O Arqueiro gosta mesmo é de competição grande. Com o segundo na suada vitória sobre o Peñarol, na Arena MRV, Paulinho chegou à segunda posição na lista dos maiores artilheiros do Clube na Libertadores.
Com sete gols na edição passada da Copa e quatro neste ano, o Arqueiro chegou aos 11 gols, deixando para trás o ex-centroavante Guilherme Alves e empatou com Jô, artilheiro e campeão em 2013, e ficando abaixo apenas do seu parceiro Hulk, que tem 15.
Um dos vice-artilheiros do certame na temporada passada, Paulinho ostenta números expressivos na principal competição sul-americana de clubes com o Manto. Além dos 11 tentos, o artilheiro tem cinco assistências, uma nesta noite, somando 16 participações em gol em 14 jogos disputados.
🌎 10 maiores artilheiros do Atlético na Libertadores:
1º – Hulk (15 gols) 2º – Paulinho e Jô (11 gols) 3º – Guilherme (9 gols) 4º – Cazares (8 gols) 5º – Lucas Pratto (7 gols) 6º – Fred e Diego Tardelli (6 gols) 8º – Ronaldinho e Ricardo Oliveira (5 gols)
Ufa! Parecia que seria mais um passeio na Arena MRV. Mas É libertadores e, pelo entretenimento, tem que rolar um sofrimento. Depois de abrir 3 a 0 no primeiro tempo, o Galo vacilou e deixou o Peñarol encostar na segunda etapa, mas conseguiu segurar a terceira vitória na Libertadores.
Chegando aos nove pontos somados na tabela de classificação do Grupo G, o Alvinegro coloca cinco pontos de vantagem sobre o Rosario Central, segundo colocado, encaminhando a vaga nas oitavas de final da principal competição sul-americana de clubes.
Repeteco na escalação
Pela primeira vez repetindo o time, Gabriel Milito mandou a campo rigorosamente a mesma formação que iniciou na vitória no clássico do último sábado (20). Novidades só no banco de reservas, com as presenças do zagueiro Bruno Fuchs e do atacante Brahian Palacios, recuperados de lesão.
Só dá Galo!
O jogo na Arena começou disputado, mas logo o Galo colocou ordem na casa. Depois de algumas boas chegadas, para variar, o artilheiro da era Milito, já na jogada característica do time, começando na esquerda e parando na direita, Gustavo Scarpa, marcou seu quarto gol com o Manto, todos sob o comando do Mariscal, incendiando a Massa.
Foto: Pedro Souza / Atlético
11 minutos depois, o artilheiro da Arena também apareceu. Paulinho, que já havia servido Scarpa para a abrir o placar, aumentou a contagem depois de bater a carteira de um defensor na entrada da área e só ter o trabalho de tirar do goleiro.
Foto: Pedro Souza / Atlético
Mesmo ritmo
Voltando dos vestiários na mesma pegada, bastou 12 minutos para o Alvinegro chegar ao terceiro. Parecia replay, mas não. Em mais um passe de Hulk, Scarpa guardou mais um, daquele jeito, batendo de primeira no carinho esquerdo.
Ah, Galo…
Em um completo apagão, o Alvinegro sofreu dois gols em oito minutos. Em vacilos da defesa, Olivera e Silvera diminuíram para os visitantes, que cresceram na partida colocando o 3 a 2 no placar.
A partir daí, o Galo tentava segurar o placar, enquanto os uruguaios foram para o tudo ou nada e colocaram altura para lançar bolas na área de Everson. O jogo esquentou, mas não teve jeito, deu Galo na cabeça.
Pausa na Copa
O próximo compromisso do Galo é já neste sábado (27), às 18h30, diante do Cuiabá, na Arena Pantanal, jogo válido pela quarta rodada do Brasileirão. Pela Libertadores, só daqui duas semanas, no dia 7 de maio, frente o Rosario Central, na Argentina, às 19h, pela quarta rodada do Grupo G.
