O Atlético entra em campo, nesta quinta (4), para garantir sua terceira final de Copa do Brasil sub-20. Após vencer o São Paulo em BH, por 1 a 0, a missão é segurar o Tricolor Paulista, fora de casa. Qualquer empate dá a vaga ao time mineiro, enquanto uma vitória rival, por um gol de diferença, levará a definição para os pênaltis. A bola rola às 16h, na cidade de Diadema (SP), com transmissão do SporTV.
O Galinho conquistou a Copa do Brasil sub-20 em 2017, em cima do Flamengo, com uma geração que revelou nomes como Cleiton (goleiro), Nathan Silva, Bremer (zagueiros), Marco Túlio (meia) e Marquinhos Costa (atacante). O clube foi vice-campeão em 2012, num time marcado pelas presenças de Jemerson, Carlos e Lucas Cândido.
Caso o Atlético volte de Diadema com a vaga, terá um clássico mineiro na grande final. Isso porque o América eliminou o IAPE-MA, no outro lado da chave. A decisão é em jogo único, com mando de campo a ser confirmado pela CBF.
O serviço especial JaraGalo sairá do bairro Jaraguá para ida e volta por R$ 60 (informações: (31) 99175-7825). Já o transporte coletivo regular também atende a região da Arena MRV com as seguintes linhas:
A Estação Eldorado, a 1,7 km do estádio, terá intervalo médio de 15 minutos. O trajeto até a Arena é sinalizado. Vans gratuitas farão o transporte de idosos e pessoas com deficiência até o entorno.
Carros e aplicativos
A Via Expressa terá mudança de fluxo a partir das 18h30, com inversão de pista no sentido Contagem. O estacionamento do estádio abre às 17h, com vagas vendidas on-line, através do site: (parceiros.estapar.com.br/cam). Há bicicletário próximo à entrada principal.
Para quem usar aplicativos, o desembarque será na Praça do Torcedor. O embarque após a partida ocorrerá na escadaria da praça, no sentido Contagem, e na Rua Gentil Portugal do Brasil, 55, no sentido centro.
Táxis
O desembarque será na escadaria da Praça do Torcedor. Depois do jogo, os veículos estarão disponíveis nas ruas João Batista Vieira e José Cláudio Sanches.
Torcida visitante
O acesso da torcida visitante será pelo Bairro Califórnia, por vias locais que ligam a BR-040 à Avenida Cícero Idelfonso e ao Anel Rodoviário. A área de embarque e desembarque ficará na Avenida Vereador Cícero Idelfonso, entre as ruas Felisberta Camargos e Maria Francisca de Carvalho.
A recomendação da BHTrans é que torcedores cheguem cedo e priorizem o transporte coletivo para evitar congestionamentos.
Atlético e Palmeiras se enfrentam nesta quarta-feira (3), às 21h30, na Arena MRV, em Belo Horizonte, pela partida adiada da 34ª rodada do Brasileirão. O jogo terá transmissão da TV Globo (TV aberta) e do Premiere (Pay-Pay-View).
Galo tenta “resposta final” após derrota no fim de semana
O Atlético disputa seu penúltimo compromisso na temporada ainda atento à pontuação que o mantém distante da zona de rebaixamento, embora o risco seja inferior a 0,1%. A equipe mineira está em 13.º lugar, com 45 pontos. No domingo, perdeu para o Fortaleza por 1 a 0, fora de casa.
Para o técnico Jorge Sampaoli, o duelo marca o retorno de Rony, após suspensão, e de Cuello, recuperado de lesão grave no tornozelo esquerdo sofrida contra o Club Bolívar, pelas quartas de final da Sul-Americana. A tendência é que o treinador mantenha o sistema utilizado nos últimos jogos: 3-4-1-2 com a bola e linha de cinco sem ela. A única troca possível no time titular é a entrada de Rony no lugar de Alexsander, com Alan Franco retomando posição no meio.
Situação médica e disciplinar do Atlético
Suspensos: não há; Lesionados: Lyanco (tendão de Aquiles), Patrick (coxa direita), Júnior Santos (tendão do adutor esquerdo) e Caio Maia (joelho direito); Pendurados: Saravia, Caio, Reinier e Jorge Sampaoli; Retornos: Rony e Cuello.
