A amarga derrota do Galo na grande final da Copa Conmebol Libertadores também fará falta no bolso do clube, por alguns grandes fatores, principalmente pelo vice-campeonato no torneio continental.
Além do título da glória eterna, o vencedor da Libertadores leva 23 milhões de dólares (R$ 139 milhões). O segundo colocado, neste caso o Atlético, fica com 7 milhões de dólares (R$ 39 milhões). Além disso, a participação da Copa Intercontinental, antigo Mundial de Clubes, garante 5 milhões de dólares (R$ 30 milhões). O Super Mundial de Clubes também rende 50 milhões de dólares (R$ 302 milhões).
O Atlético também poderia ganhar uma boa quantia se campeão pois também enfrentaria o Racing, pela Recopa do próximo ano. O valor do título está a ser definido, mas considera-se que o Fluminense, então campeão da Copa, arrecadou 1,8 milhão de dólares (R$ 9 milhões), enquanto a vice LDU recebeu 900 mil dólares (R$ 5,4 milhões).
Após a última rodada do Brasileirão, o Galo perdeu matematicamente suas chances de se classificar para a próxima Libertadores, agora está com chances maiores de disputar a Copa Sul-Americana. A não ida do alvinegro mineiro à próxima edição do maior torneio da América Latina faz com que o Galo ganhe muito menos dinheiro, desde que a Libertadores paga mais desde as primeiras fases da competição.
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Em um ano que prometia grandes conquistas, o Atlético se despede de 2024 em meio a frustrações e lamentos. A recente derrota para o Botafogo, na final da Copa Libertadores, acentuou uma crise que já se arrastava e fez com que o Galo atingisse seu maior jejum de vitórias em 33 anos. Após a derrota por 3 a 1 no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, a equipe acumula 11 jogos sem vencer, revivendo um cenário que não se via desde o início da década de 1990.
A última vitória do Atlético ocorreu há mais de um mês, quando a equipe brilhou ao superar o River Plate-ARG por 3 a 0 na Arena MRV, em Belo Horizonte, garantindo uma vaga na decisão da Libertadores. No entanto, essa sequência positiva rapidamente se transformou em um pesadelo. Desde aquele triunfo, o Galo colecionou sete derrotas e quatro empates, marcando apenas sete gols e sofrendo 17 em partidas que deixaram os torcedores em desespero.
A sequência de resultados negativos inclui partidas cruciais, como a eliminação na Copa do Brasil para o Flamengo, que se somaram a um cenário de instabilidade. O Atlético, que se viu na disputa por títulos até a reta final do ano, agora ocupa uma modesta 11ª posição na tabela do Campeonato Brasileiro, com 44 pontos. As chances de uma vaga na Libertadores de 2025 se esvaíram, e o foco agora se volta para a luta por um lugar na próxima edição da Copa Sul-Americana.
O QUE LEVOU AO JEJUM?
A irregularidade da equipe sob o comando do técnico Gabriel Milito, tem sido um dos principais fatores para o desempenho decepcionante. Jogadores como Hulk, que se mostraram críticos em relação à postura da equipe durante a final, destacaram a falta de maturidade e a fragilidade emocional do grupo em momentos decisivos. “Fomos infantis”, desabafou o atacante após o revés na Libertadores.
Historicamente, o Galo já enfrentou períodos difíceis, mas a atual situação é alarmante. A última vez que o clube passou por um jejum tão longo foi entre 1990 e 1991, quando ficou 14 jogos sem vencer, incluindo uma eliminação para o Corinthians nas quartas de final do Campeonato Brasileiro. Naquela época, a equipe conseguiu apenas nove empates e sofreu cinco derrotas.
UM OLHAR PARA O FUTURO
Agora, o Atlético se prepara para enfrentar o Vasco no Estádio São Januário, na próxima quarta-feira (4/12), pela 37ª rodada do Brasileirão. A expectativa é de que a equipe consiga romper essa sequência negativa e dar um novo ânimo aos torcedores, que clamam por um time capaz de resgatar a tradição e a força do Galo no cenário nacional e continental.