FICHA TÉCNICA: Atlético 3×2 Peñarol Motivo: 3ª rodada do grupo G da Copa Libertadores da América Data e Horário: Terça-feira, 23 de abril de 2024 – 19h Estádio: Arena MRV Dinheiro do Jogo: 34.279 – R$ 2.104.458,81
ATLÉTICO: Everson; Saravia (17’ 2º), Battaglia e Jemerson; Gustavo Scarpa (Igor Rabello – 43’ 2º), Alan Franco, Otávio, Zaracho (Igor Gomes – 17’ 2º) e Guilherme Arana; Paulinho (Cadu – 49’ 2º) e Hulk. Técnico: Gabriel Milito
PEÑAROL: de Amores; Milans (Castillo – 11’ 2º), Méndez, Rodríguez e Olivera; García (Matheus Babi – 38’ 2º), Darias (Léo Coelho – 42’ 2º); Sequeira (Gastón Ramírez – 11’ 2º), Leo Fernández e Lucas Hernández (Sosa – 11’ 2º); Silvera. Técnico: Diego Aguirre
ARBITRAGEM: Árbitro: Andrés Rojas (COL) Auxiliares: Alexander Guzmán (COL) e Jhon Gallego (COL) VAR: Carlos Oribe (EQU)
Na noite desta terça-feira (23), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a escala de arbitragem para a quarta rodada do Campeonato Brasileiro.
Na partida do Atlético, que visita o Cuiabá na Arena Pantanal, no sábado (27), às 18h30, um trio do Distrito Federal foi escalado. Sávio Pereira Sampaio apita, auxiliado por Lehi Sousa Silva e Daniel Henrique da Silva Andrade. José Cláudio Rocha Filho, VAR-FIFA e filiado à Federação Paulista, estará no comando da cabine do VAR.
Maguielson Lima Barbosa (Quarto Árbitro), José Alexandre Barbosa Lima (Assessor), Fábio Rogério Baesteiro (AVAR1), Marcelo de Lima Henrique (AVAR2) e Rodrigo Pereira Joia (Observador de VAR) completam o quadro de arbitragem.
A última partida do Atlético apitada por Pereira Sampaio foi a vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo, na Arena MRV, na 37ª e penúltima rodada da edição passada do Brasileirão.
O Atlético de Gabriel Milito está escalado para o confronto diante do Peñarol, logo mais, às 21h desta terça-feira (23), na Arena MRV, jogo válido pela terceira rodada do Grupo G da Copa Libertadores da América.
Sem tirar nem pôr, o Mariscal surpreendeu mais uma vez e mandou a campo a mesma formação inicial da vitória no clássico do último sábado (20), na terceira rodada do Campeonato Brasileiro: Everson; Saravia, Battaglia e Jemerson; Gustavo Scarpa, Alan Franco, Otávio, Zaracho e Guilherme Arana; Paulinho e Hulk.
Se não há novidade na escalação, o banco tem duas caras novas. O zageuro bruno Fuchs e o atacante Brahian Palacios, recuperados de lesões musculares, voltam a ficar à disposição.
Matheus Mendes, Maurício Lemos, Igor Rabello, Mariano, Igor Gomes, Pedrinho, Vargas, Alan Kardec, Cadu e Alisson são as demais opções para o decorrer da partida.
Se você pesquisar por Zaracho no famoso buscador da internet, ele perguntará: “você quis dizer meio-campista completo?” Voltando a se destacar no Atlético, o argentino é simplesmente o líder de desarmes das quatro últimas edições do Campeonato Brasileiro.
De 2021 para cá, ano em que foi peça fundamental no título do Galo, Matí, de acordo com a plataforma de estatísticas Sofascore, coleciona 213 desarmes, em 88 partidas disputadas no certame nacional. Com destaque também em outros quesitos, o argentino tem 86% de precisão no passe, 68% em acerto nos dribles, 363 bolas recuperadas, 90 interceptações, alem de cinco assistências.
Com o golaço que abriu a contagem na imponente vitória por 3 a 0 no clássico do último sábado (12), Zaracho chegou a 21 tentos pelo Galo – o 12º no Brasileiro -, empatando com seu ex-companheiro Savarino, em quinto na lista dos goleadores estrangeiros do Clube. Com 166 jogos, o meio-campista figura como o quarto gringo com mais jogos vestindo o Manto.
Por: Max Pereira @MaxGuaramax2012 Sempre que um clube contrata um treinador cujas ideias de jogo e maneira de ver o futebol são absolutamente diferentes daquelas colocadas em prática por aquele que o antecedeu, uma crítica recorrente nestes casos é sempre desferida aqui ou ali: ao contratar treinadores tão diferentes os dirigentes mostram que não sabem o que querem ou que não têm nenhuma ideia de time que querem ver em campo. Apenas querem se livrar de um problema.
