo.
PRÓXIMA PARTIDA
O próximo jogo do Galinho será sábado (06/09), às 15h (de Brasília), contra o Boston City, na Cidade do Galo. A partida é válida pela terceira rodada da fase final do Campeonato Mineiro Sub-20 e o alvinegro busca a primeira vitória na competição.
A pressão da torcida atleticana pela vinda de Jorge Sampaoli parece que não surgiu efeito. Segundo informações do portal GE, o argentino está descartado pela SAF alvinegra.
Jorge Sampaoli era um dos nomes cotados para substituir o técnico Cuca, demitido na última sexta-feira (29/08), mas dentre alguns critérios adotados para fazer a contratação, o argentino não passou em dois.
Ainda segundo a publicação, outros pontos também pesaram contra o argentino, como a questão comportamental do treinador e os seus auxiliares, o trato com as categorias de base e o desempenho esportivo.
O Fala Galo entrou em contato recentemente com uma fonte próxima ao treinador, que demonstrou total interesse em retornar ao Maior de Minas, inclusive, daria preferência ao Atlético em relação ao Fenerbahçe, da Turquia, que também estaria interessado no profissional de 65 anos.
A pressão dos torcedores do Maior de Minas pela contratação do técnico argentino Jorge Sampaoli segue crescendo nas redes sociais, paralelamente, também cresce a rejeição pelo português Pedro Caixinha.
Na tarde deste sábado (30/08), duas faixas de protesto contra a SAF atleticana vazaram nas redes sociais. Uma das faixas é favorável a vinda de Jorge Sampaoli: “Queremos o Sampaoli, chega de comodismo! Quer bom dia ou um time protagonista?”
Já a segunda faixa, é totalmente contra a vinda do português Pedro Caixinha, que é um dos nomes favoritos para assumir o comando do Maior de Minas: “Caixinha? Só se for pra guardar os erros da SAF. O Galo merece comando, não mais apostas sem sentido.”
Em ambas as faixas, a abreviação GZN indica que as faixas foram encomendadas pela torcida organizada Galoucura Zona Norte.
Ocupando a 12ª colocação do Campeonato Brasileiro com apenas 24 pontos, o Maior de Minas precisa voltar a vencer para se distanciar do Z4. O primeiro colocado no Z4 é o Vitória-BA, adversário deste domingo no Estádio Barradão.
Para voltar a vencer na competição, o Galo precisará quebrar um tabu que já ultrapassa os 10 anos. A última vitória do Maior de Minas contra o Rubro-Negro baiano fora de casa aconteceu em 22 de maio de 2014, em jogo válido pela 6ª rodada do Brasileirão, no Estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana.
Após abrir um 3 a 0 com Jesús Dátolo, Alemão (contra) e Réver, o Vitória de Carlos Amadeu apertou o cerco e acabou diminuindo com gols de Dinei e Willie.
Após o triunfo do Atlético em 2014, as equipes se enfrentaram em outras quatro oportunidades, com quatro vitórias do rubro-negro baiano. Na última partida, inclusive, o Galo foi goleado por 4 a 2.
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