Uma das jogadoras que está de volta ao clube é a lateral Bárbara Melo, de 25 anos. Bárbara já atuou pelo Galo entre 2022 e 2023, e fez uma comparação entre a estrutura de trabalho que encontrou no seu retorno, comparado ao que o elenco de jogadoras tinha à disposição alguns anos atrás:
“Acho que metade do que a gente tem hoje, não tinha lá em 2022 e 2023. A gente treinava num campo sintético, o Santa Cruz, e (o campo) não era do Atlético. (hoje) A gente treina num campo bom, treina no CT agora, e não tem o que falar. A estrutura dá “de mil a zero”, disse a defensora.
O Atlético hoje disponibiliza para as Vingadoras dois locais de treinamento: a Vila Olímpica e a Cidade do Galo. A Vila Olímpica, para ser mais específico, passou por reformas nos últimos tempos, no gramado e nas estruturas disponibilizadas para as jogadoras.
Ufa! Depois de uma sequência de três jogos sem vencer, o Atlético conquistou a primeira vitória no Brasileirão Sub-20. O time venceu o Bahia por 3 a 1, em jogo realizado na tarde desta quarta-feira (2), no SESC Venda Nova. Com o resultado, os Crias subiram para a 10ª colocação.
O técnico interino Leonardo Silva promoveu diversas alterações no time inicial. Índio ganhou a vaga na armação das jogadas, Ryan começou como titular, e Iván Román fez sua estreia com a camisa Alvinegra.
O Jogo
O Galo criava bastante pelas pontas, levando perigo em diversas finalizações. Aos 27 minutos, Índio recebeu cruzamento rasteiro de Vitor Gabriel e chutou no travessão. O time da casa seguiu em cima, e o ponta-direita Geovane aprontava um verdadeiro inferno para cima da marcação, alternando jogadas individuais e trocas de passes com os meias Eric e Índio. Mesmo absoluto em campo, o Galinho não conseguiu mexer no placar nos 45 minutos iniciais.
Se a falta de gols foi um problema no primeiro tempo, isso não foi um problema no segundo. Bastaram dois minutos para que Alisson Souza, que havia acabado de entrar, recebesse grande passe de um corajoso Iván Román para marcar o gol Atleticano (veja abaixo). “Lei do Ex” de Alisson, que já jogou pelo Bahia.
O jogo ficou aberto após o gol, mas o Galinho seguia criando e amadurecendo o segundo gol. O problema é que o futebol, por vezes, é aleatório, e o Bahia chegou ao empate em jogada genial de Lucyan, aos 21 minutos. Golaço do atacante, que puxou da lateral para dentro, e bateu colocado.
O gol sofrido desconcentrou o Atlético, que sofreu um pouco para se reencontrar em campo, mas o fez da melhor maneira possível. Pedro Ataíde recebeu lançamento em contra-ataque, fez excelente pivô e projetou Louback, que ficou cara a cara com o goleiro e não desperdiçou. Gol construído por uma dupla de artilheiros que pode render muito na temporada. Mais uma vez com o controle do jogo, o Galinho selou a vitória já nos minutos finais. Em novo contragolpe, Alisson Souza deixou Pedro Ataíde com liberdade dentro da área. O artilheiro dominou, cortou o adversário com frieza, e bateu rasteiro. 3 a 1, mesmo com um jogador a menos por mais de dez minutos (Pedro Oliveira foi expulso).
Quem foi bem?
O Galinho foi o melhor time em campo. Boa e consistente atuação coletiva, com destaques em todas as posições. Na zaga, estreia muito boa de Iván Román, que mostrou imposição e técnica. De quebra, se aventurou no ataque e deu uma assistência para gol, relembrando os melhores momentos de ídolos como Réver e Júnior Alonso. Mais à frente, Eric foi muito participativo no ataque, seja interagindo com seus companheiros ou arriscando finalizações.