Não saberia explicar porque o comando atleticano, aparentemente tão apegado ao Felipismo, trouxe um treinador que em nada lembra o seu antecessor e cujas ideias de jogo flagrantemente se opõem àquelas professadas e praticadas pelo veterano ex-comandante alvinegro.
De fato, trocas de comando como esta última que aconteceu no Atlético são singulares e curiosas e até perigosas porquanto suscitam dúvidas e geram expectativas mil. Este tipo de mudança seria mesmo uma sinalização da falta de um norte por parte de quem comanda o futebol do clube e, em consequência, um tiro no escuro, ou seria a demonstração de que houve a percepção de que essa troca de comando e, principalmente de ideia de jogo, era mais que necessária?
Acho que nunca saberemos a resposta, mesmo porque qualquer que seja ela, dadas as peculiaridades do futebol e as especificidades do Atlético em particular, a contratação de Milito, como seria a de qualquer outro treinador, nunca deixou de ser algo incerto e preocupante. Tudo pode dar certo e tudo pode dar errado.
Entendo quem crítica trocas açodadas e intempestivas de técnicos, quase sempre apoiadas em birras de dirigentes, de torcedores e até de formadores de opinião da mídia convencional e hoje, também, das redes alternativas. Ainda que seja bastante defensável a tese de que não se monta um time de um dia para o outro e, tampouco, o faz atingir um nível de excelência em um piscar de olhos, nunca é demais não se esquecer que futebol não é ciência exata e tem particularidades que jamais podem ser desprezadas.
E acrescentei: “se os verdadeiros e graves problemas internos do Atlético não forem atacados de frente, enfrentados e saneados QUALQUER TREINADOR, SEJA ELE QUEM FOR, SERÁ SEMPRE UMA APOSTA. Assim, o trabalho de Milito deve ser cercado de muitos cuidados. Se de um lado, cabe ao clube dar-lhe as melhores condições de trabalho possíveis, de outro cabe à torcida abraçá-lo, deixá-lo trabalhar e jogar com o time”.
O que está acontecendo no Atlético parece um juntar a fome com a vontade de comer. Elenco e Milito parecem viver uma lua de mel e, como ocorre em todos os casamentos/relacionamentos, este encanto inicial corre riscos de se quebrar.
Em vários momentos da vida somos simultaneamente três pessoas diferentes: somos o nosso eu verdadeiro que apenas nós conhecemos, somos o eu com o qual nós nos apresentamos para a sociedade e por meio do qual nunca nos revelamos por inteiro sem que isto indique necessariamente deficiência de caráter ou falsidade, e somos também aquele ou aquela que quem está apaixonado por nós quer enxergar, ou seja, um ser perfeito do ponto de vista de quem nos ama de paixão.
Isto vale não só para para namoros e para os primeiros anos de casamento. Vale para qualquer relacionamento, inclusive os profissionais. Aquelas decepções do tipo “eu achei que te conhecia”, “você mudou e eu não te conheço mais” ou “você fingiu ser uma pessoa que não é, você é falso”, muitas vezes derivam dessa trindade que não é Augusta e nem divina, mas sim humana.
Estava claro que time e elenco atleticanos estavam doentes. Está claro também que Milito e o grupo estão encontrando e vendo um no outro aquilo que tanto desejavam ver e encontrar. Essa fase de lua de mel é tão alvissareira, quanto exige cuidados e um trabalho que transcende as quatro linhas.
Há muito tempo não via jogadores e treinador comemorarem juntos e com tanta alegria os gols e as vitórias. E isso é muito significativo. Por falar nisso, como é gostoso ver o time voltar a sorrir durante os jogos, ver o time mais leve, mais confiante, mais inspirado. E olha que isso é apenas um começo. O começo de um trabalho que precisa ser blindado, abraçado e cuidado em toda a sua complexidade.
Essa felicidade nascida desse encontro do elenco atleticano com o jovem e elétrico treinador argentino por óbvio tem funcionado como um elemento facilitador da assimilação das ideias de Milito e, também, do crescimento da vontade dos jogadores de vencer e de superar obstáculos.