Com o peso da história e das expectativas sobre suas costas, o Atlético precisa, mais do que nunca, encontrar o caminho de volta às vitórias. A torcida, sempre apaixonada, espera que o próximo jogo seja o início de uma nova era, longe das frustrações e perto das conquistas.
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Em uma noite marcada pela decepção, o maior de Minas se despediu da Copa Libertadores 2024 com um amargo vice-campeonato. A equipe, que sonhava em erguer o troféu no icônico Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, foi superada pelo Botafogo por 3 a 1. A partida, realizada no último sábado (30/11), deixou marcas profundas nos jogadores, especialmente em Hulk, o ídolo do Galo.
Logo no início do jogo, uma reviravolta inesperada: o volante Fausto Vera, do Botafogo, foi atingido por um chute na cabeça, resultando na expulsão de Gregore. Com um jogador a mais, a expectativa era de que o Atlético dominasse a partida. No entanto, a estratégia se mostrou falha. Apesar de uma pressão inicial, o time mineiro não conseguiu converter essa vantagem em gols, permitindo que o Botafogo abrisse o placar e ampliasse a vantagem com um pênalti.
Após o apito final, Hulk não hesitou em criticar a postura do time. Em sua análise sincera, o atacante falou sobre a “infantilidade” demonstrada em campo. “Sentimento de tristeza. Talvez até burrice da nossa parte, por tudo que foi proporcionado pra gente hoje. Acho que fomos infantis e pagamos um preço caro por não sair daqui comemorando esse título tão sonhado”, declarou o camisa 7.
Hulk destacou que a equipe não soube ler o jogo e se mostrou apática em momentos cruciais. “Infantis em tudo, em tentar ler melhor o jogo, em ser mais agressivos. Quando se perde, é preciso assumir responsabilidade e reconhecer que não fizemos por merecer”, afirmou, enfatizando a necessidade de uma reflexão coletiva. Para ele, a derrota era um chamado à ação para todos: “Não pode tomar o primeiro gol da forma que foi. A responsabilidade é toda nossa: elenco, comissão e diretoria.”
A final deste ano também marca um momento difícil para o Atlético, que amarga um jejum de vitórias em finais, sendo a primeira vez que o clube perde tanto na Copa do Brasil quanto na Libertadores em uma mesma temporada. Os jogadores, ao receberem as medalhas de vice-campeões, refletiam o sentimento de frustração e a certeza de que a equipe precisa aprender com os erros.
Enquanto o Atlético se despede de mais um sonho frustrado, as palavras de Hulk ressoam como um alerta para o futuro. A equipe precisará se reerguer e buscar o que não foi conquistado, não apenas em termos de títulos, mas também em maturidade e sabedoria em campo. Uma temporada difícil se encerra, mas a expectativa por um renascimento e uma nova chance na próxima edição da Libertadores permanece viva entre os torcedores.
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O Atlético acertou a transferência por empréstimo do goleiro Matheus Mendes ao América Mineiro. O contrato terá duração de uma temporada – até dezembro de 2025.
O América terá a preferência de compra em caso de proposta de outro clube, sem passe fixado ou opção de compra. Ele irá disputar o Campeonato Mineiro e a Série B do Brasileirão.
Cria do Galo, Matheus Mendes fez de 2024 o ano em que mais atuou pelo time profissional alvinegro, com 14 aparições. Ele chegou ao Clube em 2014, aos 15 anos, realizando todo o processo de formação nas categorias de base do Atlético, acumulando títulos e passagens pela Seleção Brasileira sub-20.
Em 2020, foi integrado ao time profissional, e emprestado pela primeira vez para defender o CSA de Alagoas, com destaque na Série B. Retornou ao Atlético no ano seguinte, se tornando o reserva imediato de Everson. Na segunda passagem, foi campeão do Brasileiro e da Copa do Brasil, além da Supercopa do Brasil e cinco vezes vencedor do Estadual.
Pelo Atlético, Matheus Mendes tem dois pênaltis defendidos em 19 jogos – contra o Tombense, em 2021; e diante do Internacional, em 2024.