No ataque, todos foram bem. Geovane, pela ponta direita, demonstrou amadurecimento e infernizou a defesa adversária no primeiro tempo. Louback voltou a marcar gols, e a dupla Alisson Souza e Pedro Ataíde saiu do banco para resolver o jogo. Destaque para Ataíde, que tem qualidade para finalizar, fazer o pivô e flutuar fora da área.
O Atlético volta agora suas atenções para o clássico contra o Cruzeiro, válido pela 4ª rodada do Brasileirão. O jogo acontece na próxima quarta (9), às 15h, e irá marcar a reestreia de Leandro Zago como treinador do sub-20.
Escalação do Galinho contra o Bahia
Pedro Cobra, Vitor Gabriel (Lucas Souza), Iván Román, Dudu e Pedro Oliveira; Zé Phelipe (Kauan Guilherme), Eric (David Kauã) e Índio; Geovane (Alisson Souza), Ryan (Pedro Ataíde) e Lucas Louback (Kauã Pascini). Técnico: Leonardo Silva
O Atlético encaminhou a chegada do novo treinador da categoria Sub-20, após a saída de Guilherme Dalla Déa. Trata-se de Leandro Zago, de 43 anos. O profissional comandava as categorias de base do Santos, e já pediu para deixar o clube. A informação foi divulgada pelo portal “Diário do Peixe”, e confirmada pelo Fala Galo.
Essa será a segunda passagem de Zago pelo Atlético, clube em que trabalhou entre 2018 e 2021, primeiro no sub-17 e depois no sub-20. Em 2020, assumiu o time de transição, e chegou a dirigir o time principal por três rodadas do Brasileirão, após um surto de COVID que afetou a comissão do então técnico Jorge Sampaoli.
Leandro Zago deixou o Atlético em março de 2021, quando iniciou sua carreira no futebol profissional. Esteve à frente de Joinville, Botafogo-SP e Portuguesa, antes de retomar seus esforços para o futebol de base. Desde o final de 2024 esteve ligado ao Santos, e foi o treinador do time paulista na Copa São Paulo de 2025. Chegou a treinar interinamente o time principal, no final do ano passado.
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No Galinho, o técnico terá alguns desafios para superar. Logo de cara, terá que melhorar o desempenho do time no Campeonato Brasileiro, que tem sido fraco nos últimos anos. Além disso, o clube vai, mais uma vez, tentar quebrar um tabu de quase seis anos sem ser campeão estadual sub-20. Além do desempenho esportivo, o treinador terá a missão de desenvolver atletas promissores, que possam chegar ao elenco profissional em algum momento no futuro.
Chegou ao fim, nesta sexta-feira (28), a passagem de Guilherme Dalla Déa no comando do Galo Sub-20. Ele deixa o clube após início ruim no Campeonato Brasileiro. Em suas redes sociais, o técnico agradeceu ao Atlético pela passagem, e ressaltou que esta foi a primeira demissão de sua carreira.
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Dalla Déa chegou ao Atlético em novembro de 2023, cercado por muitas expectativas. Vinha de um título mundial conquistado com a Seleção Brasileira Sub-17, em 2019, e de um Campeonato Paulista conquistado com o Sub-17 do Corinthians.
Expectativa e realidade
Apesar da empolgação inicial, o trabalho já demonstrou instabilidade logo no início. O Galinho acabou eliminado na segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Jr, para o modesto Sfera-SP. A chance de redenção, até naturalmente, viria no Campeonato Brasileiro. Só que o desempenho não melhorou, e o Alvinegro não se classificou ao mata-mata, terminando a primeira fase em 14º lugar. Além disso, teve a terceira pior defesa da competição.
No Estadual, as coisas foram um pouco (!) melhores, pois o Atlético chegou à final do Campeonato Mineiro, dando fim a um jejum de cinco anos. Foi superado pelo América-MG, com placar agregado de 3 a 2.
Mesmo com as decepções, vale citar que o técnico conquistou o título do Campeonato Mineiro de 2025, uma vez que o Atlético Sub-20 disputou as três rodadas iniciais do estadual – foram três empates, contra Aymorés, Democrata e Pouso Alegre, respectivamente.