Se de um lado lado, o time vem se inovando e conseguindo aprender a enfrentar e a se sobrepor às demandas e às variações táticas dos adversários, de outro vê-se também uma gradual evolução no enfrentamento das armadilhas mentais e emocionais que vêm sendo utilizadas largamente pelos adversários, particularmente aqueles de qualidade técnica flagrantemente inferior ou de camisa menos pesada.
Mesmo ainda longe do nível de excelência sonhado e desejado pelos seus milhões de torcedores o Atlético já consegue fazer o Galista gargalhar. As duas últimas e recentes vitórias de três gols sobre seu maior rival regional, resgataram no time e na Massa aquela chama que faz os seus adversários tremerem. Pela vez primeira a Arena deu um “spoiller” daquele caldeirão prometido.
Dentro de campo, algumas nuances táticas e algumas experiências aparentemente insanas de Milito não só têm funcionado, como, também, têm alegrado e feito a Massa sonhar e os jogadores a voltarem a sorrir e a acreditar que nenhuma vitória é impossível.
Essa amplitude tática que vem abrindo espaços mais que importantes para que Scarpa e Arana sejam liberados e explorem os flancos, enquanto os demais jogadores flutuam por dentro atraindo a marcação e deixando os corredores nas beiradas do campo livres, não é algo feito por acaso.
Claro que os outros treinadores irão buscar neutralizar esta estratégia. Claro está, também, que se espera de Milito, jogo a jogo, outros Atletico’s surpreendentes e envolventes, capazes de assimilar as variantes e os ferrolhos táticos que os adversários fatalmente tentarão impor. Mas este Atlético dos sonhos, cada vez mais forte e brilhante, só será alcançado com tempo, trabalho, perseverança e muitos cuidados.
Essa amplitude tática, esse escalar diferente e ousado, às vezes com apenas um zagueiro de ofício no time, esse descobrir o potencial multifuncional e tático de vários jogadores como, por exemplo, Saravia, Bataglia e Franco, esse resgatar da autoestima e da confiança de Jemerson e de Paulinho e esse Hulk que começa a se alternar entre protagonista e coadjuvante tático fundamental, dentre outras coisas mais, são também a amplitude e resgate da confiança, do apoio solidário da Massa em jogadores antes amaldiçoados e, em consequência, da parceria inestimável e imprescindível com a torcida.
E os ventos futuros certamente serão derrotados e transformados em brisa. Esse Atlético que Milito está forjando é o Atlético que todo atleticano quer ver, é o Galo que alimenta nossos sonhos, é o Atlético a quem chamamos de nosso e com o qual nos identificamos, é o Galo Forte e Vingador que está tatuado na alma de cada um de seus milhões de aficcionados espalhados por este mundão de meu Deus como dizia a velha Zulmira, aquela torcedora raiz que não entendia nada de futebol, mas de Atlético era doutora e tudo sabia.
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*Este texto é opinativo, de inteira responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, o pensamento do portal Fala Galo.
Na noite dessa segunda-feira (22), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou que a partida entre Fluminense e Atlético, marcada para o próximo dia 4 de maio, um sábado, válida pela quinta rodada do Brasileirão, será realizada no estádio Kleber Andrade, em Cariacica, na região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo.
A partida estava marcada para o Maracanã, mas, por conta da realização do show da estrela pop Madonna, em Copacabana, na mesma data, à noite, a Polícia Militar do Rio de Janeiro acredita que não será possível fazer a segurança adequada em dois eventos de tal porte quase que simultâneos.
Dessa forma, a PMRJ recomendou que o Tricolor levasse a partida para outra cidade, o que não agradava ao clube, que chegou a pleitear que o jogo fosse disputado pela manhã, às 11h. Diante da dificuldade que o calendário apresenta para uma eventual mudança de data, uma vez que o jogo precisa necessariamente acontecer no sábado, já que o Atlético enfrenta o Rosario Central, na terça-feira (7), na Argentina, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores e o próprio Fluminense também tem compromisso posterior pela Copa, o jogo foi transferido para o estado vizinho.
De acordo com o Regulamento Geral de Competições da entidade máxima do futebol brasileiro, os clubes têm o prazo limite de dez dias antes do compromisso para realizarem os pedidos de transferência de partidas para outro estado, o que foi respeitado neste caso.