Sendo assim, a provável escalação do Atlético para encarar o Palmeiras tem: Everson; Ruan, Vitor Hugo e Junior Alonso; Rony (Gustavo Scarpa), Alan Franco, Igor Gomes (Alexsander), Guilherme Arana e Bernard; Dudu e Hulk. Técnico: Jorge Sampaoli.
Palmeiras busca reação após vice na Libertadores
O Palmeiras chega ao jogo pressionado pela sequência de seis partidas sem vitória. A equipe perdeu a final da Libertadores para o Flamengo no sábado e tenta reagir para seguir com chances de título brasileiro.
O time ocupa a vice-liderança, com 70 pontos, cinco atrás do líder. Para seguir na disputa, precisa vencer e torcer por dois tropeços do adversário carioca. A expectativa é que Abel Ferreira mantenha a base utilizada na decisão continental.
Situação médica e disciplinar do Palmeiras
Suspensos: Giay, Aníbal Moreno e Facundo Torres; Lesionados: Weverton (mão direita), Lucas Evangelista (coxa direita), Paulinho (perna direita) e Felipe Anderson; Pendurados: Weverton, Gustavo Gómez, Bruno Fuchs, Piquerez, Veiga, Flaco López e Vitor Castanheira (auxiliar); Retornos: não há.
Sendo assim, a provável escalação do Palmeiras para encarar o Atlético tem: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo (Emiliano Martínez) e Piquerez; Bruno Fuchs, Andreas Pereira, Raphael Veiga e Allan; Flaco López e Vitor Roque. Técnico: Abel Ferreira.
Arbitragem
A CBF escalou Rafael Rodrigo Klein, da Federação Gaúcha, para apitar o jogo. Os auxiliares serão Bruno Boschilia (PR) e Eduardo Gonçalves da Cruz (MS). No VAR, atuará Daniel Nobre Bins (RS).
Este será o quarto jogo do Atlético sob comando de Klein em 2025. O último ocorreu há cinco dias, no empate por 1 a 1 com o Flamengo, na Arena MRV, quando o árbitro marcou 18 faltas, distribuiu cinco cartões amarelos e um vermelho. Ele também apitou:
– 28/09/2025 – Atlético 1 x 0 Mirassol – Brasileirão;
– 07/08/2025 – Atlético 0 x 1 Flamengo – Copa do Brasil;
– 25/05/2025 – Atlético 0 x 0 Corinthians – Brasileirão.
Após 36 rodadas de Campeonato Brasileiro, o Atlético tem o quinto pior ataque de toda a competição. Isso é o que aponta o levantamento feito pelo Fala Galo, utilizando a plataforma “Sofascore”, e o departamento de estatística esportiva da UFMG.
Sem marcar gols contra o Fortaleza, o Galo acumula 38 gols marcados a favor – uma média de praticamente um gol por jogo. Essa é a pior marca ofensiva do clube desde 2019. Para comparação, o time campeão brasileiro em 2021 foi às redes 67 vezes, média quase duas vezes maior que a de 2025. O time atual passou “em branco”, sem marcar nenhum gol, em 14 rodadas.
O artilheiro Alvinegro no Brasileirão segue sendo o ídolo Hulk, que marcou sete gols em 31 aparições. Atrás dele vem Rony, com seis tentos em 33 jogos. Considerando toda a “linha de frente”, os atacantes do Galo foram responsáveis por apenas 21 gols em todo o torneio, até aqui. Para novo efeito de comparação, somente Hulk foi responsável por 15 gols, na edição de 2023.
Problema é mais complexo
Após a derrota para o Fortaleza, no último domingo (30), Hulk fez críticas públicas à maneira como o Galo vem atuando, nos últimos anos. Segundo o ídolo Atleticano, os últimos esquemas de jogo têm sido mais “reativos”, e com menos proposição.
Considerando 2025, a falta de gols tem sido um problema não apenas na gestão do técnico Jorge Sampaoli. Sob o comando de Cuca, predecessor do argentino, o time marcou apenas 19 gols em 20 rodadas, média inferior aos 19 gols em 16 jogos de Brasileirão, sob a gestão da nova comissão técnica. E mesmo com uma aparente “melhora”, a produção ofensiva segue com uma média abaixo do ideal. O problema parece ir além da tática.