Poucas revelações
No futebol de base, pode ser utilizado o argumento de que os resultados pouco importam, se um clube revelar muitos jogadores pro elenco profissional. Mas essa máxima não entrou em campo no trabalho de Dalla Déa. Poucos jogadores tiveram real destaque individual sob seu comando, porque o time não performava muito bem coletivamente. Até ironicamente, os maiores destaques foram os goleiros: Robert, promovido ao profissional, e Pedro Cobra.
De acordo com o portal “O Gol”, o treinador acumulou 55 jogos no comando do Atlético, entre Sub-20, Sub-23 e profissional. Foram 21 vitórias, 16 empates e 18 derrotas – aproveitamento de 47,87%.
Acabou o Campeonato Mineiro, e está chegando o momento das estreias do Atlético no Brasileirão e Copa Sul-Americana. Até naturalmente, o torcedor espera um bom desempenho do clube nestes torneios, e a busca por títulos. E se a saudade de ver o Galo em campo está grande, podemos garantir que não faltarão jogos para acompanhar, a partir do final de março.
A estreia Alvinegra no Brasileirão será no dia 29, contra o Grêmio, em Porto Alegre. Quatro dias depois, será a vez de debutar na Sul-Americana, contra o Cienciano, no Peru. Para efeito de curiosidade, a viagem de Porto Alegre até Cusco, é bem longa: mais de três mil quilômetros.
Além do longo deslocamento logo de primeira, o elenco Atleticano vai se preparar para uma verdadeira maratona. A partir do jogo contra o Grêmio, em 29 de março, até o confronto diante do Mirassol, em 27 de abril, serão disputados um total de nove jogos em 30 dias – média de um a cada 3,3 dias.
Mais preocupante que isso, é que o Galo deve ter uma média de três dias livres, entre um jogo e outro, para descansar e treinar. O maior intervalo sem jogos será entre os duelos contra Cienciano (1º/04) e São Paulo (06/04). Já a sequência mais pesada será entre os dias 10 e 23 de abril, quando o Atlético entrará em campo cinco vezes em treze dias (contra Deportes Iquique, Vitória, Santos, Botafogo e Caracas).
Sabendo do calendário exaustivo até o fim do ano, o Galo contratou mais jogadores para seu elenco. Nos últimos dias, foram apresentados o atacante João Marcelo e os zagueiros Iván Román e Vitor Hugo. O clube segue atrás de “negócios pontuais”, e o nome da vez é do meia Tomás Pochettino, do Fortaleza.
Jogos do Galo até maio
Grêmio x Atlético (Brasileirão) – 29 de março
Cienciano x Atlético (Sul-Americana) – 1º de abril
Atlético x São Paulo (Brasileirão) – 6 de abril
Atlético x Deportes Iquique (Sul-Americana) – 10 de abril
O Atlético viajou ao Rio de Janeiro para enfrentar o Fluminense, pela estreia do Campeonato Brasileiro Sub-20 de 2025. O resultado não foi o esperado para o Galinho, que perdeu por 2 a 0.
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Para a nova temporada, o clube optou por manter a base da equipe do ano passado, com a adição de atletas que disputaram a Copa São Paulo, e jovens que atuaram nas primeiras rodadas do Campeonato Mineiro. Na área técnica, foi confirmada a manutenção de Guilherme Dalla Déa como treinador, e Leonardo Silva como auxiliar técnico.
Apesar das altas expectativas, o Galinho não jogou bem. Muita displicência, passes errados, falta de criatividade no ataque, e poucas alternativas para vencer a intensa marcação do Fluminense. Até por isso, o time carioca construiu o placar ainda no primeiro tempo. Logo aos 14 minutos, o Galo errou saída de jogo, Gustavo Cintra recuperou e tocou para Kelwin. O camisa 9 tirou Kazim e bateu colocado, no canto esquerdo de Pedro Cobra.
