Vice-campeão da Copa do Brasil no último final de semana, o Atlético terá uma sequência de dois jogos fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro. O Galo está na metade da tabela, e terá a missão de retomar o rumo das vitórias, e reconquistar o bom futebol.
O primeiro desafio fora de casa será na quarta-feira (13), às 20h, contra o Flamengo. O clube realiza dois treinamentos à tarde, nos dias anteriores ao jogo, e chegará ao Rio na terça (12) à noite. Após o jogo, a delegação ainda faz um treinamento no Rio, antes de seguir direto para Curitiba, com previsão de chegada na noite de quinta. Após mais uma sessão de treinos, a missão da vez será encarar o Athletico, no sábado (16), às 18h30.
Logística do Galo para a sequência no Brasileirão (Divulgação/ASCOM Atlético)
O time de Gabriel Milito contará com os importantes retornos de Fausto Vera e Deyverson, que não puderam jogar a final da Copa do Brasil por já terem atuado por outros clubes. Em contrapartida, não se sabe ainda se Paulinho estará em campo. O camisa 10 tem passado por “controle de carga”, devido a problemas no joelho.
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O Bahia estaria interessado na contratação do goleiro Everson, do Atlético. A informação é dos jornalistas Thiago Mithra e Yuri Santana. O camisa 22 tem contrato com o Galo até o fim de 2025, mas a proposta do Bahia seria “vantajosa” no ponto de vista salarial.
O Atlético não tem interesse em se desfazer do goleiro, tido como peça importante no sistema defensivo. Everson se notabilizou como um dos líderes do elenco, além de fazer defesas importantes e demonstrar boa técnica com os pés.
O Fala Galo através do Betinho Marques com apoio da jornalista Dina Almeida, entrou em contato com pessoas próximas ao atleta, que negaram qualquer negociação em andamento com o Bahia. O goleiro está focado na reta final da temporada, e na chance de conquistar o título da Copa Libertadores. O que resta, agora, é acompanhar o desenvolvimento desta história, ao longo dos próximos meses.
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Titular absoluto de Gabriel Milito, o volante Alan Franco foi chamado por Sebastián Beccacece para os compromissos do Equador nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Em quinto lugar com 13 pontos, a seleção enfrentará Bolívia e Colômbia, nos dias 14 e 19, respectivamente.
Com 47 jogos pelo Galo no ano, o atleta é peça-chave também em seu país. Na competição, disputou seis partidas, sendo cinco desde o início. Além de ter uma assistência contabilizada, se destaca pelo número de interceptações e passes certos.
Junto a Franco, foram convocados Félix Torres, do Corinthians, Gonzalo Plata, do Flamengo, e Enner Valencia, do Internacional.
CONFIRA OS CONVOCADOS:
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A Federação Mineira de Futebol se pronunciou na manhã desta segunda (11), sobre os atos de violência ocorridos na Arena MRV, durante a final da Copa do Brasil.
Sem citar um evento em específico, a FMF classificou os episódios como “uma violação inaceitável dos princípios de civilidade e respeito que devem reger qualquer evento esportivo”. Além disso, a entidade se colocou à disposição da CBF e do STJD, para apuração das circunstâncias e responsabilização dos envolvidos.
A Arena MRV bateu, no último domingo (10), seu recorde de maior público num jogo de futebol: 44.876 torcedores. A maioria dos Atleticanos se comportou de maneira ordeira, demonstrando apoio, fazendo uma linda festa, e, claro, se frustrando com o resultado final. Uma minoria de desordeiros, no entanto, manchou a festa da torcida.
As ocorrências foram diversas. Arremesso de objetos no gramado, utilização de “lasers” no rosto do goleiro adversário, e até atos de hostilidades contra jornalistas cariocas. A violência escalou de vez após o gol do rival. Bombas foram atiradas em campo (colocando em risco não só os jogadores, como os demais profissionais), houveram tentativas de invasão de campo, brigas na própria torcida mandante, e até um possível ato de racismo registrado em um dos camarotes. No momento mais grave da tarde, o fotógrafo Nuremberg José Maria foi atingindo por uma bomba, atrás de um dos gols. Nuremberg precisou passar por cirurgia, mas quebrou três dedos do pé e rompeu ligamentos.
