O Atlético divulgou, no início da tarde desta quinta (9), a lista de jogadores relacionados para o confronto diante do Santos, pelo Campeonato Brasileiro. A bola rola no sábado (11), às 20h, na Vila Belmiro.
Atletas que não estiveram à disposição contra o Puerto Cabello, Renan Lodi, Ruan, Franco, Hulk e Victor Hugo estão de volta. Por outro lado, o atacante Minda segue entregue ao Departamento Médico, com lesão no músculo posterior da coxa esquerda.
Base Presente
Cria do Galo, Cauã Soares será opção para o técnico Eduardo Domínguez. O centroavante, que ganhou minutos na Sul-Americana, será um dos jogadores do Galinho que viajam a Santos. Os outros Crias relacionados são os goleiros Delfim e Robert, o lateral-esquerdo Pascini, o zagueiro Vitão e o meia Cissé.
A lista de relacionados para Santos x Atlético (Divulgação/Atlético)
A estreia do Atlético na Copa Sul-Americana foi marcada por um resultado que entrou negativamente para a história do clube. Pela primeira vez, o Galo foi derrotado por uma equipe venezuelana, ao cair por 2 a 1 diante do Puerto Cabello, no Estádio Misael Delgado. Mais do que o placar, o que realmente incomodou o técnico Eduardo “Barba” Domínguez foi a postura e a performance técnica de um time que, embora alternativo, ostentava nomes de peso.
RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA:
Em uma entrevista coletiva carregada de autocrítica em Valencia, o treinador argentino não buscou subterfúgios para justificar o tropeço. Apesar da logística desgastante — uma viagem de mais de 100 km partindo de Caracas e a mais longa do calendário até aqui — Domínguez enfatizou que o elenco enviado a campo tinha a obrigação de entregar mais.
“Assumo toda a responsabilidade. Pela equipe que escalamos, com jogadores de seleção e de hierarquia, tínhamos individualmente um time melhor, mas não demonstramos isso na prática. É fácil buscar desculpas nas viagens, mas precisamos encarar a realidade: jogamos mal”, disparou o treinador.
O PERIGO DO “SALTO ALTO”
Um dos pontos mais contundentes da fala de “Barba” foi o alerta sobre a postura mental do grupo. Para o comandante, vestir a camisa de uma instituição gigante como o Atlético não é garantia de vitória. Ele destacou que o respeito ao adversário deve ser demonstrado com intensidade, e não apenas com o nome no papel.
O técnico ressaltou que todas as partidas da temporada serão batalhas difíceis, independentemente da tradição do oponente, e que a equipe “não se encontrou” conforme o planejado estrategicamente para o duelo em solo venezuelano.
MUDANÇA DE POSTURA:
Questionado sobre o retorno de pilares como Hulk e Alan Franco para os próximos compromissos continentais, Domínguez preferiu focar na evolução do coletivo. Para ele, o problema não reside apenas em quem entra em campo, mas em como o time se comporta sob pressão.
“Não podemos admitir uma atuação como esta. Estamos decepcionados pela nossa torcida. As críticas virão e são justas. Agora, o foco é reagir imediatamente no sábado. Nenhuma evolução é linear, mas precisamos levantar e seguir trabalhando”, projetou o técnico.
PRÓXIMOS DESAFIOS:
O Atlético agora precisa virar a chave rapidamente. O compromisso de sábado pelo Campeonato Brasileiro torna-se vital para acalmar os ânimos da massa atleticana antes do próximo desafio pela Sul-Americana, na quinta-feira (16), contra o Juventu-URU, na Arena MRV. A ordem na Cidade do Galo é clara: transformar a frustração em resultado e garantir que o episódio na Venezuela tenha sido apenas um ponto fora da curva em uma temporada de grandes ambições.
O Atlético não começou a sua caminhada na Copa Sul-Americana como o torcedor esperava. Na última quarta-feira (8), o Galo foi derrotado pelo Puerto Cabello-VEN por 2 a 1, em Valencia. Apesar da expectativa por um bom resultado mesmo fora de casa, a atuação da equipe mineira ficou abaixo da crítica, e o meia-atacante Bernard, um dos líderes do elenco, não fugiu da responsabilidade ao analisar o revés.
O PESO DAS MUDANÇAS DO ‘BARBA’
Para o duelo em solo venezuelano, o técnico Eduardo “Barba” Domínguez optou por uma estratégia arriscada: poupar os titulares absolutos e levar a campo uma formação alternativa. A intenção era dar rodagem a atletas com menos minutos na temporada, mas, na prática, o que se viu foi um time desarticulado.