Seis minutos depois – e ainda cometendo muitos erros – o Atlético sucumbiu de vez. Recuperação do Fluminense após mais uma saída de jogo errada, e Enzo bateu forte, pela direita. Pedro Cobra fez grande defesa, mas a bola sobrou dentro da área para o mesmo Enzo, que não desperdiçou a segunda oportunidade.
Veio o segundo tempo, mas não veio a reação Atleticana. O time seguia inofensivo no ataque, e ainda viu o Fluminense testar mais algumas vezes o goleiro Pedro Cobra, que foi bem. Para piorar, o atacante Kawê recebeu cartão vermelho direto já nos minutos finais, após acertar o rosto de um jogador adversário. O camisa 19 tinha acabado de entrar em campo..
Quem foi bem?
O Atlético jogou muito mal no Rio de Janeiro. Além da derrota, fica o sentimento de pouca evolução com um time que já deixou a desejar em 2024. Mas para não passar em branco, podemos citar o goleiro Pedro Cobra, que vive momento de evolução e transmite muita segurança. Não teve culpa nos gols sofridos. Alisson Souza se movimentou bastante pela direita, mas pereceu diante da falta de inspiração coletiva do Galo.
Os Crias do Galo voltam a campo no próximo dia 17 (segunda), para enfrentar o Santos, pela 2ª rodada do Brasileiro. O Atlético será mandante, e a bola rola às 19h.
Escalação do Galinho diante do Fluminense
Pedro Cobra, Vitor Gabriel (Lucas Souza), Dudu, Denilson e Pedro Oliveira; Zé Phelipe, Eric (Kauan Guilherme) e David Kauã (Gabriel Pfeiffer); Alisson Souza (Mathias), Lucas Louback (Kawê) e Pedro Ataíde (Geovane). Técnico: Guilherme Dalla Déa
O Atlético enfrenta o Manaus nesta quarta-feira (5), pela segunda fase da Copa do Brasil. O confronto é de jogo único, e o Galo precisará vencer para se classificar no tempo normal. Em caso de empate, a decisão irá aos pênaltis.
Nos últimos anos, o Galo acumula confrontos contra times “de fora do eixo”, como Remo (2021), Campinense-PB (2020) e Tocantinópolis (2025). Mesmo assim, são poucos os registros contra times do norte do país. O último duelo do tipo aconteceu em 2018, quando o Alvinegro eliminou o Atlético-AC, no Acre, após empate por 1 a 1.
O Fala Galo se uniu à jornalista Larissa Baliero, que cobre o futebol do norte do Brasil, para trazer curiosidades e detalhes do adversário da segunda fase de Copa do Brasil.
Rival jovem e confronto inédito
O duelo de quarta-feira será o primeiro entre Galo e Gavião na história. Fundado em 2013, o jovem clube está em sua sétima participação de Copa do Brasil. No geral, é a primeira vez que o time manauara enfrenta um rival mineiro na competição. Contra o Atlético, o Manaus tenta chegar pela primeira vez na 3ª fase do mata-mata.
Apesar da pouca idade, o Manaus se consolidou como um papa títulos local. São seis títulos estaduais conquistados em apenas doze anos, além de participações nas Séries C e D do Brasileirão. O clube preencheu uma lacuna competitiva no futebol amazonense, e caiu no gosto dos fãs locais. Prova disso é que o maior público registrado na Arena da Amazônia veio em um jogo do Manaus – 44.896 presentes na final da Série D de 2019, contra o Brusque.
Como vem o Manaus?
O rival do Galo já enfrentou duas disputas de pênalti em 2025, e se deu bem em ambas. Eliminou o Independência-AC, na primeira fase da Copa do Brasil, e também precisou de pênaltis para chegar à final do primeiro turno do Campeonato Amazonense, superando o Manauara. Sabendo de sua qualidade nas disputas de pênalti, o Manaus deve adotar a estratégia de “jogar por uma bola” em Belo Horizonte.