De qualquer forma, os números apontam a falta de efetividade, de um ataque que falhou nos principais momentos da temporada. Acima de qualquer análise ou opinião, a estatística ajuda a entender a real necessidade de uma reformulação de elenco, aumentando a qualidade das opções no elenco do Galo.
Buscando dias melhores lá na frente, e fugir de vez da luta contra o rebaixamento, o Atlético recebe o Palmeiras, na Arena MRV, nesta quarta (3).
Gols do Galo marcados por atacantes, no Brasileiro (até a 36ª rodada)
O Atlético perdeu para o Fortaleza por 1 a 0 neste domingo (30), no Castelão, pela 35ª rodada do Brasileirão. O time mineiro teve posse de bola, mas sofreu para criar e voltou a exibir falhas defensivas. O gol de Pochettino definiu o placar ainda no primeiro tempo.
Galo sofre com a criação e vê Fortaleza ditar o ritmo e abrir o placar no final da etapa inicial
Sampaoli escalou o Atlético com três zagueiros e manteve o desenho clássico. Na defesa, Alan Franco recuou como ala pela direita e fechou a linha de cinco com Arana e os defensores. No ataque, virou volante e abriu espaço para Igor Gomes atuar mais adiantado pelo setor.
O Atlético tentou controlar a posse nos primeiros minutos, mas o Fortaleza impôs ritmo forte. Logo no início, Breno Lopes tabelou com Mancuso, entrou na área e finalizou na saída de Everson. O goleiro rebateu e o próprio atacante chegou para completar, mas errou o tempo da bola e ganhou escanteio.
O Galo encontrou dificuldades para criar e pouco avançou na área adversária. Aos 21 minutos, Arana recebeu na entrada da área, pelo lado esquerdo, e bateu firme. Brenno defendeu em dois tempos.
Na jogada seguinte, Dudu recebeu cartão por simulação de pênalti. O assistente marcou impedimento no lance. Dudu e Hulk contestaram a marcação. O VAR chamou o árbitro Davi de Oliveira Lacerda, que retirou o cartão. A revisão gerou dúvida porque o protocolo não autoriza análise de amarelo.
Aos 34 minutos, o Fortaleza voltou a pressionar. Bareiro dominou na entrada da área e bateu de primeira. Everson saltou e fez grande defesa, mandando para escanteio. Na cobrança, Pierre levantou na segunda trave e o goleiro ficou com a bola.
O jogo seguiu intenso e o Fortaleza transformou o volume em gol. Aos 40 minutos, Bareiro avançou pela direita, superou Franco e rolou para Pochettino. Livre, o meia dominou e finalizou no canto.
Três minutos depois, o Atlético quase empatou. Hulk recebeu passe na área, girou e encontrou Ruan. O zagueiro ajeitou, limpou a marcação e bateu forte. Brenno salvou à queima-roupa.
O primeiro tempo foi equilibrado, mas o Fortaleza mostrou mais organização ofensiva. Teve posse, ocupou o campo de ataque com frequência e criou as ações mais perigosas. O Atlético teve dificuldade para acelerar as jogadas e sofreu para romper a marcação alta. O Fortaleza aproveitou o melhor momento e levou a vantagem para o intervalo.
Posse improdutiva e defesa vulnerável marcam a etapa final de partida
O Atlético voltou para o segundo tempo tentando triangular no ataque, mas errou passes simples e perdeu ritmo. A equipe manteve a posse, porém o Fortaleza seguiu mais perigoso e construiu as oportunidades mais claras.
A defesa alvinegra continuou instável. Bateu cabeça em lances decisivos, tomou decisões apressadas e deixou espaços pelo meio e pelas laterais. No ataque, o Galo permaneceu travado até os 15 minutos, sem conseguir criar no último terço.
Aos 20 minutos, Sampaoli iniciou as mudanças. Tirou Hulk e colocou Biel, o que deslocou Bernard para a função de falso nove. Palermo respondeu ao observar espaço para contra-ataques. Fez três substituições para acelerar as transições do Fortaleza.