Foto: Pedro Vilela/Getty Images
A situação pode render punições diversas ao Galo, partindo desde multa financeira até uma possível interdição do estádio. Muitos dos incidentes foram registrados na súmula da arbitragem, e quase todos foram documentados em vídeo. O próximo jogo em casa do Atlético está marcado para o dia 20 de novembro (quarta), contra o Botafogo, pelo Brasileirão.
Veja a nota completa da Federação Mineira de Futebol:
A Federação Mineira de Futebol (FMF) vem a público manifestar seu mais profundo repúdio aos atos de violência ocorridos na Arena MRV durante a partida da final da Copa do Brasil, realizada no dia 10 de novembro de 2024.
Este episódio representa uma violação inaceitável dos princípios de civilidade e respeito que devem reger qualquer evento esportivo. O futebol é, antes de tudo, um espaço de celebração, de união e de convivência pacífica entre as torcidas.
A FMF está comprometida com a promoção de um ambiente seguro e acolhedor para todos que comparecem aos eventos esportivos em Minas Gerais. Para tanto, a FMF está à disposição da CBF, organizadora da competição, e do STJD, responsável pelo processamento e julgamento dos fatos, para apuração das circunstâncias e responsabilização dos envolvidos. Paralelamente, intensificaremos os esforços junto aos clubes e órgãos de segurança para reforçar as medidas preventivas e garantir a integridade de todos nos estádios.
A Federação Mineira de Futebol reafirma sua dedicação ao futebol, à paz e ao respeito, valores essenciais para que o esporte siga sendo um espaço de união e alegria para todos.
Por fim, expressamos nossa profunda solidariedade ao fotógrafo Nuremberg José Maria, atingido por uma bomba enquanto exercia sua função atrás de um dos gols do estádio. Desejamos boa recuperação ao profissional e a todas as pessoas que sofreram qualquer tipo de violência no estádio.
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Foto: André Fabiano/Folhapress Por: Gustavo Lopes Pires de Souza
O lamentável episódio envolvendo a torcida atleticana na final da Copa do Brasil, na Arena MRV, não apenas mancha a imagem do clube, mas também coloca em risco sua estabilidade jurídica e desportiva.
A paixão que nos caracteriza, quando mal canalizada, pode acarretar consequências graves no âmbito desportivo, penal e civil. Este texto busca analisar os impactos dessas ações sob o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e a Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023), destacando o que está em jogo para o Atlético.
Implicações no Âmbito Desportivo: CBJD
Os atos de desordem praticados pela torcida enquadram-se no artigo 213 do CBJD, que atribui responsabilidade objetiva ao clube por desordens promovidas por seus torcedores.
As possíveis sanções incluem:
– Perda de Mando de Campo O Atlético pode ser punido com a perda de até dez mandos de campo, prejudicando sua arrecadação, performance esportiva e conexão com a torcida.
– Multa de até R$ 200 mil Um impacto direto nas finanças do clube, que já enfrenta desafios econômicos no cenário do futebol nacional.
– Interdição da Arena MRV Uma das punições mais severas, com impacto significativo tanto financeiro quanto simbólico. A Arena MRV, símbolo da nova fase do clube, pode ser interditada até que sejam sanadas eventuais irregularidades.
A reincidência em atos semelhantes, como já registrado em competições anteriores, agrava ainda mais a situação, tornando penas mais severas uma possibilidade concreta.
Crimes da Lei Geral do Esporte
A Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023), que regula a prática esportiva no Brasil, traz dispositivos específicos para coibir e punir condutas que atentem contra a ordem e segurança em eventos esportivos. Entre os crimes aplicáveis, destacam-se:
– Arremesso de Objetos no Campo Enquadrado no artigo 176 da Lei Geral do Esporte, prevê pena de reclusão de 1 a 2 anos e multa para quem atirar objetos no recinto esportivo que coloquem em risco a segurança dos presentes.