Um destaque individual é o atacante Vitinho, de 27 anos. Apontado como um jogador rápido, ele pode ser o principal construtor das jogadas de sua equipe.
O Atlético oficializou, neste domingo (2), a contratação de Luiz Carlos de Azevedo Júnior (41) como o novo gerente geral das categorias de base do clube. Ele substitui Erasmo Damiani, demitido em fevereiro.
Apesar da idade relativamente baixa, sua experiência no futebol é longa. Em 2002, com apenas 18 anos de idade, tornou-se professor das escolinhas de futebol do Vasco-Barra. A partir daí, militou em diversas funções: foi preparador físico, auxiliar técnico, coordenador de captação de jogadores e gerente técnico.
Em 2015, veio o convite para trabalhar como coordenador de captação das camadas jovens do Flamengo, onde foi responsável pela estruturação do setor. Desempenhou a função até 2021, quando recebeu a missão de ocupar o posto de gerente geral interino de base. Em menos de dois meses, já havia sido efetivado. A ascensão de Luiz Carlos na gerência de base foi “meteórica”, e um exemplo disso é a quantidade de taças conquistadas em um mesmo ano. Foram 44 títulos em 2023, num total de 78 competições disputadas desde a categoria sub-06 até a sub-20.
Referência na revelação de jogadores
A gestão de Luiz Carlos está diretamente ligada a algumas das maiores vendas de jogadores da história do Flamengo – todas ligadas a atletas revelados na Gávea. Só as vendas de Matheus França e João Gomes, em 2023, renderam ao Flamengo mais de R$ 200 milhões. Hoje, o elenco profissional do time carioca conta com vários destaques formados em casa, como o goleiro Matheus Cunha, o lateral Wesley França, e o atacante Matheus Gonçalves.
Segundo levantamento da Itatiaia, a equipe do Rio acumulou aproximadamente R$ 1 bilhão em vendas de jovens atletas, entre 2019 e 2024.
Profissional comemora chegada ao Galo
Em pronunciamento divulgado pelo Atlético, o novo gerente Alvinegro comemorou o acerto: “Estou muito feliz e motivado com o projeto apresentado pela direção do Galo. Com alinhamento da importância da Base para todos e o pleno entendimento de que é um trabalho de médio e longo prazo”.
O Chief Sports Officer (CSO) do Galo, Paulo Bracks, explicou o processo que culminou na chegada de Luiz Carlos: “Começamos um processo de seleção desde a saída do gestor anterior, e as entrevistas terminaram há alguns dias. Buscamos um profissional dentro do nosso novo organograma do Futebol, com experiência, participação ativa em projetos vencedores e conhecimento específico na área”.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a tabela básica do Campeonato Brasileiro Sub-20 de 2025. O torneio traz mudanças importantes no regulamento, mas segue dando uma vaga na Copa Libertadores Júnior para o campeão. Além do Atlético, o futebol mineiro será representado por América-MG e Cruzeiro.
O Brasileirão terá 20 participantes, que se enfrentarão em turno único. Os oito melhores se garantem na fase de quartas de final. À exceção da final, o mata-mata terá apenas jogos de ida, com mando do time melhor classificado na primeira fase. O início do torneio está previsto para 12 de maio.
A grande novidade está na adoção inédita do sistema de rebaixamento. Os três piores times da primeira fase serão rebaixados à recém criada Série B Sub-20, em 2026.
Atlético se movimenta
Campeão em 2020, o Galinho seguirá sob o comando do técnico Guilherme Dalla Déa. A diretoria da base, no entanto, sofreu mudanças, com a saída de Erasmo Damiani.
Além da confirmação do novo diretor de base, o Atlético ainda irá confirmar o elenco de jogadores para a disputa do Brasileirão. Grandes destaques como o goleiro Pedro Cobra, os meias Iseppe e Zé Phelipe, além do zagueiro Vitão, devem marcar presença. O goleiro Robert, que esteve no sub-20 nas últimas temporadas, foi promovido ao time profissional.