Na sequência, Sampaoli alterou novamente. Sacou Alexsander e Ruan para as entradas de Scarpa e Saravia. O argentino assumiu a lateral-direita e Franco voltou ao meio-campo. Aos 28 minutos, Scarpa dominou, encontrou espaço e bateu rasteiro. Brenno defendeu pela primeira vez na etapa final.
O Fortaleza quase ampliou aos 33 minutos. Moisés recebeu dentro da área e tocou para Deyverson, livre. O atacante cortou para a perna direita, hesitou e devolveu para Moisés, que girou duas vezes antes de ser travado na finalização.
Com os atacantes descansados, o Fortaleza aumentou o ritmo. O Atlético tentou diminuir a velocidade com passes curtos, mas não soube aproveitar a posse. Errou na construção e entregou contra-ataques ao adversário.
Sampaoli apostou nas últimas mexidas e tirou Bernard e Arana para as entradas de Cadu e Gabriel Menino. Cadu voltou aos gramados pela primeira vez após romper o ligamento cruzado anterior e os meniscos do joelho direito no fim do ano passado.
O Fortaleza manteve a pressão. Em novo contra-ataque, Pikachu lançou Deyverson, mas Everson saiu rápido e evitou o segundo gol. Aos 44 minutos, o Atlético teve a chance do empate. Biel cobrou escanteio na primeira trave, Cadu desviou de cabeça e Dudu tentou completar na segunda, mas não alcançou a bola.
Nos acréscimos, o Fortaleza segurou a bola no campo ofensivo e administrou o resultado. Após o apito final, Deyverson provocou os jogadores atleticanos. A confusão se formou, e seguranças das duas equipes intervieram.
O segundo tempo expôs as fragilidades do Atlético. A posse de bola foi alta, mas improdutiva. O time rodou a bola sem profundidade e pecou na tomada de decisão no último terço. A defesa teve atuação abaixo do esperado, perdeu duelos e deixou espaços que facilitaram os contra-ataques do Fortaleza.
As mudanças de Sampaoli deram fôlego, mas não corrigiram a desorganização entre os setores. A equipe criou pouco, sofreu com a transição adversária e só chegou com real perigo na bola parada, perto do fim.
Com a derrota, o Atlético segue com 45 pontos e ocupa a 13ª posição. Na quarta-feira (3), recebe o Palmeiras, às 21h30, na Arena MRV.
Estatísticas da partida
Gols: Pochettino (aos 40 minutos do primeiro tempo).
Posse de bola: Fortaleza 38% x 62% Atlético;
Finalizações: Fortaleza 15 x 8 Atlético;
Finalizações certas: Fortaleza 3 x 3 Atlético;
Total de passes: Fortaleza 306 x 529 Atlético;
Cartões amarelos: Junior Alonso (aos 36 minutos do segundo tempo).
O Atlético e a Nike anunciam a nova parceria para o fornecimento de materiais esportivos. Pela primeira vez patrocinando um clube em Minas Gerais, a Nike passará a vestir o Galo a partir de 2026, em união que celebra uma nova era para o Clube e a marca.
A assinatura do contrato de sete anos reforça uma união que nasce sólida e guiada por valores compartilhados, confiança, ambição e visão de futuro. O Atlético escolhe uma empresa que acredita no projeto do Clube e na força da Massa — e a Nike deposita no Galo a certeza de uma parceria duradoura, estratégica e de impacto global.
Representando o estado em seu próprio nome, o Atlético nasceu para ser o clube dos mineiros, de todas as classes, e conquistou um engajamento massivo e apaixonado de sua torcida, com uma trajetória marcada por grandes conquistas, incluindo a Libertadores (2013), o Campeonato Brasileiro (1937, 1971 e 2021), a Copa do Brasil (2014 e 2021), a Recopa Sul-Americana (2014) e a Copa Conmebol (1992 e 1997).
A Nike, por sua vez, amplia seu compromisso de alimentar a paixão pelo futebol no estado, levando inovação e inspiração, especialmente entre os jovens atleticanos. Juntos, Atlético e Nike planejam produtos, campanhas e experiências criativas para elevar a energia dentro e fora dos estádios, conectando ainda mais os fãs à emoção de viver o Galo em todos os momentos.
