O brinquedo quebrou de novo
Foto: Pedro Souza / Atlético Por: Diego Callegary O Atlético opera como brinquedo de bilionário: troca-se o comandante como quem troca pilha. Quando o desempenho oscila, remove-se a peça mais visível. A estrutura permanece confortável. O banco vira para-raios de decisões mal sustentadas. A saída do argentino não é absurda. Havia pouca evolução coletiva, comportamentos…