Fechando uma sequência de três partidas na Arena MRV, a missão da vez é na Libertadores. Em mais uma noite de Copa na casa do Galo, nesta terça-feira (23), às 21h, Atlético e Massa, embalados pela categórica vitória no clássico do último sábado (20), recebem o tradicionalíssimo Peñarol, do Uruguai, na terceira rodada do Grupo G da principal competição sul-americana de clubes.
Com 100% de aproveitamento até aqui, o Alvinegro bateu o Caracas na estreia, na Venezuela, e o Rosario Central, na primeira partida internacional na Arena. Os Aurinegros, por sua vez, foram derrotados pelos centralistas não Argentina, mas golearam os venezuelanos em Montevidéu.
Sendo assim, o Atlético está na ponta, com seus seis pontos, enquanto o Peñarol, com três, fica na segunda posição pelo saldo de gols superior ao dos argentinos (4×0). O Caracas, que ainda não somou pontos, segura a lanterninha.
Atlético
Gabriel Milito não conta com os lesionados Paulo Vitor e Rubens. O zagueiro Bruno Fuchs e o atacante Brahian Palacios, na fase de transição, podem ainda não reunir condições de jogo.
Sem mais desfalques desde o clássico, o Mariscal tem a opção de pela primeira vez repetir a escalação de uma partida para outra. Porém, o comandante, que n sábado mandou a campo apenas Jemerson como zagueiro de ofício, pode optar pela entrada de mais um defensor. Assim, Mauricio Lemos entraria na vaga de um dos meio-campista, com Otávio ou Alan Franco deixando a equipe.
Provável escalação: Everson; Saravia, Battaglia e Jemerson; Gustavo Scarpa, Alan Franco, Otávio (Mauricio Lemos), Zaracho e Guilherme Arana; Paulinho e Hulk. Técnico: Gabriel Milito
Os desfalques de Diego Aguirre dão o goleiro Washington Aguerre, o lateral-direito Camilo Mayada, o meio-campista Franco González e o atacante Javier Cabrera, lesionados.
Provável escalação:
Guilhermo de Amores; Pedro Milans (Byron Castillo), Óscar Méndez, Guzmán Rodríguez e Maximiliano Olivera; Damián García, Gastón Ramírez, Eduardo Darias (Ignacio Sosa), Leo Fernández e Leonardo Sequeira; Maximiliano Silvera. Técnico: Diego Aguirre
Lesionados: Washington Aguerre, Javier Cabrera, Franco González, Camilo Mayada Suspensos: – Pendurados: Eduardo Darias
FICHA TÉCNICA: Atlético x Peñarol Motivo: 3ª rodada do grupo G da Copa Libertadores da América Data e Horário: Terça-feira, 23 de abril de 2024 – 19h Estádio: Arena MRV
ARBITRAGEM: Árbitro: Andrés Rojas (COL) Auxiliares: Alexander Guzmán (COL) e Jhon Gallego (COL) VAR: Carlos Oribe (EQU)
Na noite desta segunda-feira (22), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou as datas dos confrontos válidos pela terceira fase da Copa do Brasil.
Enfrentando o Sport, o Atlético inicia o duelo na Arena MRV, na terça-feira da semana que vem, 30 de abril, às 21h30. A partida decisiva, na Arena Pernambuco, será no dia 22 de maio, uma quarta-feira, às 19h.
Retrospecto Galo x Sport na Copa do Brasil
Será o quinto confronto entre Atlético e Sport na principal competição nacional de mata-mata. Nas quatro vezes anteriores, o Alvinegro se classificou em três oportunidades – em 1995, 2002 e 2010 – e foi eliminado apenas uma vez, nas quartas de final, em 2003.
⚔️ Confrontos entre Atlético e Sport na Copa do Brasil:
✅ 1995 (Primeira fase) Ida: 17/03/1995 – Atlético 1×0 Sport (Mineirão) Volta: 28/03/1995 – Sport 2×2 Atlético (Ilha do Retiro)
✅ 2002 (Segunda fase) Ida: 06/03/2002 – Sport 2×1 Atlético (Ilha do Retiro Volta: 13/03/2002 – Atlético 3×0 Sport (Mineirão)
❌ 2003 (Quartas de final) Ida: 07/05/2003 – Sport 4×0 Atlético (Ilha do Retiro) Volta: 14/05/2003 – Atlético 3×1 Sport – (Mineirão)
✅ 2010 (Terceira fase) Ida: 14/04/2010 – Atlético 1×0 Sport (Mineirão) Volta: 21/04/2010 – Sport 0x2 Atlético (Ilha do Retiro)
Premiação
Pela participação na terceira fase, o Galo já garantiu R$ 2,205 milhões. Caso avance às oitavas, o Alvinegro coloca mais R$ 3,465 milhões nos cofres. Batendo campeão, o maior de Minas fatura R$ 88,62 milhões.