Segundo Bernard, a falta de entrosamento foi o “vilão” da noite. O meia destacou que, embora o grupo treine junto, a dinâmica de um jogo oficial com tantas modificações estruturais é um desafio considerável:
“A gente trabalha todos os jogadores para ter esse tipo de oportunidade, mas quando têm muitas mudanças na base, na estrutura da equipe, é diferente. Treinar com um atleta e jogar com ele são coisas completamente distintas. Precisamos aproveitar essas chances, e espero que nas próximas o nosso rendimento seja muito superior ao que apresentamos hoje”, desabafou o camisa 20.
UM TIME DESCONHECIDO EM CAMPO:
A escalação inicial contou com nomes que raramente iniciam partidas juntos, como a linha defensiva formada por Vitor Hugo, Lyanco e Junior Alonso, além de um meio-campo com Mamady Cissé e Igor Gomes. A ausência de pilares como Hulk, Alan Franco e Renan Lodi, que sequer viajaram para a Venezuela, foi sentida na falta de criatividade e no poder de decisão no último terço do campo.
Além dos poupados, o departamento médico também limitou as opções de Domínguez, com as ausências de Alan Minda e Patrick, que seguem em recuperação física.
FOCO NO BRASILEIRÃO E REAÇÃO NA SULA:
Apesar do gosto amargo da derrota na estreia continental, o Atlético não tem tempo para lamentar. O foco agora volta-se para o Campeonato Brasileiro, onde o time vive um bom momento com duas vitórias consecutivas. O Galo recebe o Santos no próximo sábado (11), às 20h, na Arena MRV, buscando manter a ascensão na tabela nacional.
Já pela Sul-Americana, a chance de redenção será na próxima quinta-feira (16), contra o Juventu-URU. Novamente em casa, a expectativa é que “Barba” utilize força máxima para recuperar os pontos perdidos e evitar complicações na fase de grupos da competição.
No final da noite desta quarta (8) e início desta quinta (9), o Atlético Mineiro foi derrotado por 2 a 1 pelo Academia Puerto Cabello, no estádio Misael Delgado, em Valência, na Venezuela, pela primeira rodada do grupo B da CONMEBOL Sul-Americana. O time mineiro teve mais posse de bola, mas voltou a apresentar falhas defensivas e pouca eficiência no ataque, fatores decisivos para o resultado negativo.
O Puerto Cabello aproveitou os erros de marcação do Atlético e construiu a vitória ainda no primeiro tempo, com gols de Castillo e Ramos. Dudu marcou para o Galo, que reagiu de forma pontual, mas não conseguiu sustentar o desempenho ao longo da partida.
Sistema defensivo falha e Atlético sai atrás no placar na etapa inicial
A equipe venezuelana começou melhor e quase abriu o placar logo nos minutos iniciais. Flores cruzou da direita, Ponce subiu livre e acertou a trave. Na sequência, Lyanco afastou o perigo.
O Puerto Cabello manteve a pressão nos primeiros 15 minutos. Controlou a posse e chegou com frequência ao ataque. O Atlético encontrou dificuldade para trocar passes e sair da defesa.
Aos 16 minutos, saiu o gol dos donos da casa. Ramos avançou pela direita, passou por três marcadores e cruzou. Ponce desviou de cabeça, e Castillo apareceu livre para finalizar cruzado, sem chance para Everson. O VAR revisou o lance e confirmou o gol. A defesa atleticana falhou na marcação.
Mesmo desorganizado, o Atlético chegou ao empate aos 27 minutos. Após erro na saída de bola do Puerto Cabello, Bernard roubou e acionou Cassierra. O atacante não finalizou, e a sobra ficou com o próprio Bernard, que chutou travado. Dudu aproveitou o rebote e marcou com o gol aberto.
O time mineiro melhorou após o empate e criou sua primeira jogada trabalhada aos 32 minutos. Lyanco lançou Cassierra, que cabeceou com perigo. O goleiro Graterol fez boa defesa.
Mas a instabilidade defensiva voltou a aparecer. Aos 38, Rosales cruzou da direita, e Ramos subiu livre sobre Lyanco para marcar o segundo gol do Puerto Cabello.
