“Nesse dia de Galo” lembramos os 32 anos da partida do ídolo alvinegro Kafunga

 

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Por: Léo Pedrosa

Qualquer partida causa dor pela saudade, principalmente a de um ídolo que marcou e ainda marca a história do Galo. O ano era 1991, quando carioca de Niterói, Olavo Leite Bastos, o Kafunga, nos deixava vítima de um câncer.

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Kafunga foi o goleiro que mais defendeu o gol do Atlético. Chegou ao clube em 1935 e esteve por 20 temporadas ao todo, sendo 19 delas como titular. Recentemente, o Galo teve o título de Campeão dos Campeões reconhecido como Campeonato Brasileiro e ele estava lá, defendendo as redes alvinegras.

Além do excelente goleiro, Kafunga também marcou sua história em Belo Horizonte como vereador e principalmente como um dos jornalistas mais respeitados, com passagens pelas rádios Inconfidência, Guarani e Itatiaia e também TV Alterosa.

Foi criação dele bordões famosos como: “Gol barra limpa”, “não tem coré coré”, entre outras.

Kafunga é história viva, e ainda mexe com os corações daqueles que amam o futebol e principalmente o clube Atlético Mineiro. Por isso a ele hoje a lembrança mais viva, e feliz de sua gigante passagem pelo Galo.

Obrigado Kafunga, mesmo após tanto tempo, ainda sentimos a data de quem tão bem nos representou.