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O jornalista Mauro Cezar afirmou que, se fosse técnico do Atlético, jogaria com a escalação voltada para a defesa, nessa final da Copa Libertadores neste sábado (30), diante do Botafogo, da mesma forma que o Galo se impôs contra o clube carioca, em jogo válido pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Durante o podcast Posse de Bola, do UOL Esporte, o comentarista falou que escalaria uma linha de cinco na defesa para anular a poderosa artilharia do Botafogo, enquanto os três principais atacantes “incomodam” no ataque:
“Se eu fosse o Milito, montaria o time nos moldes que fez no segundo tempo do jogo contra o Botafogo, em Belo Horizonte, pelo Campeonato Brasileiro. Não diria retrancado, mas com uma linha de cinco na defesa. Proporia ao Botafogo uma dificuldade, com um bloqueio defensivo, e deixando Hulk, Paulinho e Deyverson para incomodar no ataque”.
Mauro espera um jogo duro de igual para igual, comentando que o Atlético tem a possibilidade de “surpreender” o Botafogo, do qual considera um time inconstante.
“Acredito que o Atlético tenha capacidade de fazer um jogo equilibrado e franco. O Botafogo é um time muito inconstante. Deve ser um jogo duro. O Atlético tem todas as condições de surpreender o Botafogo, se é que dá para chamar de ‘surpresa’ um eventual resultado positivo do Atlético”.
Na final deste sábado, os dois alvinegros se enfrentarão pelo título da glória eterna: o Galo busca seu segundo título da Libertadores, após ter conquistado seu primeiro na histórica edição de 2013. O Botafogo, por outro lado, jogará pela conquista de um título inédito. Os times disputarão a taça no Monumental de Nuñez, Buenos Aires, às 17h do dia 30 de novembro.
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Consagrado com a camisa do Palmeiras, Gustavo Scarpa retornou ao Brasil após curta passagem no futebol europeu para defender as cores preto e branco. O meia logo se tornou uma das referências da equipe de Gabriel Milito, que levantou o título mineiro, foi vice-campeã da Copa do Brasil e é finalista da Conmebol Libertadores.
Com duas conquistas da maior competição do continente no currículo, o camisa 6 destacou, em entrevista à Galo TV, a importância do compromisso deste sábado (30). Em onze participações, acumula três gols e quatro assistências.
“Sem dúvida, a opção de vir para o Galo foi, principalmente, pensando em Copa Libertadores. Poder ter a oportunidade de jogar a final é gratificante. Jogo grande, histórico, o mais importante da minha carreira, até o momento, dos últimos anos da história do Galo. Muito legal e gratificante fazer parte desse momento”, disse.
“Vai chegando perto do jogo, vai dando fome, difícil de dormir, ansiedade que tentamos controlar ao máximo com pensamentos positivos, muita resenha para descontrair. Gratificante poder participar de um momento como esse”.
O Botafogo, adversário na decisão, lidera o Brasileirão, mas empatou com o Atlético há nove dias. Para Scarpa, é preciso esquecer os últimos resultados e aproveitar a vontade do grupo.
“Acho que a postura mais agressiva possível. Sabemos que o Botafogo tem uma equipe muito boa, vive um momento melhor do que o nosso, tem jogador um futebol melhor. Porém, jogo único, você acaba quase que igualando a chance de vitória das equipes. Temos que esquecer o momento ruim que temos passado em outras competições. Temos que tirar o proveito da força do grupo, da dedicação e da vontade que todos têm de conquistar esse título”, complementou.
Por fim, falou sobre o calendário e a dificuldade de batalhar em todas as frentes. Em 2024, o Alvinegro disputou todos os jogos possíveis, precisando rotacionar o elenco em determinados momentos.
“Difícil disputar três competições simultaneamente, deixamos a desejar um pouco no Brasileiro, mas fizemos bom trabalho na Libertadores. Conseguimos eliminar o atual campeão, o Fluminense. Acho que a gente chega bem, confiante, e eu tenho certeza que cada um fará o seu melhor e é torcer para que isso seja suficiente para conquistar o título”, finalizou.