Análise do primeiro tempo
O Atlético encerrou o primeiro tempo com atuação abaixo do esperado. Teve dificuldade para manter a posse e sofreu na recomposição. Bernard e Dudu pouco ajudaram na marcação, o que sobrecarregou o meio-campo. Pela esquerda, Dudu não ajudou na recomposição e Junior Alonso tiveram um desempenho irregular, deram muito espaço para os jogadores do Puerto Cabello trabalharem a bola pelo setor onde saíram os dois gols. Lyanco também falhou no tempo de bola nos lances decisivos.
Atlético melhora no fim, mas esbarra na ineficiência ofensiva
Para o segundo tempo, o técnico Eduardo Domínguez promoveu três mudanças. Sacou Igor Gomes, Bernard e Cassierra para as entradas de Maycon, Reinier e Cauã Soares, em tentativa de dar mais mobilidade ao time.
Mesmo assim, o cenário pouco mudou. Logo aos 4 minutos, o Puerto Cabello voltou a levar perigo. Castillo avançou pela esquerda e cruzou rasteiro. Ponce finalizou, Everson espalmou, e González, no rebote, foi travado por Lyanco.
O Atlético seguiu com dificuldades. A equipe não conseguiu controlar o jogo nem transformar posse em chances claras. Faltou aproximação no meio e presença no ataque, problema que já havia aparecido na primeira etapa.
Ainda assim, o time mineiro criou duas boas oportunidades. Cauã Soares e Scarpa finalizaram com perigo, mas pararam em defesas seguras de Graterol.
Na tentativa de ajustar o sistema defensivo, Domínguez fez nova alteração. Tirou Junior Alonso, improvisado na lateral esquerda e já advertido, para a entrada de Kauã Pascini.
Aos 27, o Puerto Cabello voltou a assustar em contra-ataque. Flores avançou com espaço e cruzou. González finalizou livre, mas mandou por cima do gol.
Na reta final, o treinador argentino fez a última mudança. Cissé deu lugar a Alexsander, que melhorou a circulação de bola no meio-campo e deu mais ritmo ao time.
O Atlético passou a ocupar mais o campo ofensivo e pressionar. Aos 39, Scarpa cobrou falta na área, e Vitor Hugo cabeceou com perigo, rente à trave. Foi a melhor chance na etapa final.
Nos minutos finais, o Galo cresceu em volume, mas não em eficiência. Teve mais presença no campo adversário, porém seguiu com dificuldade na finalização e pouco repertório ofensivo.
A derrota por 2 a 1 na estreia expõe problemas já conhecidos. O time alternativo mostrou falta de entrosamento, baixa intensidade sem a bola e pouca agressividade no último terço. A melhora com Alexsander indica um caminho, mas ainda insuficiente.
Análise do segundo tempo
Atlético tentou corrigir os problemas do intervalo com mudanças, mas esbarrou na falta de organização e de repertório ofensivo. As entradas deram mais energia, porém não resolveram o principal: a dificuldade de criar e finalizar.
A equipe voltou com mais peças ofensivas, mas sem coordenação. O meio-campo seguiu espaçado, com pouca aproximação entre os setores. Isso facilitou a marcação do Puerto Cabello, que manteve o controle das ações mesmo sem a bola.
Defensivamente, o time continuou vulnerável. Sofreu em transições rápidas e cedeu espaços pelos lados. Lyanco voltou a aparecer em cortes importantes, mas a linha defensiva, como um todo, seguiu exposta.
No ataque, o Atlético produziu pouco até a metade da etapa final. As melhores chances surgiram mais por erros do adversário ou jogadas isoladas do que por construção coletiva. Faltou movimentação coordenada e presença na área.
A entrada de Alexsander mudou o ritmo. O volante deu mais dinâmica à circulação da bola e melhorou a saída desde trás. Com isso, o time passou a ocupar mais o campo ofensivo nos minutos finais.
Apesar da melhora, o problema na finalização persistiu. O Atlético criou volume na reta final, mas sem precisão. As bolas alçadas na área viraram a principal alternativa, o que facilitou a defesa adversária.
No balanço geral, o segundo tempo repetiu os erros do primeiro, com leve evolução apenas no fim. O time mostrou pouca intensidade sem a bola, dificuldade de articulação e baixa eficiência no ataque. A atuação reforça a necessidade de ajuste coletivo, sobretudo na organização ofensiva e na recomposição defensiva.
Além de estrear com derrota na CONMEBOL Sul-Americana, o Atlético quebrou um tabu negativo. É a primeira vez que a equipe mineira é derrotada para uma equipe venezuelana. Agora, o Atlético viaja para São Paulo, onde se prepara para encarar o Santos, na Vila Belmiro, no sábado (11), às 20h, pela 11ª rodada do Brasileirão.
