O hepta e seu simbolismo!
Foto: Pedro Souza / Atlético
Por: Diego Callegary
Everson, Hulk e Barba podem entrar para a história. Neste domingo, o Mineirão pode ser histórico novamente, consolidando ídolos e dando esperança para o restante da temporada.
Nós temos o Hulk… e o Everson.
Pênalti? Calma, tá nas mãos e nos pés dele.
Pênalti costuma ser sinônimo de tensão. Para a Massa, muitas vezes virou euforia: com Everson, cobranças decisivas, na sua maioria, terminam em alívio e comemoração.
Em 2021, duas defesas contra o Boca Juniors levaram o time às quartas da Libertadores. Em 2022, três pênaltis defendidos diante do Flamengo garantiram a Supercopa. Foram três defesas em 2023, uma em 2024, brilho contra o Bucaramanga na Sul-Americana de 2025 e, neste ano, nova atuação decisiva contra o América.
Com vinte pênaltis defendidos e três convertidos, Everson se consolidou como ídolo do clube e será fundamental na final do Mineiro, onde cada defesa pode decidir o campeonato.
O Salão de Festas e a Massa.
Pelo título e pela estabilidade.
O Mineirão será o palco da final. O clássico terá torcida dividida, trazendo um tom nostálgico ao duelo.
Este será o segundo jogo de Eduardo Dominguez à frente do Atlético e o primeiro após uma semana de treinamento.
Espera-se um time mais equilibrado defensivamente e mais objetivo nas transições ofensivas, característica marcante dos trabalhos do Barba.
Vencer o hepta, além de histórico, poderá dar tranquilidade ao trabalho do técnico e reaproximar a torcida, dando ânimo para o restante da temporada.
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