Atlético e Botafogo se enfrentam amanhã (30), às 17h, no Mâs Monumental. A partida terá transmissão de TV Globo, ESPN e Paramount+. No Fala Galo, você acompanha todo o esquenta para a finalíssima, além da narração de Mateus Felipe, com os comentários de Betinho Marques e Juan Brito, e a reportagem de Léo Pedrosa.
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O ambiente descontraído no Galo, às vésperas da final da Conmebol Libertadores, deu espaço para um episódio inusitado. Nesta sexta-feira (29), no CT do Defensa y Justicia, em Buenos Aires, um vídeo de Eduardo Vargas e Deyverson simulando uma “briga” durante o treino ganhou as redes sociais, gerando especulações sobre um possível atrito entre os atacantes.
Rapidamente, os próprios jogadores trataram de desmentir a situação com bom humor. Vargas, em resposta a uma postagem da ESPN no Instagram sobre o caso, ironizou: “Bom que acreditaram nisso”. Já Deyverson não ficou atrás e repostou o vídeo com emojis de risada, reforçando o tom de brincadeira.
Último treino antes da finalíssima
Somente os primeiros 15 minutos da atividade final tiveram a presença da imprensa. A novidade positiva foi a presença do lateral-esquerdo Guilherme Arana, totalmente recuperado e pronto para o confronto.
Já o meia Zaracho segue fora, em recuperação de uma lesão na coxa esquerda. Todos os demais jogadores que viajaram à Argentina participaram normalmente.
O clima no gramado era descontraído, com os jogadores mostrando união em momentos de descontração, como na tradicional “roda de bobinho”, repleta de risadas e interação.
Ainda nesta sexta-feira, o Galo fará o reconhecimento do gramado do Mâs Monumental. Após a atividade, o atacante Hulk e o técnico Gabriel Milito participarão de uma entrevista coletiva, projetando o tão aguardado duelo pelo bicampeonato do torneio continental.
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A competição reúne 18 clubes tradicionais e tem como objetivo fomentar o crescimento das categorias de base, com atletas nascidos em 2010 e 2011.
Divididos em cinco grupos, os times se enfrentam em formatos distintos: nos Grupos 1, 2 e 3, as equipes jogam entre si, enquanto os Grupos 4 e 5 têm confrontos cruzados. Cada clube disputa pelo menos três jogos na fase inicial, e os oito melhores avançam às quartas de final da Chave Ouro. Os demais seguem na Chave Prata ou em partidas de consolação, dependendo da classificação.
O Atlético está no Grupo 3, ao lado de Azuriz-PR, Red Bull Bragantino e Cuiabá. Comandando a equipe, o técnico Murilo Balbino demonstra confiança no potencial do grupo para a disputa da 4ª edição da Copa Umbro.
“Quando se trabalha num Clube da grandeza do Atlético, as expectativas são sempre elevadas. Nossos garotos vêm mostrando evolução constante e acredito que vamos representar muito bem nossa instituição”, afirmou.
A Copa Umbro se destaca como o torneio mais importante do país na categoria Sub-14, marcando o encerramento do calendário competitivo da equipe em 2024.
Jogos da primeira fase
Rodada 1 – 03/12 – 19h30 – Azuriz x Atlético – Estádio Os Pioneiros – Pato Branco-PR
Rodada 2 – 04/12 – 16h30 – Cuiabá x Atlético – CT Gralha Azul – Marmeleiro-PR
Rodada 3 – 05/12 – 18h – Atlético x Red Bull Bragantino – Estádio Os Pioneiros – Pato Branco-PR
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Vivendo grande fase no Atlético, o goleiro Everson foi convidado pela Conmebol para contar sua trajetória no futebol até a elite do futebol continental. Em entrevista divulgada pelo canal oficial da entidade sul-americana, às vésperas da grande final da Copa Libertadores, o arqueiro atleticano relembrou com orgulho suas origens e história de superação no esporte.
Everson faz questão de destrinchar seus primeiros passos como goleiro, em caminhada que iniciou em sua cidade natal, Pindamonhangaba, muito antes do ingresso nas categorias de base de algum clube. Conforme revelado pelo camisa 22, os primeiros indícios do que o futuro lhe reservava deram as caras ainda durante a infância, sendo gandula do pai, sua maior referência.