– Invasão de Campo Disposto no artigo 177, estabelece reclusão de 1 a 2 anos e multa para quem invadir local restrito em eventos esportivos.
– Uso de Artefatos Pirotécnicos O artigo 178 tipifica o uso de artefatos que coloquem em risco a segurança dos participantes ou causem tumulto, com pena de reclusão de 2 a 4 anos e multa.
Além disso, a responsabilidade solidária do clube pode ser apurada nos termos do artigo 195, caso se comprove omissão na organização ou na segurança do evento.
Implicações Penais e Civis
Os torcedores identificados pelos atos podem responder penalmente pelos crimes previstos na Lei Geral do Esporte e no Código Penal.
O Atlético, por sua vez, pode ser acionado judicialmente por danos materiais e morais causados a terceiros, incluindo patrocinadores, jogadores, e outros torcedores.
Assim, o Galo pode ser acionado judicialmente por danos Materiais (Custos com reparação de estruturas danificadas), Morais ( patrocinadores ou espectadores que se sintam lesados por prejuízos à imagem ou pela insegurança).
Medidas Necessárias: Prevenção e Responsabilidade
O Atlético deve adotar uma postura proativa para mitigar os impactos desse episódio, com ações como:
– Identificação dos Envolvidos Uso de tecnologias como câmeras de alta resolução e reconhecimento facial para identificar e colaborar com as autoridades na punição dos responsáveis.
– Campanhas Educativas Conscientizar a torcida sobre os danos que atitudes irresponsáveis trazem ao clube e ao futebol.
– Revisão de Protocolos de Segurança Reforço na revista de torcedores, proibição rigorosa de artefatos pirotécnicos e aumento do efetivo de segurança nos jogos.
– Programas de Reabilitação da Imagem Investir em ações de impacto positivo junto à comunidade e ao público em geral para reconstruir a imagem institucional do clube.
Reflexão Final
O atleticano tem orgulho de ser parte da Massa, uma torcida apaixonada que fez história nas arquibancadas do Mineirão, agora na Arena MRV. No entanto, paixão não pode justificar desordem.
Saber perder é tão importante quanto saber vencer, e a grandeza do Atlético também depende da conduta de sua torcida.
O Galo não pode e não deve ser refém de atitudes de uma minoria. Que este episódio sirva de alerta e aprendizado.
Nossa história, construída com suor, luta e glórias, merece ser honrada com respeito e responsabilidade — dentro e fora de campo.
“O Atlético é a nossa paixão, mas é também a nossa responsabilidade. Que o amor pelo Galo inspire atitudes que engrandeçam, e nunca diminuam, nossa história.”
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Atlético e Flamengo disputaram, neste domingo (10), o jogo de volta da final da Copa do Brasil. Como prometido, a festa anterior ao início da partida foi linda, com um mosaico 3D e a frase “Eu acredito” estampada na faixa superior da Arena. Ainda assim, choques entre a polícia militar e torcedores dos dois times, que tentavam acessar o estádio, foram registrados.
Após o gol de Gonzalo Plata, no segundo tempo, a situação piorou. Copos de cerveja, outros objetos e até bombas foram atirados ao campo, acertando atletas rubro-negros, profissionais da imprensa e membros da equipe de segurança. Seis pessoas foram presas.
Em meio à confusão, o fotógrafo Nuremberg José Maria, que cobria a decisão do gramado, foi atingido por um dos explosivos e precisou ser encaminhado ao hospital. Seu quadro é estável, mas os exames indicaram três dedos quebrados, além de lesões nos tendões e no pé, que exigiram uma intervenção cirúrgica.
Derrotado nos dois confrontos, o Galo pode acabar, também, com punições extracampo. A pena prevista inclui uma multa de R$ 100 a R$ 100 mil, além da perda de dez mandos. Se identificar os responsáveis, o clube pode reduzir as sanções.
Na manhã desta segunda-feira (11), a Federação Mineira de Futebol (FMF) se pronunciou sobre o caso. Em uma nota oficial, a instituição afirmou que “este episódio representa uma violação inaceitável dos princípios de civilidade e respeito que devem reger qualquer evento esportivo” e que “está comprometida com a promoção de um ambiente seguro e acolhedor para todos que comparecem aos eventos esportivos em Minas Gerais”.