Estatísticas da partida
Gols: Castillo (aos 16 minutos do primeiro tempo), Dudu (aos 27 minutos do primeiro tempo), Ramos (aos 38 minutos do primeiro tempo);
Posse de bola: Puerto Cabello 44% x 56% Atlético;
Finalizações: Puerto Cabello 16 x 12 Atlético;
Finalizações no gol: Puerto Cabello 5 x 5 Atlético;
Defesas do goleiro: Puerto Cabello 4 x 9 Atlético;
Desarmes: Puerto Cabello 11 x 12 Atlético;
Interceptações: Puerto Cabello 15 x 11 Atlético;
Recuperações de bola: Puerto Cabello 52 x 44 Atlético;
Faltas: Puerto Cabello 8 x 16 Atlético;
Total de passes: Puerto Cabello 348 x 519 Atlético;
Cartões amarelos: Alonso (aos 36 minutos do primeiro tempo).
Chegou o momento de o Atlético mudar a chave e focar suas atenções no continente. Na noite desta quarta-feira (8/4), às 23h, o Galo faz sua estreia oficial na Copa Sul-Americana 2026 enfrentando a Academia Puerto Cabello. O palco do confronto inédito será o Estádio Misael Delgado, em Valência, na Venezuela.
Vivendo um excelente momento sob o comando de Eduardo Domínguez, o Alvinegro entra em campo com uma estratégia clara: a preservação do elenco. O treinador optou por uma escalação alternativa para gerenciar o desgaste físico de suas principais peças, visando o calendário apertado da temporada.
Estratégia e Escalação
Buscando manter a competitividade mesmo sem todos os titulares, Domínguez montou o time com o que tem de melhor à disposição entre os atletas que viajaram. O Atlético vai a campo com:
Everson; Preciado, Lyanco, Vitor Hugo e Junior Alonso; Cissé, Igor Gomes, Gustavo Scarpa e Dudu; Bernard e Cassierra.
A ausência de cinco nomes de peso chama a atenção. O zagueiro Ruan Tressoldi, o lateral Renan Lodi, o volante Alan Franco, o meia Victor Hugo e o ídolo Hulk permaneceram em Belo Horizonte para controle de carga física. A ideia é evitar lesões e garantir que o núcleo principal esteja 100% para os desafios subsequentes no cenário nacional.
O Grupo B
O duelo na Venezuela abre os trabalhos do Grupo B, que promete ser equilibrado. Além de Atlético e Puerto Cabello, a chave conta com o tradicional Cienciano (Peru) e o Juventud (Uruguai). Enquanto o Galo tenta somar seus primeiros três pontos fora de casa hoje, peruanos e uruguaios medem forças apenas na quinta-feira (9/4), no icônico Estádio Centenário.
Para o torcedor alvinegro, a partida de hoje é uma excelente oportunidade para observar jogadores como Gustavo Scarpa e Bernard liderando a criação de jogadas, além de testar a solidez defensiva da dupla Lyanco e Vitor Hugo em um cenário de pressão internacional.
A estreia do Atlético na Copa Sul-Americana de 2026, nesta quarta-feira (8/4), contra o Puerto Cabello, na Venezuela, reserva um capítulo especial para a história do clube. O goleiro Everson, pilar das conquistas recentes do Galo, está prestes a alcançar uma marca emblemática: igualar o número de partidas de ninguém menos que Éder Aleixo, o lendário “Bomba de Vespasiano”.
Atualmente, Everson soma 367 jogos com a camisa alvinegra, ocupando a 18ª posição no ranking dos atletas que mais vezes defenderam o clube. Caso entre em campo no Estádio Misael Delgado, ele chegará aos 368 jogos, empatando com Éder, que hoje é integrante da comissão técnica permanente e um dos maiores ídolos da história atleticana.
O Ranking de gigantes
A ascensão de Everson no ranking histórico reflete sua regularidade desde que chegou à Cidade do Galo. Ele é o segundo goleiro com mais jogos na história do clube, atrás apenas do recordista absoluto João Leite (684) e de Victor (424), o “Santo” da Libertadores.
Confira o topo da lista de presenças:
João Leite: 684
Vanderlei Paiva: 559
Victor: 424
Éder Aleixo: 368
Everson: 367
Time alternativo na estreia
Apesar da importância histórica para o goleiro, o técnico Eduardo Domínguez deve promover uma rotação significativa no elenco. Visando o desgaste das viagens e o calendário nacional, o Galo deve ir a campo com uma formação alternativa, podendo apresentar até dez mudanças em relação ao time que venceu o Athletico-PR no último fim de semana.
