Zaracho admite falta de confiança do grupo na hora de finalizar
Por: Wemerson Manoel
Em entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta-feira (31), na cidade do Galo, o meio-campista Matías Zaracho admitiu falta de confiança do grupo nas finalizações. Diante dos erros sequenciais nas partidas, que fazem do Atlético o time que mais erra finalizações no Brasileirão, o meio-campista argentino admitiu que o grupo tem tido dificuldades na hora de bater em gol:
“A gente está trabalhando bem, mas não está tendo resultado nas definições. Estamos com falta de confiança, não estamos conseguindo ajustar bem as finalizações que tentamos. Às vezes acontece que as coisas não andam e agora as coisas não estão acontecendo como aconteciam no ano passado.”
Zaracho também destacou que equipe está conseguindo criar as jogadas, mas não está acertando no momento de definir. Mati ainda afirma que o elenco está empenhado em melhorar:
“A gente não está acertando o momento justo de finalizar a jogada. Criar estamos criando, estamos chegando no ataque e estamos fazendo tudo para reverter essa situação que estamos passando. Mas, como falei, a gente trabalha da melhor maneira, cem por cento, mas as coisas não estão acontecendo”.
Zaracho também chegou a falar sobre o apoio dos meias e atacantes ao artilheiro Hulk próximo à área, com intenção do jogo fluir melhor, destacando que os jogadores que atuam do meio para frente têm tentado sempre estar perto do gol:
“A gente sempre tenta chegar para fazer o gol. Eu, que jogo no meio-campo, sempre tento chegar e dar apoio ao Hulk, que é o nosso centroavante. Mas a gente sempre tenta estar perto da área, estar perto do gol, para poder ajudar e dar o melhor.”
Por fim, Zaracho comentou o fato de que os erros nas finalizações prejudicam na busca pelos resultados, ressaltando que esses erros são motivo para Atlético não mate os jogos que saiu na frente, não sendo capaz de segurar os resultados, como foi no último jogo contra o América:
“Nós não estamos matando os jogos porque não estamos finos nas finalizações. Se estivéssemos finos nas finalizações, os jogos seriam diferentes.”