Leia a nota completa:
“A Federação Mineira de Futebol (FMF) vem a público manifestar seu mais profundo repúdio aos atos de violência ocorridos na Arena MRV durante a partida da final da Copa do Brasil, realizada no dia 10 de novembro de 2024.
Este episódio representa uma violação inaceitável dos princípios de civilidade e respeito que devem reger qualquer evento esportivo. O futebol é, antes de tudo, um espaço de celebração, de união e de convivência pacífica entre as torcidas.
A FMF está comprometida com a promoção de um ambiente seguro e acolhedor para todos que comparecem aos eventos esportivos em Minas Gerais. Para tanto, a FMF está à disposição da CBF, organizadora da competição, e do STJD, responsável pelo processamento e julgamento dos fatos, para apuração das circunstâncias e responsabilização dos envolvidos. Paralelamente, intensificaremos os esforços junto aos clubes e órgãos de segurança para reforçar as medidas preventivas e garantir a integridade de todos nos estádios.
A Federação Mineira de Futebol reafirma sua dedicação ao futebol, à paz e ao respeito, valores essenciais para que o esporte siga sendo um espaço de união e alegria para todos.
Por fim, expressamos nossa profunda solidariedade ao fotógrafo Nuremberg José Maria, atingido por uma bomba enquanto exercia sua função atrás de um dos gols do estádio. Desejamos boa recuperação ao profissional e a todas as pessoas que sofreram qualquer tipo de violência no estádio”.
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Em meio à confusão durante a final da Copa do Brasil, disputada ontem por Atlético e Flamengo, um torcedor foi denunciado por cometer atos racistas na Arena MRV. O homem de 34 anos, que estava em um dos camarotes, foi apontado e conduzido ao posto policial do estádio.
Segundo a Itatiaia, as vítimas o acusam de esfregar o antebraço em direção ao setor onde ficam as organizadas do alvinegro. Uma delas, inclusive, admite ter imagens do ocorrido. Em contrapartida, o indivíduo afirmou estar tentando impedir um conflito no local, quando, batendo no braço, gritou: “Aqui é Galo”.
A partida deste domingo (10) ficou marcada pela desordem e por práticas de vandalismo, principalmente após o gol de Gonzalo Plata, que assegurou o título à equipe visitante. Na súmula, o árbitro Raphael Claus relatou que bombas e copos foram arremessados ao campo em quatro oportunidades.
Os explosivos acertaram atletas rubro-negros, profissionais da imprensa e membros da equipe de segurança. Nuremberg José Maria, fotógrafo que cobria a decisão, precisou ser encaminhado ao hospital com lesões na mão, nos tendões e no pé.
O Atlético pode ser indiciado pelo STJD e receber punições que variam de multa à interdição da sua nova casa. No caso do torcedor identificado, ainda não se pronunciou. Mais cedo, a assessoria informou que o clube vai colaborar com as autoridades para identificar os infratores e tomar medidas enérgicas para que os fatos não se repitam no futuro.
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Foto: Flickr Atlético / Pedro Souza Por: Kaua Oliveira
O Atlético está em busca de um novo CEO do Futebol para a temporada de 2025 e, segundo fontes próximas ao clube, Rodrigo Caetano é visto como o nome ideal para assumir essa função. Atualmente, Caetano ocupa o cargo de diretor de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas sua saída do cargo está prevista para dezembro deste ano, conforme antecipou o portal UOL Esportes.
A direção do Galo, liderada por sua gestão, acredita que a experiência e o conhecimento de Caetano sobre o futebol brasileiro podem trazer uma nova dinâmica e eficiência ao departamento de futebol do clube. O Atlético, que tem se destacado no cenário nacional e internacional nos últimos anos, busca um profissional que não apenas compreenda a complexidade do futebol, mas que também tenha um histórico vitorioso em sua carreira.