A parceria plurianual prevê a produção e o fornecimento da linha completa de produtos para as equipes masculina, feminina, categorias de base e comissão técnica, incluindo uniformes de jogo, aquecimento, treino e viagem, além da linha casual.
Segundo Rafael Menin, acionista majoritário da SAF do Atlético, “o Clube sempre buscou estar ao lado dos melhores, e este é um movimento que reforça esse objetivo. A Nike é uma referência mundial no esporte e tê-la conosco representa um passo importante para o presente e o futuro do Atlético, o maior de Minas. Esta parceria fortalece nossa marca, nosso projeto esportivo e nos posiciona no mais alto nível de excelência.”
Para Gustavo Furtado, CEO do Grupo SBF, operador da FISIA, distribuidora oficial da Nike no Brasil, “iniciar essa jornada com o Atlético é motivo de grande orgulho para a Nike. Estamos falando de um clube de alma, de conquistas marcantes e de uma torcida apaixonada, que vive o futebol de forma única. Essa parceria representa mais do que vestir o time — é sobre inspirar, inovar e construir juntos um novo capítulo no esporte, levando essa conexão a um novo patamar, dentro e fora de campo.”
De forma excepcional, em 2026, a base do Atlético utilizará uniformes temporários da Nike na Copa São Paulo de Futebol Júnior, em decisão conjunta entre marca e Clube, garantindo que o elenco profissional possa estrear os uniformes oficiais na abertura do Campeonato Mineiro. Essas peças temporárias serão exclusivas para uso em campo e não estarão disponíveis para comercialização.
Para acompanhar as novidades da coleção oficial do Galo com a Nike, incluindo informações sobre a nova camisa, inscreva-se em nike.com.br/galo (clique aqui) e seja o primeiro a receber as atualizações.
Ainda na briga, mesmo que remota, por uma vaga na CONMEBOL Libertadores do ano que vem, o Atlético visita o Fortaleza neste domingo, às 18h30 (de Brasília), na Arena Castelão. O duelo, adiado da 35ª rodada, pode recolocar o time na disputa direta por posição no G7. O clube soma 45 pontos, ocupa o 13º lugar e está a três pontos do São Paulo, oitavo colocado, e a 12 do Bahia, que abre a zona de classificação continental. O duelo terá transmissão do Premiere (Pay-Per-View)
Elenco atleticano tenta virar página em reta final do Brasileiro após sequência de resultados frustrantes
O time chega pressionado pela perda do título da Sul-Americana para o Lanús, nos pênaltis, e pelo empate por 1 a 1 com o Flamengo, em Belo Horizonte. A cobrança recai sobre o desempenho irregular da equipe e decisões recentes da diretoria. O clima na Cidade do Galo exige resposta imediata.
Para encarar o Fortaleza, o técnico Jorge Sampaoli não contará com Rony, suspenso após a expulsão contra o Flamengo. Do grupo de 34 jogadores, o treinador tem 29 disponíveis, considerando os atletas da base que subiram ao profissional. A dúvida está na defesa. Vítor Hugo sofreu entorse no tornozelo direito e segue em tratamento. Se não atuar, Saravia deve assumir o lado direito, com Ruan deslocado para a zaga central.
No meio-campo, Igor Gomes retorna após suspensão e deve formar o setor com Alan Franco. Gustavo Scarpa pode ganhar uma chance entre os titulares, atuando pela ala direita. A semana alvinegra marcou ainda o avanço da recuperação de Cuello, que voltou a trabalhar com bola ao lado dos fisioterapeutas, entretanto, ainda não tem condições jogo e segue de fora.
Suspensos
Rony.
Lesionados
Lyanco (zagueiro): ruptura do tendão de Aquiles esquerdo, Júnior Santos (atacante): ruptura do tendão do adutor esquerdo, Cuello (atacante): recuperação da lesão no tornozelo esquerdo e Caio Maia (atacante): cirurgia no joelho direito.
Pendurados
Saravia, Caio, Reinier e Jorge Sampaoli.
Retornos
Igor Gomes.