Nomes de peso como Hulk, Alan Franco, Renan Lodi, Ruan e Victor Hugo foram poupados e sequer viajaram com a delegação. Além deles, o clube lida com as ausências de Alan Minda e Patrick (lesionados), enquanto as promessas Iseppe e Pedro Cobra reforçaram o time Sub-20 na vitória contra o Goiás.
Mesmo com um time misto, Everson deve ser titular da equipe na estreia pelo Grupo B, que ainda conta com Juventud (URU) e Cienciano (PER). A bola rola às 23h (de Brasília), com transmissão da ESPN e Disney+.
As categorias de base do Atlético voltaram a campo na tarde desta quarta-feira (8 de abril) e conquistaram um resultado fundamental para as pretensões do clube na temporada. Pela 2ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro Sub-20, o Galinho bateu o Goiás por 1 a 0, em partida disputada na Arena MRV.
O duelo foi marcado pelo equilíbrio e pela forte marcação de ambos os lados. Quando o empate parecia definido, o atacante Louback apareceu de forma decisiva aos 45 minutos do segundo tempo para balançar as redes e garantir os três pontos para o time mineiro.
Salto na classificação e reforços do profissional
Com este triunfo emocionante, o Atlético deu um salto importante na tabela. Agora, a equipe ocupa a 4ª posição do Grupo A, somando três pontos e entrando na briga direta pelas primeiras colocações. Por outro lado, o Goiás amarga um início difícil, seguindo sem pontuar na competição.
Para este confronto, o técnico Henrique Teixeira precisou lidar com desfalques importantes. O zagueiro Pedro Fachineti e o lateral-esquerdo paraguaio Alexis Vargas ficaram de fora por suspensão, enquanto Wanderson e João Teixeira seguem no departamento médico. Entretanto, a equipe foi fortalecida com as “descidas” do goleiro Pedro Cobra e do meia-atacante Iseppe, que fazem parte do elenco profissional e trouxeram experiência ao jovem grupo alvinegro.
Próximos compromissos
O Galinho terá agora um período de preparação antes do próximo desafio. A equipe volta a campo no dia 22 de abril (quarta-feira), às 15h (de Brasília), para enfrentar o Novorizontino, no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte. No mesmo dia e horário, o Goiás tentará a reabilitação diante do Brusque, no Estádio Olímpico.
O departamento médico do Atlético confirmou, na manhã desta quarta-feira (8/4), que o meio-campista Patrick foi submetido a um procedimento cirúrgico para corrigir uma lesão complexa no joelho direito. De acordo com a nota oficial, a operação focou na reparação do ligamento colateral e do tendão bíceps femoral.
A cirurgia foi realizada pelos médicos especialistas Rodrigo Lasmar e Rodrigo Barreiros. Segundo o Galo, o procedimento foi considerado bem-sucedido e o atleta já inicia o processo de recuperação. Nas redes sociais, o clube publicou uma mensagem de apoio: “Desejamos pronta recuperação ao atleta!”, reforçando o suporte ao jovem jogador neste momento delicado.
Um histórico marcado por lesões
Patrick tem enfrentado uma batalha constante contra o próprio corpo. O volante ainda não entrou em campo na temporada de 2026, acumulando meses de inatividade. O calvário começou no final de novembro do ano passado, quando sofreu uma grave lesão na coxa direita.
Embora tenha recebido liberação médica em janeiro deste ano, as dores e novos problemas físicos impediram sua continuidade nos treinamentos com o técnico Eduardo ‘Barba’ Domínguez.
Este não é o primeiro longo período de Patrick no Departamento Médico. Em 2025, o atleta já havia ficado quatro meses afastado devido a uma fratura por estresse na região lombar, o que freou sua ascensão justamente quando ganhava espaço na equipe principal.
Trajetória de Patrick no Galo
Patrick, de apenas 22 anos, chegou ao Atlético no final de 2024, envolvido na negociação que levou o atacante Paulinho ao Palmeiras. Visto como uma das grandes promessas da base alviverde, o meio-campista teve lampejos de brilho em Belo Horizonte sob o comando do técnico Cuca.