Rodrigo Caetano já foi um dos principais responsáveis pelo sucesso do Atlético durante sua passagem pelo clube entre 2019 e 2021. Sob sua gestão, o Galo conquistou o Campeonato Brasileiro em 2021, encerrando um jejum de 50 anos sem o título. Caetano também foi fundamental na montagem de um elenco competitivo, que trouxe outros troféus para a Toca da Raposa, como o Campeonato Mineiro e a Copa do Brasil, além de uma participação destacada na Copa Libertadores.
A busca por um CEO do Futebol que possa dar continuidade ao crescimento do Atlético é uma prioridade para a diretoria, que almeja não apenas manter o sucesso recente, mas também estabelecer uma estrutura sólida para o futuro. A ideia é que Rodrigo Caetano, com seu conhecimento do mercado e sua visão estratégica, possa contribuir para levar o clube a novos patamares.
Assim, a expectativa é que, após deixar a CBF em dezembro, Rodrigo Caetano possa retornar ao Atlético como o novo CEO do Futebol, trazendo consigo a experiência necessária para enfrentar os desafios que virão nas próximas temporadas e continuar a escrita de uma história de conquistas e vitórias para o clube alvinegro.
Fica a expectativa de que a união entre Caetano e o Galo possa resultar em mais glórias e realizações para a torcida atleticana.
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Neste sábado (9), o Atlético forneceu novos pacotes para transportar a Massa a Buenos Aires, cidade anfitriã da grande final da Libertadores da América. Foram oferecidas viagens de ida e volta por R$ 1.500, sem pernoite em hotéis. O parcelamento pode ser feito em até 12 vezes sem juros.
Os pacotes já estão disponíveis no site goliveeventos.com.br. O “CAMboio” partirá de Belo Horizonte dia 28 de novembro, quinta-feira, e tem previsão de chegada na Argentina pela manhã do dia 30, data da grande decisão.
O clube já havia liberado outro pacote anteriormente, com pernoite em hotéis, por maior preço. Este comboio tomará partida um dia antes do inédito, na quarta-feira do dia 27.
A final da Libertadores contará com dois alvinegros: Galo e Botafogo. O palco da decisão é o Monumental de Nuñez, casa do River Plate, na Argentina, dia 30 de novembro.
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A Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Atlético está planejando oferecer suporte às organizadas que pediram ajuda ao clube para a viagem a Buenos Aires, na Argentina, onde acontece a decisão da Copa Libertadores. A final contra o Botafogo está marcada para às 17h (de Brasília), no estádio Mâs Monumental.
De acordo com apuração da Itatiaia nesta sexta-feira (8), a cúpula atleticana bancará 37 ônibus para levar os torcedores até a final, com um gasto de R$1,8 milhão.
O clube estipulou regras rígidas para evitar fraudes. Uma delas é a punição severa à organizada que comercializar lugar nos veículos. Os membros da torcida deverão embarcar sem nenhum custo de transporte.
Conforme apurou o FalaGalo, o transporte já estava fechado para levar as organizadas há uma semana, desde quinta-feira (31). Esses ônibus são os mesmos que levarão os torcedores atleticanos que compraram o pacote especial e, segundo apuração, não foi levantada a possibilidade de abrir ao restante dos torcedores que não fazem parte das organizadas.
Hoje, sexta-feira (8), houve uma reunião na Arena MRV, entre os representantes das torcidas organizadas e do Atlético, para definir o trajeto que será realizado até Buenos Aires. Após a reunião, foi decidido que será o mesmo feito pelos torcedores que compraram o pacote da viagem.
Ao todo, são 23 torcidas envolvidas neste processo, sendo elas mesmas responsáveis pelas assinaturas de contratos com as empresas de ônibus.
Com a viagem bancada, o ingresso para assistir ao jogo que vale o bicampeonato do Galo na Libertadores fica por conta do torcedor.
Os ingressos continuam à venda no site da Conmebol. Os valores para o setor exclusivo da torcida atleticana variam entre R$290 e R$805. Além do espaço destinado aos atleticanos, há os setores mistos, compartilhados com a torcida botafoguense.
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