Sendo assim, o provável Atlético para encarar o Fortaleza tem: Everson; Saravia (Vítor Hugo), Ruan e Alonso; Gustavo Scarpa, Alan Franco, Igor Gomes, Guilherme Arana e Bernard; Dudu e Hulk. Técnico: Jorge Sampaoli.
Uma vitória pode recolocar o Leão do Pici na briga para sair do Z4
O Fortaleza segue na luta para deixar a zona de rebaixamento. A equipe venceu o Bragantino por 1 a 0, em Bragança Paulista, e manteve a chance de reagir na reta final. O time ocupa o 18º lugar, com 37 pontos, e pode chegar a 40 se vencer o Atlético. A permanência na disputa depende ainda dos resultados de Vitória e Internacional, que também brigam para fugir da degola.
A tarefa, porém, será dura. O técnico Martín Palermo perdeu cinco jogadores por lesão e deve repetir a formação que iniciou a partida contra o Bragantino. O treinador trabalha com poucas opções para ajustar o setor defensivo e o meio-campo, já que não houve retornos nesta rodada.
Suspensos
– Não há.
Lesionados
João Ricardo (em recuperação após cirurgia no ombro), Marinho (entorse no tornozelo esquerdo), Rodrigo Santos (estiramento ligamentar no joelho esquerdo), Lucca Prior (pubalgia) e Bruno Pacheco (fratura na mão esquerda).
Pendurados
Lucas Gazal, Bruno Pacheco, Mancuso, Pierre, Pikachu, Breno Lopes.
Retornos
– Não há.
Sendo assim, o provável Fortaleza para o duelo contra o Galo tem: Brenno, Mancuso, Britez, Gastón Ávila e Diogo Barbosa; Lucas Sasha, Pierre, Pochettino e Herrera; Breno Lopes e Adam Bareiro. Técnico: Martín Palermo.
Arbitragem
A partida terá arbitragem de Davi de Oliveira Lacerda, do Espírito Santo. Os assistentes serão Márcia Bezerra Lopes Caetano, de Rondônia, e Douglas Pagung, também do Espírito Santo. Já a equipe do VAR será comandada por Heber Roberto Lopes, de Santa Catarina.
Este será o nono jogo do Atlético comandado por Davi de Oliveira Lacerda no ano, sendo sete pelo Brasileirão e um pelo Campeonato Mineiro. Ele tem uma média alta de intervenções. Nesta temporada, aplicou cerca de 23 faltas por partida e distribuiu em média 4,5 cartões amarelos, com maior incidência no segundo tempo. Além disso, mostrou dois cartões vermelhos, ambos na etapa final, e assinalou três pênaltis.
O zagueiro Junior Alonso, que foi bastante criticado por não ter batido um dos pênaltis, contra o Lanús-ARG, na decisão da CONMEBOL Sul-Americana, no último sábado (22), entrou na mira do Atlanta United, dos Estados Unidos. A informação é do jornalista Jorge Chipi Vera, do portal ABC Deportes.
Ainda de acordo com o jornalista, a contratação é um pedido do técnico Tata Martino, que dirige a equipe norte-americana. Alonso tem contrato com o Atlético até 31 de dezembro de 2026.
O Atlético iniciou, nesta quinta-feira (27), a preparação para o jogo do próximo final de semana, contra o Fortaleza. A bola rola na Arena Castelão, neste domingo (30), às 18h30.
O grande destaque do dia de treinamentos foi a presença do atacante Tomás Cuello. Segundo o Atlético, o jogador segue em tratamento de lesão no tornozelo esquerdo, mas participou de trabalhos com bola durante o aquecimento do treino, sob supervisão da fisioterapia e a preparação física.
Cuello está ausente dos gramados desde 17 de setembro, quando sofreu uma lesão grave no tornozelo, durante o empate por 2 a 2 contra o Bolívar. A imagem do jogador se contorcendo em campo foi impactante, e muito se falou sobre um retorno do argentino apenas em 2026. Contando todos os jogos disputados pelo Galo, ele segue sendo um dos jogadores que mais participaram em gols na temporada – tendo contribuido com 6 gols e 7 assistências, em 41 aparições.