“Eu costumo dizer que meu maior ídolo no futebol é o meu pai. Meu pai era goleiro, e quando eu tinha meus 5, 6 anos, no interior de São Paulo, em Pindamonhangaba, ele jogava em um campo próximo à Rodovia Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro. Não tinha alambrado no gramado, então meu pai sempre jogava no gol e eu ficava de gandula para ele”, relembrou.
Foram esses momentos que impulsionaram o começo do sonho de Everson, em uma caminhada sempre marcada luta e superação.
“Todo intervalo meu pai tirava a blusa dele, na época em que os goleiros ainda usavam manga comprida, e entregava. Eu vestia, ficava muito grande, e meu pai chutava a bola de fora da área para que eu ficasse pulando e defendendo. São as primeiras lembranças que eu tenho de querer ser goleiro, vendo o meu pai jogando e sendo gandula na época em que ele jogava nas empresas da minha cidade”, completou.
Na entrevista, o ídolo alvinegro ainda detalha o processo de ascensão no futebol brasileiro, desde estar atuando na série D até a titularidade indiscutível em um finalista da competição de clubes mais importante do continente.
“Passa um filme, de ter batido na última divisão, e ter realizado essa escadinha, ter chegado no Galo. Depois de 4 anos estar buscando esse título, que eu não tenho. Então, com certeza, passa um filme na cabeça de toda a história, principalmente destes dez anos como goleiro titular, atleta profissional, trazendo de 2014 para cá. E hoje, estar entre as duas melhores equipes da América do Sul, podendo disputar essa final. Me sinto muito orgulhoso dessa história”, relatou, emocionado.
Extremamente identificado com a camisa do Galo, Everson é um dos símbolos da geração vencedora de 2021 e, atualmente, vive uma das melhores fases da carreira, protagonizando atuações memoráveis na reta decisiva da temporada. Desde que desembarcou em BH, em 2020, o goleiro conquistou todos os títulos possíveis com a camisa do Atlético, exceto a Libertadores. No próximo sábado (30), às 17h, a bola rola para a grande decisão continental, no Estádio Monumental de Nunez. Para parar o Botafogo, o Atlético confia em mais uma exibição de alto nível de seu arqueiro, que – aos 34 anos de idade – possui a oportunidade de ouro para conquistar a taça que falta em seu currículo, e marcar ainda mais o nome na história alvinegra.
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Vice-campeão da Copa do Brasil, Gabriel Milito tem apostado na Conmebol Libertadores para coroar o ano do Galo. O argentino, que disputará a sua primeira final continental como treinador, afirmou conhecer o Botafogo, adversário de sábado, e que o “controle emocional” pode ser um trunfo da sua equipe.
“O jogo que vamos disputar não precisa motivar muito os jogadores. Eles estão muito motivados já. Pelo contrário. Tem que abaixar um pouco essa motivação. Acredito que jogar sem motivação é ruim, mas com motivação extra também pode jogar contra. O controle emocional vai ser importante nesse jogo”, disse.
“Faltam dois treinamentos, mas temos muito claro como vamos enfrentar a partida. Como vamos defender, como vamos atacar. A gente acredita na equipe. A equipe já bateu adversários muito duros. Vamos disfrutar, vamos competir, com a convicção que precisamos ter para ganhar”, concluiu.
Brigando pelo título do Brasileirão com o Palmeiras, o time carioca teve seu psicológico questionado recentemente. Ao empatar com Cuiabá, Atlético e Vitória, deixou o Alviverde se aproximar. A impressão, ampliada após jogadores, comissão técnica e seguranças se envolverem em uma confusão na partida realizada no Estádio Independência, foi reduzida com a vitória da última terça-feira (26), em pleno Allianz Parque, por 3 a 1.
A possibilidade da campanha de 2023 se repetir foi rapidamente rebatida por Artur Jorge, inclusive em entrevistas, quando perguntado sobre um “fantasma”. A decisão da Libertadores acontece no dia 30, às 17h, no Mâs Monumental.
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