Ao todo, Patrick vestiu a camisa alvinegra em 10 oportunidades, sendo titular em quatro delas. O momento mais marcante de sua curta trajetória foi o único gol de sua carreira profissional, anotado na temporada de 2025. Com um futuro ainda promissor, a torcida e a diretoria esperam que, após esta cirurgia definitiva, o jogador consiga finalmente ter a sequência necessária para demonstrar o futebol que o trouxe à Cidade do Galo.
O Atlético não estipulou um prazo oficial para o retorno do volante, mas lesões dessa natureza costumam exigir alguns meses de fisioterapia intensa antes do retorno aos gramados.
O Atlético inicia, às exatas 23h (de Brasília) desta quarta-feira (8/4), a trajetória em busca do título inédito da Copa Conmebol Sul-Americana. O primeiro desafio desta caminhada continental será contra a Academia Puerto Cabello, no Estádio Misael Delgado, em Valência, na Venezuela. Se você quer saber onde acompanhar a primeira rodada do Grupo B, confira todos os detalhes abaixo.
Em qual canal vai passar o jogo do Galo hoje?
A estreia do Alvinegro na competição terá transmissão exclusiva para o Brasil nos seguintes canais:
TV Fechada: ESPN
Streaming: Disney+
O momento do Atlético
O Galo chega para o confronto em um excelente momento, apresentando uma evolução consistente sob o comando do técnico argentino Eduardo ‘Barba’ Domínguez. O treinador, que assumiu o cargo em fevereiro para substituir Jorge Sampaoli, parece ter encontrado o equilíbrio ideal para a equipe.
Desde o retorno das competições após a Data Fifa, o time mineiro acumulou vitórias importantes na Série A do Campeonato Brasileiro: uma goleada de 4 a 0 contra a Chapecoense, na Arena Condá, e um triunfo por 2 a 1 sobre o Athletico-PR, na Arena MRV.
Como chega a Academia Puerto Cabello?
Por outro lado, os venezuelanos vivem um período de oscilação. Sob a batuta de Eduardo Saragó, a equipe não venceu nos últimos dois compromissos pelo campeonato local: empatou o clássico contra o Carabobo (1 a 1) e sofreu uma derrota para o Deportivo Táchira (2 a 1). Atualmente na nona colocação da liga venezuelana, o Puerto Cabello aposta no fator casa para tentar surpreender o favorito do grupo.
Competição: Copa Sul-Americana – 1ª Rodada (Grupo B)
Onde assistir: ESPN e Disney+
O vencedor deste grupo garante vaga direta nas oitavas de final, enquanto o segundo colocado terá que disputar os playoffs contra uma equipe vinda da fase de grupos da Libertadores. Por isso, começar com três pontos fora de casa é fundamental para as pretensões do Galo no torneio.
Enquanto o elenco alternativo do Atlético concentra suas atenções na estreia da Copa Conmebol Sul-Americana, em duelo contra a Academia Puerto Cabello, na Venezuela, uma parte estratégica do plantel permaneceu em Belo Horizonte para um cronograma específico de preparação.
Na manhã desta quarta-feira, nomes de peso como Hulk, Renan Lodi, Alan Franco, Ruan Tressoldi e Victor Hugo marcaram presença no CT para dar continuidade aos treinamentos.
ESTRATÉGIA DE CONTROLE DE CARGA:
A ausência desses atletas na viagem internacional não se deve a lesões, mas sim a um rigoroso planejamento do departamento de fisiologia e da comissão técnica. O foco é o controle de carga, uma prática essencial para garantir que os principais jogadores mantenham a performance física em alto nível, evitando o desgaste excessivo em função das longas viagens e do calendário apertado.
As atividades na Cidade do Galo foram divididas em duas etapas principais:
Força e prevenção: Inicialmente, os atletas realizaram exercícios de potência e estabilização na academia, visando o fortalecimento muscular.
Trabalho técnico: Na sequência, o grupo seguiu para o campo 1, onde participou de atividades com bola, focando em fundamentos técnicos e dinâmica de jogo sob a supervisão de auxiliares fixos do clube.
LOGÍSTICA PARA O DUELO NA VILA BELMIRO:
O planejamento para o próximo compromisso pelo Campeonato Brasileiro já está em plena execução. O quinteto que ficou na capital mineira ainda cumpre uma nova sessão de treinos na manhã desta quinta-feira.
Logo após a atividade, os jogadores iniciam o deslocamento para São Paulo. O encontro com o restante da delegação — que retorna da Venezuela — acontecerá em solo paulista. A partir daí, o grupo completo segue a preparação unificada para o importante confronto contra o Santos, que acontece neste sábado, na Vila Belmiro.
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