OPINIÃO – Logo após o empate em 1 a 1 contra o Flamengo na Arena MRV, em jogo válido pela 36ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, o técnico Jorge Sampaoli ao comentar sobre as reuniões para formar o elenco de 2026, mostrou indiretamente o alto nível de incompetência dos responsávies pelo futebol do Atlético ao dizer: “No ano anterior, o time esteve perto do rebaixamento. Esse ano, esteve também mal na tabela…”
Por mais que o Galo tenha chegado em três finais de Copas consecutivas (Copa Conmebol Libertadores 2024, Copa do Brasil 2024 e Copa Conmebol Sudamericana 2025), o trabalho dos responsáveis pelo futebol é extremamente questionável. Com exceção da ‘bolha’ que busca, de certa forma, uma vaguinha em Vespasiano ou até mesmo na Arena MRV, Paulo Bracks, Victor Bagy e Rafael Menin erraram muito e são duramente criticados por isso.
Só para finalizar o assunto Copa. Sim, é possível fazer boas campanhas em torneios mata-mata mesmo com um planejamento porco. Não dá para esquecer, por exemplo, do Palmeiras, Campeão da Copa do Brasil e rebaixado no Brasileirão em 2012. Também temos a Ponte Preta, vice-campeã da Copa Conmebol Sudamericana em 2013 e que acabou caindo para Série B. Além, claro, do Goiás, vice-campeão da Copa Sudamericana em 2010 e que também foi rebaixado no Brasileirão.
Podemos citar outros times como o Sport Recife, vice-campeão da Copa do Brasil em 1989 e rebaixado para a Série B. O Grêmio, vice-campeão da Copa do Brasil em 1991 e rebaixado para a Série B. Em 2010, o Vitória foi vice-campeão da Copa do Brasil e acabou rebaixado no Brasileirão.
Se por um lado é possível fazer boas campanhas em Copas, o Brasileirão não perdoa os incompetentes. O Atlético é a prova mais real disso. Em 2024, o Galo fez apostas caras como Brahian Palacios e Fausto Vera, além disso, manteve nomes em total declínio técnico como Mariano, Mauricio Lemos, Eduardo Vargas e Alan Kardec. Resultado? Foi salvo da Série B na última rodada graças ao gol do meio-campista Rubens, que aproveitou o rebote de um pênalti perdido pelo ídolo Hulk.
Para 2025, a expectativa era de mudanças, mas o Galo não aprendeu e ainda em dezembro, vendeu o seu melhor jogador. O atacante Paulinho foi para o Palmeiras por R$ 113,4 milhões, sobrando cerca de R$ 90 milhões para o Galo. A transação também envolveu o jovem meio-campista Gabriel Menino, que já vinha em queda técnica na equipe paulista, além da promessa Patrick Silva, que fez poucos jogos e passou grande parte da temporada entregue ao departamento médico.
Não satisfeitos em vender o seu melhor jogador, a diretoria com uma grande ‘criatividade’, resolveu usar R$ 87 milhões para trazer os atacantes Rony (Palmeiras) e Júnior Santos (Botafogo). No atleta do Verdão, o Galo desembolsou R$ 47,3 milhões e no atleta do clube carioca, foi desembolsado R$ 40 milhões.
Os erros continuaram para 2025. Além da contratação do questionável lateral-direito Natanael, o Galo fez mais uma negociação com o Palmeiras, mandando o zagueiro Bruno Fuchs e trazendo o ‘polivalente’ Caio Paulista. Ok, é verdade que tivemos um acerto importante, que foi a contratação do argentino Tomás Cuello junto ao rebaixado Athletico Paranaense, contudo, ainda temos mais erros para serem destacados, como Biel e Reinier. Dois atacantes que simplesmente apanham da bola. Bizarro!
REFORMULAÇÃO PARA 2026?
Para 2026, o cenário ideal é uma reformulação profunda no elenco, contudo, é difícil acreditar que Jorge Sampaoli terá a mesma autonomia que teve em 2020, quando fez uma grande reformulação logo após os dois vexames de fevereiro – eliminação para o Afogados na Copa do Brasil e eliminação para o Unión na Copa Sudamericana.
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