Foto: Daniela Veiga / Atlético
Por: Thiago Florêncio
O Atlético trabalha para ter o maior número possível de atleticanos na Colômbia para a final da CONMEBOL Sul-Americana, contra o Boca Juniors, marcada para sábado, dia 21 de novembro. O clube negocia com companhias aéreas, procura parceiros e já fechou a primeira etapa da mobilização, segundo apuração do jornalista Betinho Marques.
Nessa primeira leva, o Atlético vai custear viagem e hospedagem de 60 integrantes das torcidas organizadas que acompanham o time regularmente fora de casa. A ação custa R$ 558 mil, o equivalente a R$ 9.300 por pessoa. Os membros da bateria da Galoucura têm prioridade. A diretoria quer garantir que a arquibancada alvinegra tenha batuque e canto organizado durante os 90 minutos em território neutro.
Galo Doido chega antes
A movimentação começa uma semana antes da decisão. Um grupo de 13 pessoas, com o Galo Doido incluído, embarca para a Colômbia por volta do dia 14 para fazer ativações do clube no país. O mascote vai ser a cara do Atlético nos dias que antecedem o jogo.
Busca por mais vagas
Os 60 torcedores são o ponto de partida. As cotações com as companhias aéreas seguem abertas, e o objetivo é baratear passagens para ampliar o grupo. O Instituto Galo, com o presidente Sérgio Coelho à frente das conversas, procura parcerias junto à gestão do Atlético. O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, também entrou na articulação.
Parte do dinheiro já apareceu. O leilão do Instituto Galo, realizado nesta quinta-feira (5), arrecadou novos recursos para a mesma finalidade: colocar mais atleticanos dentro do estádio no dia 21.
O tamanho final da torcida ainda depende das negociações com as aéreas e do que os parceiros vão colocar na mesa. A mobilização segue até a véspera da viagem.
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