💰 Terceira fase: R$ 2,205 milhões 💰 Oitavas de final: R$ 3,465 milhões 💰 Quartas de final: R$ 4,515 milhões 💰 Semifinal: R$ 9,450 milhões 💰 Vice: R$ 31,5 milhões 💰 Campeão: R$ 73,5 milhões
Nos descontos da janela de transferências, fechada na última sexta-feira (19), o Atlético negociou os meio-campistas Edenílson e Patrick, que deixaram a Cidade do Galo rumo a Santos e Grêmio, respectivamente.
Como estavam no processo de recuperação de lesões, eles não chegaram a ter muito tempo de jogo com Gabriel Milito. Patrick sequer entrou em campo com o treinador, e Ed atuou alguns minutos na estreia do argentino no comando técnico, o primeiro clássico da final do Campeonato Mineiro. Apesar de contar com os jogadores, o Mariscal entende a opção deles por deixar o Clube:
“As saídas de Patrick e Edenílson dependeram muito das intenções dos jogadores. Claro, se tivessem ficado, contaríamos com eles. Receberam propostas de outros clubes que consideraram importantes e decidiram sair”.
Foto: Pedro Souza / Atlético
Satisfeito com o elenco que tem à disposição, Milito acredita que o Galo se manterá competitivo. No entanto, em julho, será avaliada a possibilidade e necessidade de reforçar o time:
“Nós temos que seguir em frente com o que temos. Temos um bom elenco. Vamos competindo e jogando como fazemos a cada partida. Na metade da temporada, em julho, veremos se poderemos nos reforçar ou não, mas estou contente com o elenco que temos”.
A grande carência atualmente é no lado esquerdo, que ficou desguarnecido diante da lesão de Rubens. O prata da casa, que estreia com Milito após se recuperar de uma fratura na mão direita, sofreu uma entorse no joelho esquerdo, ainda no início da partida contra o Criciúma, na última quarta-feira (17).
O desafio para o Mariscal será encontrar no elenco um substituto para o titular Guilherme Arana, que, segundo o treinador, não poderá jogar todos os minutos de todas as partidas. Apesar da dor de cabeça, o comandante, que cita as opções que tem nos outros setores, acredita que o elenco lhe permite encontrar uma solução:
“Temos dois jogadores em quase todas as posições. O único setor, com a lesão de Rubens, que estamos um pouco debilitados, é na esquerda, porque temos só Arana. O substituto natural era Rubens. Eventualmente, jogará Gustavo (Scarpa) nessa posição, como fez espetacularmente bem em Caracas. Isso te dá tranquilidade, estar em um Clube muito grande e contar com jogadores tão inteligentes. Nas outras posições, temos zagueiros, temos meio-campistas, temos atacantes, temos alas. Na direita, temos alternativas, Gustavo, Alisson e Saravia, dependendo da partida”.
Foto: Pedro Souza / Atlético
Milito conta com um grupo de 27 jogadores de linha e quatro goleiros. Em suas primeiras sete partidas no comando técnico, o treinador utilizou 23 atletas. Excetuando o lesionado Paulo Vitor, apenas os três goleiros reservas, o zagueiro Rômulo, o lateral-direito Vitor Gabriel e o atacante Alan Kardec ainda não tiveram oportunidade de mostrar serviço em campo.
O meia-atacante Robert e o atacante colombiano Brahian Palacios – que acaba de ser liberado pelo departamento médico – são reforços que ainda não estrearam. Além deles, Gustavo Scarpa, que cresceu de produção com Milito, chegou à Cidade do Galo no primeiro semestre. Para julho, o Clube já tem um pré-contrato firmado com o meia-atacante Bernard, que volta ao Atlético após o encerramento do seu vínculo com o Panathinaikos, da Grécia.
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