Falta também definir a casa para a temporada. Os locais utilizados no ano passado foram o SESC Alterosas, na região de Venda Nova, e o Castor Cifuentes, em Nova Lima. Caso os estádios estejam indisponíveis, existe a possibilidade de mandar jogos na Arena Vera Cruz (Betim) no Gregorão (Contagem), ou ainda na Arena do Jacaré (Sete Lagoas). Até o ano passado, a Cidade do Galo não podia receber partidas do nacional.
Jogos do Atlético no Brasileirão Sub-20 2025*:
1ª Rodada – 12/03 ou 13/03 – Fluminense x ATLÉTICO 2ª Rodada – 19/03 ou 20/03 – ATLÉTICO x Santos 3ª Rodada – 26/03 ou 27/03 – Grêmio x ATLÉTICO 4ª Rodada – 02/04 ou 03/04 – ATLÉTICO x Bahia 5ª Rodada – 09/04 ou 10/04 – ATLÉTICO x Cruzeiro-MG 6ª Rodada – 16/04 ou 17/04 – Corinthians x ATLÉTICO 7ª Rodada – 23/04 ou 24/04 – ATLÉTICO x Botafogo 8ª Rodada – 30/04 ou 01/05 – São Paulo x ATLÉTICO 9ª Rodada – 07/05 ou 08/05 – ATLÉTICO x Vasco da Gama 10ª Rodada – 14/05 ou 15/05 – ATLÉTICO x Internacional 11ª Rodada – 21/05 ou 22/05 – Athletico x ATLÉTICO 12ª Rodada – 28/05 ou 29/05 – ATLÉTICO x Juventude 13ª Rodada – 11/06 ou 12/06 – América-MG x ATLÉTICO 14ª Rodada – 18/06 ou 19/06 – ATLÉTICO x Palmeiras 15ª Rodada – 25/06 ou 26/06 – Fortaleza x ATLÉTICO 16ª Rodada – 02/07 ou 03/07 – ATLÉTICO x Cuiabá 17ª Rodada – 09/07 ou 10/07 – Atlético x ATLÉTICO 18ª Rodada – 16/07 ou 17/07 – Flamengo-RJ x ATLÉTICO 19ª Rodada – 23/07 – ATLÉTICO x Red Bull Bragantino
*(tabela sujeita a alterações)
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Um perfil atleticano no X (antigo Twitter) revelou um escudo do Atlético pouco conhecido por seus torcedores, remetente ao início do século XX. Esse escudo mostra o antigo nome do Galo, “Club A.Mineiro”, uma faixa preta cortando no meio, um jogador de futebol na parte de cima, e uma raquete com duas bolinhas na parte de baixo.
De acordo com o perfil “Galo Memória“, o escudo é oficial, mas não chegou a ser utilizado nos uniformes de futebol. A possível origem dele está ligada ao antigo “Club Sports Hygiênicos”, que tinha equipes de futebol e tênis, mas encerrou as atividades no fim da década de 1910. Na época, o Atlético recebeu atletas de ambas as modalidades do clube.
Escudo do “Club A.Mineiro” (Reprodução/X)
O Fala Galo confirmou a veracidade das informações, com fontes internas do clube. Também apuramos que o Centro Atleticano de Memória, responsável pela documentação histórica do Atlético, recebeu o documento, e irá fazer uma análise própria da situação.
Primeiro escudo Atleticano data de 1912
De acordo com o “Galo Memória”, o primeiro registro de um escudo do Atlético data de 1912 (confira abaixo). Era um desenho simples, com uma letra “A” dentro de um círculo preto. O registro em foto (veja abaixo) foi feito em um amistoso contra o Villa Nova.
Escudo do Atlético, presente na camisa do goleiro, em 1912 (Reprodução/X)Escudo pode ser encontrado na camisa do goleiro (canto inferior esquerdo). (Reprodução/X)
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